I Colóquio NEPEDUCA – Segunda Parte
Filed Under Eventos | Posted on Novembro 9, 2009
I Colóquio NEPEDUCA – Segunda Parte
No último dia 06 de novembro, tivemos a visita da Professora Dra. Olga Rosa Cabrera Garcia, compondo a segunda parte do I Colóquio do NEPEDUCA – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação de Catalão – Educação e Formação Docente.
No período da tarde, tivemos uma conversa com a professora Olga, onde ela narrou sua história de vida, especialmente suas experiências de pesquisa. Nascida em Cuba, ela nos contou da influência da irmã na definição da carreira de professora, sua participação militante no processo revolucionário cubano e como foi se desiludindo de todo o processo.
No período da noite, no SENAI-Catalão, a Professora Olga fez uma exposição sobre a Educação no México e Colômbia, lugares de suas atuais pesquisas.
campus catalão coloquio Eventos federal Goiás NEPEDUCA universidadeIX Simpósio De Pedagogia
Filed Under Eventos | Posted on Maio 21, 2009
IX Simpósio De Pedagogia
O Curso de Pedagogia, da Universidade Federal de Goiás – Campus Catalão, irá realizar, nos próximos dias 8, 9 e 10 de junho de 2009. O tema do Simpósio será Educação Inclusiva: Desafios às Práticas Educativas e Políticas Públicas. No folder do evento vem escrito:
“O Simpósio de Pedagogia vem se constituindo em um espaço de trocas focadas em temáticas que mobilizam profissionais que atuam no Curso de Pedagogia e áreas afins. Trata-se de um evento cientifico que agrega pesquisadores em educação, com destaque especial para formação docente. Realizado, anualmente, no Campus Catalão da Universidade Federal de Goiás, sob a coordenação de um dos professores do Departamento de Pedagogia, este ano – 2009 – terá como temática geral Educação Inclusiva: Desafios às Práticas Educativas e Políticas Públicas. O evento conta com apoio dos professores do departamento, de alunos dos cursos de Pedagogia e do curso de Especialização
Programação:
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DATA HORÁRIO |
ATIVIDADE |
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08/06/2009 19:00hs Local: Anfiteatro |
ABERTURA Atividade Cultural |
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08/06/2009 19:30 - 22:00 Local: Anfiteatro |
CONFERÊNCIA: Educação das Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais e as Políticas de Inclusão Profa. Dra. Rosângela Gavioli Prieto FE/USP |
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09/06/2009 19:00hs. |
Atividade Cultural |
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19:30- 22:30 Local: Anfiteatro |
MESA REDONDA: Construindo Práticas Inclusivas em Educação Profª. Dra. Vera Lúcia Messias Fialho Capellini – UNESP/Bauru Profª. Dra. Lázara Cristina da Silva FE/UFU |
MINI-CURSO - 10/06/2009 das 19:00 às 22:30
Bloco Didático - Piso 2
1. Inclusão: aprendizagens e potencialidades
Lázara Cristina da Silva - Profª. Dra. FE/UFU
2. Cultura Surda e Língua de Sinais
Rosemary Perfeito - Fonoaudióloga e Intérprete e Língua de Sinais
Uiara Vaz Jordão - Profª. de Surdos/Intérprete de Língua de Sinais
3. Transtornos Mentais na Infância: prevenção e acompanhamento
Renata Wirthmann G. Ferreira – Profª. Danda. CAC/UFG
Mariana T. de Rezende; Arine de S. Marins; Cárita A. F. Rezende; Naiara D. Felix. - Graduandas em Psicologia
Alda Rocha Barbalho - Pedagoga
Carla Dourado Machado - Psicóloga
Equipe Multiprofissional da SRE-Catalão-GO
5. Escola Especial e o Atendimento Educacional Especializado
Jane Dark Cândido - Diretora
Lúcia Netto Tartuci – Profª. e Coordenadora
Maria de Lourdes Pedrosa Rodrigues - Coordenadora
Equipe da Escola Santa Clara/ Associação Pestallozi
6. Autismo: possibilidades de aprendizagem e escolarização
Eliana Cristina Gallo Pena - Profª Danda. das Faculdades Associadas de Uberaba
A organização do evento está composta por:
Coordenação Geral
Profª Dra. Dulcéria Tartuci (Coord.)
Profª Dra. Ana Maria Gonçalves
Profª Dra. Maria José dos Santos
Comitê Financeiro e Logístico
Profª Ms. Kátia Silene Silva (Coord.)
Profª Ms. Fernanda Ferreira Belo Rodrigues
Profª Dra. Eliza Maria Barbosa
Comitê de Informação e Programação Visual
Profª Dra. Selma Martines Peres (Coord.)
Profª Danda. Aparecida M. Almeida Barros
Roberto Ferreira Tavares
Comitê de Divulgação e Relatoria
Profª Dra. Maria Marta Lopes Flores (Coord.)
Profª Dra. Altina Abadia da Silva
Prof. Marco Aurélio Gomes Oliveira
Profª Danda. Maria Aparecida Lopes Rossi
Comitê Cultural, Infra-estrutura e Registro
Prof. Dr. Wolney Honório Filho (Coord.)
Prof. Esp. Françoise de Mesquita (Coord.)
Profª. Adeline Ferreira
Prof. Ms. Cleudio Marques Ferreira
Profª. Danda Juçara Gomes de Moura
Profª. Juliana Rosária da Silveira
Profª. Ms. Karinne Duarte (Coord.)
Profª Ms. Maria José da Silva
Prof. Dr. Sérgio Pereira da Silva
Monitores
Álida A. de F. Silva; Ana Paula Amaral; Danyara Borges; Elieze; Flaviane Cintra; Geisa; Geisiane; Ismênia; Juliana de Jesus Santos; Liliene Maria Rodrigues;Janaína, Marcetelli Pajeú;Uiara Vaz Jordão.
I Colóquio NEPEDUCA
Filed Under Eventos | Posted on Maio 15, 2009
I Colóquio NEPEDUCA
Será realizado, no próximo dia 25 de Maio, o I Colóquio do NEPEDUCA – Núcleo de Estudos e Pesquisa em Educação de Catalão, do Curso de Pedagogia, da Universidade Federal de Goiás – Campus Catalão.
Veja abaixo os detalhes:
Programação:
25/05/09 - 14hs – Bl. Didático – Piso 2
FORMAÇÃO DE PROFESSORES
Dra. Denice B. Catani – FE/USP
25/05/09 – 19:30hs – Anfiteatro
MEMÓRIA E EDUCAÇÃO
Dra. Denice B. Catani – FE/USP
Aberto ao público
REALIZAÇÃO: NEPEDUCA e CIEEd – UFG/CAC
As Tecnologias Da Educação E A Universidade
Filed Under Tecnologia | Posted on Outubro 30, 2008
As Tecnologias Da Educação E A Universidade
Alguns acontecimentos do meu dia a dia na educação tem feito pensar sobre a relação de uma política universitária e as TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação. Primeiro, o I Congresso de Tecnologias na Educação, totalmente online e desbravador no tocante a discussões atualizadas sobre o uso das tecnologias na Educação.
Segundo, o fato do Campus de Catalão, unidade da UFG, onde eu trabalho, estar às voltas em pensar numa autonomia acadêmica para ofertar seus próprios cursos de Educação à Distância (EAD). Atualmente, alguns professores estão envolvidos na execução de cursos de licenciatura e especialização à distância, mas avaliando que participar da execução de projetos já não basta. A unidade deveria partir para uma autonomia propositiva de cursos não presenciais.
A questão central aqui é: como e quais políticas poderiam ser implementadas para, enquanto uma unidade da universidade, ser co-autora de cursos à distância? O que o leitor tem a dizer?
Para não riscar o fósforo e apenas deixar queimar, adianto minha participação. Em primeiro lugar, cabe lembrar que a introdução de tecnologias na educação não é coisa nova na História do Brasil, e, por extensão, da Educação. Objetos como o lápis, a caneta, o caderno individuais, bem como a criação dos grupos escolares, entre tantos, foram acontecimentos que se não marcaram mudanças pedagógicas, tiveram sua participação, como motivos para se repensar os métodos educacionais, por exemplo. Não muito menos, o uso do rádio, da fotografia, da televisão, vídeo cassete vêm mostrando que não só são importantes no processo de ensino aprendizagem, como também sinalizam outras luzes de se pensar a própria Educação. Com a chegada do Computador e da Internet parece que o impacto provocou reações mais intensas e extensivas.
Daí a se pensar uma política para um campus universitário é um outro pulo. Ora, envolver-se com as TICs não significa criar departamentos, laboratórios e dizer que estamos no século XXI educacional (não que isto não faça parte). E, penso, não basta também sair inventando cursos à distância. Neste sentido, aponto alguns itens para o debate, mais com o espírito de iniciar um pensar coletivo, do que dizer que esta é a saída apropriada.
· Implantar uma política de softwere livre – do aprendizado por toda comunidade acadêmica à sua utilização.
· Implantar, paulatinamente, as TICs nas disciplinas da graduação, o que seria diferente de criar uma disciplina exclusiva de comunicação e mídias.
· Privilegiar a implantação de cursos à distância no nível da Especialização. Com a demanda de jovens, cada vez mais com problemas de formação básica, entrando para as graduações, significa priorizar a graduação presencial.
· Criar uma secretaria especial que possa fazer o diálogo pedagógico com a graduação, pós-graduação, a direção e o MEC.
· Ampliar as bases de acesso à rede mundial de computadores, abrindo, em 2009, um laboratório de informática para cada curso de graduação.
· Criar quiosques de acesso virtual ao longo de todo o espaço geográfico do Campus.
· Implantar Internet Wireless em todo o Campus
O que você pensa disso? Quais são suas idéias?
Universidade, Faculdade Ou Escola?
Filed Under Púlpito | Posted on Maio 4, 2008
Universidade, Faculdade Ou Escola?
Quais são as formas de representação de uma Universidade sob a perspectiva dos seus alunos e alunas?
Esta é uma questão que me ocorreu recentemente quando eu ouvi uma aluna falar ao telefone, dizendo mais ou menos assim: “eu estou aqui na faculdade”. Faculdade ou Universidade?
Outra expressão representando também a Universidade é “escola”: “fulano foi para a escola”, querendo dizer que a pessoa foi para a Universidade.
Bom, estou me referindo à minha experiência de professor na UFG em Catalão – GO. Talvez por situar-se numa região do interior do país (Centro Oeste), ainda preserve representações das instituições do ensino superior como sendo um lugar de escolarização, não precisando diferenciar o grau desta escolarização.
Universidade, Faculdade e Escola são a mesma coisa?
Escola vem do Grego scholé(σχολεῖον) que significa lugar do ócio. Na Grécia Antiga, as pessoas que dispunham de condições sócio-econômicas e tempo livre é que nela se reuniam para pensar e refletir.
Faculdade já é uma das denominações de Universidade. Por exemplo, numa Universidade podemos encontrar Faculdade de Direito, Medicina, Ciências Humanas e outras.
Universidade significa totalidade, reunião de Faculdades. Historicamente, especialmente no Brasil, a criação das primeiras Universidades vem da união de Escolas (de ensino superior) isoladas, ou Faculdades isoladas.
Voltemos ao ponto de partida, agora um pouco mais alimentados de informações online (para estas rápidas palavras foi consultado o site http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal para os termos que dão título a este post).
Por um lado, existe aqui um desconforto. Afinal, uma aluna de Universidade não saberia distinguir a diferença entre as três modalidades: Universidade, Faculdade e Escola? Mas este desconforto não é fruto de uma tendência pensante que poderia estar considerando os conceitos como algo estável, universal ou mesmo congelados no tempo? Ou seja, Universidade é uma coisa, Faculdade outra e Escola uma terceira coisa?
Neste sentido, a aluna com certeza estaria “atrasada”, “fora do padrão”, “desconectada” do mundo sócio educacional que está participando. Em resumo, ela não teria “sacado” o fio da meada estruturante e regularizador de uma instituição secular, que é a Universidade.
Por outro lado, penso que isto pode também revelar certa transgressão, talvez não tão consciente, mostrando um lado caótico e desqualificado pelo qual passa a graduação universitária no mundo contemporâneo. Existe na expressão utilizada pela aluna uma forma de ver a relação entre o indivíduo e a estrutura social (universitária, no caso) como algo necessário, porém distante. A Universidade seria um lugar de profissionalização, talvez prazeroso, talvez não.
O fato é que numa Universidade podemos ter várias Escolas (de pensamento) e Faculdades (áreas de formação). Porém, mesmo assim, esta mistura de sentido revela algo instável: o abalo de uma tradição que tendia a localizar na Universidade o lugar do saber. Não que a Escola (ensino fundamental e médio) pudesse estar substituindo o papel da própria Universidade. Mas que a formação da pessoa extrapolou o muro da Escola (Universidade), indo se abrigar também na fábrica, na empresa, etc.
Mas não vamos fazer disto uma tempestade num copo de água. Consideremos também que esta é uma interpretação apressada, de momento. Mas convenhamos: a Universidade, enquanto instituição de saber e local de produção de cultura, está mudando. Para onde estamos indo?
Isto mostra também que não existe apenas um sentido para o termo Universidade, e nem mesmo para Escola ou Faculdade. Estamos vivendo múltiplas perspectivas de sentido. Seria isto realmente uma novidade? Acredito que não, pois depende de quem e como se está abrindo as páginas do passado. Mas esta é uma outra história.
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