Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos
Filed Under Cinema | Posted on Fevereiro 4, 2010
Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos
Na abertura, vemos escrito: “O Historiador é o Rei, Freud a Rainha”. Trata-se do filme “Nós que aqui estamos, por vós Esperamos”, uma memória do breve século XX. Memória tirada de acervos de imagens que toma o século XX pelas memórias individuais: “pequenas histórias, grandes personagens; pequenos personagens, grandes histórias”.
Sem diálogos ou narrativa oral, o filme compõe-se de imagens, legendas e trilha sonora. Como se a memória do século XX fosse pintada nas cores do filme mudo musicado.
Abaixo, os vídeos do Youtube que o telespectador pode assistir. Eu destaquei apenas o primeiro, mas o leitor pode ver que logo abaixo há a indicação dos outros*.
Nós Que Aqui Estamos, Por Vós Esperamos - PARTE 1
Parte 1 - http://www.youtube.com/watch?v=Lwl_CdjW3sw
Parte 2 - http://www.youtube.com/watch?v=1zHSqCv6vVI
Parte 3 - http://www.youtube.com/watch?v=1gX5s-LE5u8
Parte 4 – http://www.youtube.com/watch?v=U-2q7l2c8xY
Parte 5 - http://www.youtube.com/watch?v=sopz0RBKMlk
Parte 6 - http://www.youtube.com/watch?v=F9O9pw3pICs
Parte 7 - http://www.youtube.com/watch?v=aC3MInxKCns
Parte 8 - http://www.youtube.com/watch?v=O9NfEZ8dRVw
* Para quem quiser fazer downloud, basta acessar o Blog Almas corsárias, pelo link
Aqui
Videogames Tem História
Filed Under Aprendizagem Compartilhada | Posted on Agosto 28, 2009
Videogames Tem História
Meu filho, na idade de 10 anos, tem um assunto, digamos, quase que exclusivo: videogames. Para bater um papo mais longo e agradável com ele e seus amigos basta puxar o assunto dos jogos eletrônicos que a conversa rola horas e horas. E, claro, esse atrativo não se restringe às crianças, pois, nós, adultos, também nos interessamos por estes jogos. Nas últimas férias escolares, passei tardes inteiras aprendendo a jogar futebol no videogame.
Mas de onde vem esta prática cultural?
Descobri uma origem: o Spacewar, lançado por estudantes do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) em 1968, foi o precursor dos jogos para videogame.
Tenho lido artigos interessantes, que não recordo agora a fonte, indicando videogames para o uso cotidiano em sala de aula. Eu penso que esta é uma tendência forte no futuro da educação. Imaginemos estudar biologia, história, geografia, matemática utilizando imagens, sons, jogos que despertam grandes motivações. Na holanda, utilizaram o jogo eletrônico no combate à gripe suína. Veja Aqui.
Vi, por curiosidade de internauta, uma matéria relacionando o uso de videogames com a diminuição do peso. Veja Aqui.
Veja matéria completa sobre a história dos Videogames Aqui:
Boa Leitura!
I Congresso Internacional de História Do Sudeste Goiano
Filed Under Eventos | Posted on Agosto 7, 2009
I Congresso Internacional de História Do Sudeste Goiano
O I Congresso Internacional de História do Sudeste Goiano, IX Simpósio
de História de Catalão e Encontro do PEM (Programa de Estudos
Medievais) - UFG, História e Estudos Medievais, promovidos pela UFG -
CAC, PEM-UFG e UEG, ocorrerá entre os dias
2009, no Campus Catalão - UFG. Inscrições pelo site:
www.historiacatalaoeventos.com.br.
Maiores informações: Curso de História - Fone: 64-34411509, ou pelo E-mail:
icongressointernacionalufgcac@gmail.com
Apresentação De Trabalhos Na Disciplina História Da Educação
Filed Under Historia da Educação 2007 | Posted on Junho 27, 2009
Apresentação De Trabalhos Na Disciplina História Da Educação
No último dia 26 de junho, as alunas da Disciplina História da Educação (Curso de Pedagogia, UFG – Catalão-GO) apresentaram o resultado do Estudo dirigido intitulado: “As idéias pedagógicas no Brasil entre 1759 e 1932: coexistência entre as vertentes religiosa e leiga da Pedagogia tradicional”, texto do Demerval Saviani*. A idéia do Estudo Dirigido foi dividir a turma em 9 grupos, propondo, aos mesmos, uma pesquisa básica, contextualizando o período histórico compreendido como Brasil Colônia, Império e início da República. Os temas propostos foram:
• Riquezas do Brasil colônia
• A escravização: índios e negros
• O conflito entre Colônia e Metrópole
• Fé e Razão
• O Marques de Pombal e o despotismo esclarecido
• Professores e aulas régias
• As instituições escolares
• Os métodos de ensino
• As reformas educacionais
O julgamento do trabalho foi dividido da seguinte forma: 50% da nota, que foi a apresentação, ficaram por conta das alunas avaliarem as colegas. Os outros 50% serão a avaliação do texto impresso entregue ao professor.
No final, fizemos um breve comentário. Primeiramente, sobre o nervosismo da turma. Eu disse que isto era normal, ou seja, tremer as pernas, ter dor de barriga e que na maioria das vezes acontece com todos os professores. Eu, inclusive, já ouvi isto de professores quando fazia o doutorado, e, sem sombra de dúvidas, fico também, se não nervoso, apreensível toda vez que estou para iniciar um novo curso, com uma nova turma.
Chamei a atenção para o fato de que ao se apresentar um trabalho não basta ler, seja no papel, no Retro Projetor ou na imagem projetada no Data Show. O argumento é que ao se apresentar um trabalho, uma idéia o(a) apresentador(a) está sendo um(a) mensageiro(a), alguém que é portador(a) de uma mensagem e que portanto tem que cativar quem o(a) está ouvindo. Despertar o interesse, mostrando domínio de conteúdo, versatilidade de movimentos, gestos ao falar, enfim, faz-se aproximadamente um show. No bom sentido do termo, pois eu já vi pessoas fazerem piruetas e não apresentarem nada de interessante, como já vi também pessoas de bom conteúdo conferindo palestras difíceis de engolir. Afinal, não é todo dia que estamos dando chute e marcando gol. Mas o importante é não fazer qualquer coisa, de qualquer jeito. E isto foi muito comum nas apresentações.
Eu não tenho o hábito de praticar estas estratégias de aula, quais sejam, os seminários apresentados por alunos(as) na graduação. Um dos motivos é este: os alunos ficam atordoados com o nervosismo e imaginam, principalmente nos primeiros anos, que o importante é falar, mesmo que seja qualquer coisa. Como se a fala fosse pontinhos que eles iriam ganhando, cada vez que se pronunciassem independente da forma. Ora, falar é algo que está diretamente relacionado com a forma, postura. É uma arte. Mas, nos últimos anos, venho percebendo que se os alunos e alunas não passarem por estes momentos difíceis e nós não os presenciamos praticando a oratória, nós pouco podemos contribuir para seu aperfeiçoamento. E não se trata apenas de avaliá-los(as). Fazemos com isto uma necessária auto avaliação.
Isto nos leva a pensar também sobre a formação que oferecemos na Universidade. Vou colocar o problema apenas como indício de suspeição, pois ainda não analisei o problema detalhadamente. Trata-se de imaginar sobre a Educação Integral. Com o crescimento das tecnologias da informação, a meu ver, há uma necessidade do aluno dedicar mais tempo com seus estudos e pesquisas pessoais e aproveitar de forma mais intensiva os momentos que nós chamamos de aula. Alunos e professores bem preparados para este momento especial que é a aula é como ver uma partida de sinuca bem disputada. Por outro lado, quando os textos não são lidos, ou o professor não prepara a sua aula, nada acontece, o tempo é perdido, as bolas, da sinuca, não são encaçapadas, não se faz gol.
Para fazer o debate responsável das idéias, tendo em vista a formação do cidadão, da pessoa educada nos “valores da solidariedade humana e respeito pela paz” (chamo a atenção para os dois textos que o Saramago escreveu recentemente no seu blog: Formação 1 e Formação 2) o vínculo entre uma aula/seminário e a perspectiva de tornar o aluno cidadão com estas práticas deveria ser mais estreito possível. Será que estamos no caminho?
Abaixo, algumas fotos da turma.
* SAVIANI, Dermeval. História das idéias pedagógicas no Brasil. 2 ed. rev. ampl. Campinas, SP: Autores Associados, 2008.
catalão educação história Historia da Educação 2007 trabalho ufgCarlota Joaquina
Filed Under Aprendizagem Compartilhada | Posted on Junho 19, 2009
Carlota Joaquina
Vejam Carlota Joaquina, na bem humorada apresentação abaixo. História e humor numa reconstrução dessa personagem que, segundo ela mesma, veio cobrar uma prestação de contas com as imagens históricas e cinematográficas que fizeram, no Brasil, da esposa de D. João e mãe de D. Pedro I.
aprendizagem compartilhada carlota joaquina história













