LivroClip Cria Game Sobre Os Presidentes Do Brasil
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Março 6, 2010
LivroClip Cria Game Sobre Os Presidentes Do Brasil
Na qualidade de membro da lista do LivroClip, recebi esta informação abaixo. Fui ao site e joguei um pouco. Interessante! Vejam os dados abaixo:
Com supervisão da historiadora Maria Aquino, o jogo digital foi lançado no Centro Cultural da Justiça Eleitoral no Rio de Janeiro
Divirta-se com os fatos do período republicado brasileiro. E aproveite para aprende sobre os movimentos sociais, os fatos políticos e o desenvolvimento econômico do País. Uma oportunidade para deixar mais interessante as aulas de ciências humanas e história.
Confira no link...Aqui
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Software Livre na Educação: Diálogos com uma Pedagogia da Autonomia
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Fevereiro 12, 2010
Software Livre na Educação: Diálogos com uma Pedagogia da Autonomia
O Professor Luis Dhein, publicou
Ele referencia software livre como um marco na história das tecnologias educacionais e também da história da educação no Brasil. Eis um trecho do texto:
“levando esse tema para a direção da aprendizagem, vamos dizer que a escola precisa ser o espaço do tempo lento, do tempo da decodificação da informação. E nesse movimento não estou querendo dizer que a escola não deva utilizar os recursos tecnológicos. Muito pelo contrário, ela tem um papel muito importante. A escola precisa entrar nesse universo tecnológico, precisa investigar ele e decodificar ele, buscando apropriar-se de todo o potencial que as tecnologias digitais oferecem para o campo educacional”
Esta é uma postura de fato urgente, inclusive na universidade, para além dos cursos de Ciência da Computação e semelhantes. Estamos rodeados de tecnologias educacionais e a explosão das tecnologias relacionadas à informática ascendeu o pensar sobre esse campo do conhecimento. Estamos aprendendo.
Veja mais da palestra do Luis Dhein AQUI.
As infidelidades de Norminha e de Abel: o que dizem os antropólogos estruturalistas?
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Setembro 13, 2009
As infidelidades de Norminha e de Abel: o que dizem os antropólogos estruturalistas?
A Novela da TV Globo intitulada Caminho das Índias trouxe uma interrogação, se não a todos os telespectadores, pelo menos há alguns, como nós, professores, que teimamos em pensar a cultura televisiva: a perspectiva ou visão de mulher e homem encenada no horário nobre da TV Globo.
Numa conversa por telefone, recentemente, com o meu colega de trabalho, professor Sergio*, falamos, de forma breve, sobre estas questões. Como ele se mostrou interessado no assunto, eu o convidei a escrever alguma coisa e sugeri publicação aqui no Soprando.Net.
Abaixo, você pode ler as idéias que foram produzidas pelo professor Sergio.
Boa Leitura!
É preocupante assistir, na novela das 20h da Rede Globo, Norminha trair o marido e conseguir a legitimação do feminismo ressentido que habita todos nós, homens e mulheres. Séculos, ou milênios de traição do homem são substituídos - pelo menos na fantasia da roteirista da novela - pela traição da mulher. O gênero feminino encontra, enfim, um modo de retalhar, efetivar sua desforra, utilizando-se da mesma arma pela qual foi ferido: o falo. O mito da liberdade irrestrita e a apologia do princípio do prazer ignoram as contundentes críticas que já foram feitas a esses mitos, ignoram o compromisso emancipador para com a realidade tão alardeado pelos psicólogos e culturalistas.
E não bastasse a ironia-em-si do procedimento da bela Norminha, a sugestão de que Abel gosta de ser traído avoluma a vontade de vingança, de humilhação e a torna ainda mais bizarra. Os estudiosos da ética - se é que esse estudo encontraria alguma ressonância entre tal feminismo ressentido, rancoroso e rasteiro - haveriam de indagar se a imoralidade dos Abels, nos últimos milênios, justificaria a fantasia da traição feminina, como resposta profícua, como devolução strictu senso do mal fálico do macho no domínio despótico sobre a fêmea.
Uma resposta feminina, em grande estilo, assim como também deveria ser a resposta masculina, em semelhante ocasião, seria, antes de consumar a traição, Não! Não quero mais essa relação! É necessário que a fêmea desça à miserabilidade masculina para vingar-se como fêmea? Não estaria nesse procedimento um culto (pelo avesso) ao macho e aos seus privilégios? Não haveria em tudo isso um reforço do machismo em vez de sua crítica? Se pensarmos que a revanche de Norminha produz o ritual dos diversos machos a espreitando e fazendo apostas entre si de que conseguirão conquistá-la, possuí-la, a ingênua e equivocada “desforra” de Norminha, ao invés de acalmar o imaginário coletivo, em torno de uma pretensa vingança, não estará reforçando e alimentando a vontade fálica dos diversos conquistadores de plantão?
O feminismo que sustenta essa novela, com alguns personagens masculinos tão bizarrros, ludibriados, traídos e algumas mulheres fúteis, é um machismo às avessas. Não acrescenta, não amadurece a cultura, não contribui para o estímulo ao respeito pela mulher e pelo homem. Por outro lado, é tolice esperar que a televisão seja um instrumetno educativo. Há décadas temos visto como, na lógica do Mercado, a TV é refém do Ibope, da curiosidade e das fantasias menores das pessoas.
Não bastasse tudo isso, fiquei pensando nos antropólogos estruturalistas e a indignação que eles devem estar sentindo de tudo isso.
Ora, se atinarmos para o fato de que a mensagem do episódio Norminha e Abel chega aos lares de todo Brasil, perceberemos que o ethos e a estética de Ipanema, Leblon e Barra (quiçá Tijuca e Zona Norte sulizada), ornamentados de “pós-modernismo e justiça entre os gêneros”, chegam aos lares de Cumari-Go, de Imperatriz-Ma, de Rio Branco-AC, de Ituiutaba-MG, de Corumbá-MS, de Santa Maria-RS etc..
Nessas cidades, e nos seus arredores, homens, crianças, meninas (sobretudo), filhos de uma cultura cujo ego moral ainda está pouco estruturado e recém órfão da moralidade tradicional, “hospedam” (para lembrar Paulo Freire) esses valores, os admiram e os colocam
Ora, aquela moralidade tradicional era uma referência (boa ou má) permanente que precisava de uma velocidade histórico-cultural para transformar-se; a “liberdade” de Norminha tem a velocidade virtual do instantâneo consumível e as meninas de Imperatriz-Ma referenciar-se-ão no quê na semana seguinte, quando outra novela terá início? Na ausência de uma cultura egóica e moralmente estruturada, para discernir e escolher, o resultado de suas escolhas é de responsabilidade de quem?
Grandes poderes exigem grandes responsabilidades. O machismo dos homens não deve ser substituído, parodoxalmente, pelo “machismo feminista”, mas pela solidariedade e respeito mútuos que findam como os “ismos” e se abrem ao diálogo, à troca que (com) plementa.
Finalmente, já que a Globo vende essas novelas para o mundo, que ridícula, espetaculosa e ressentida imagem terão da nossa cultura! Paciência! A arte ruim, apesar de seu des-serviço à cultura, não pode ser sensurada, apenas suportada e criticada.
*Sérgio Pereira da Silva
e-mail: sergiops2006@uol.com.br
A Mídia Virou Partido, Ou Sempre Foi Assim?
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Setembro 8, 2009
A Mídia Virou Partido, Ou Sempre Foi Assim?
Um exercício de aprendizado interessante hoje em dia é analisar como a Mídia no Brasil vem se comportando na formatação da cultura, política e economia brasileira. Lembro-me de uma professora, no primeiro ano do Curso de Licenciatura em História, que dizia de sua indignação com o “Plin Plin” da Rede Globo de Televisão. Justamente no momento do ouvinte expectador poder pensar na notícia, vinha o tal “Plin Plin”, produzindo sua distração.
Uma idéia fundamental para se pensar os meios de comunicação e como eles decidem o que veicular é sempre encará-los, ou seja, tomar o que dizem e como dizem, como suspeito. Sim, suspeito, pois a notícia é uma produção como qualquer outra mercadoria no sistema capitalista. Ela tem um produtor empresário e é veiculada para se ganhar dinheiro, de alguma forma que seja. Aprendemos isso na universidade, não é? Imagino que uma parte de quem fez curso superior sim, para ser um pouco otimista. Mas a grande maioria da população, sem grau de escolaridade superior, não. Muitos, talvez milhões tomam a notícia, principalmente aquela veiculada no Jornal Nacional, como uma verdade absoluta.
Não seria isto um ótimo objeto temático para alfabetizar crianças, de norte a sul, leste a oeste do nosso país? Ou seja, começar na infância uma problematização da maior fonte de informações do Brasil, que é a televisão?
Tenho duas indicações para o leitor continuar pensando no assunto (feitas pelos amigos Carlos e Clemilda e pelo primo José Luiz).
Primeiro, a matéria CADA UM CONTA O QUE QUER CONTAR, do Diogo Moyses, de São Paulo. Fala sobre as comemorações do aniversário da Rede Globo, o que se comemorou e o que deixou de comemorar.
Segundo, um texto do Emiliano José, da Carta Capital, intitulado ELEIÇÕES E MÍDIA, TUDO A VER. Uma proveitosa leitura dos últimos fatos midiáticos brasileiros, referentes à política, petróleo e outros. Vale a pena ler.
Deste último, nasceu a idéia do título deste post. Afinal, para você leitor, a Mídia virou partido?
Concepções De Mundo No Debate Científico
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Julho 9, 2009
Concepções De Mundo No Debate Científico
Eu publiquei aqui no Blog, recentemente, um post intitulado Universo Elegante. Trata-se de 3 documentários sobre uma exposição de idéias do campo científico da física, suas novas tendências de interpretação e concepções de mundo. Há outro filme, que para aqueles que utilizam dessas tecnologias educacionais me parece ser apropriado para implementar este debate e que já vem sendo usado por colegas (eu também já o utilizei em minhas aulas), que o Ponto de Mutação.
Veja o filme abaixo e depois compare com os documentários de O Universo Elegante. Com certeza você irá exercitar os músculos pensantes.
obs. Dependendo da sua conexão, pode demorar um tempo para o filme carregar no seu micro.
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