Greve Na Universidade Federal de Rondônia
Filed Under Púlpito | Posted on Novembro 4, 2011
Greve Na Universidade Federal de Rondônia
Recebi essa informação e passo a divulga-la aos leitores do Blog:
A Universidade Federal de Rondônia está em greve desde 16 de setembro de 2011. A Reitoria está ocupada pelos estudantes a 25 dias. Ocupada significa fechada.
Um professor de História foi preso arbitrariamente pela Polícia Federal enquanto chupava um pirulito.
Os bombeiros condenaram o campus universitário. Os departamentos de Biologia e Química são praticamente bombas-relógio.
Todo dinheiro que entra pelo REUNI some num buraco negro e grande parte das vagas que o MEC manda são ocupadas por favorecidos pela Administração Superior.
O Reitor, apesar dos pedidos de afastamento, não renuncia. O MEC demora em tomar uma providência. Resta fazer pressão e divulgar a greve fora de Rondônia. Estamos no faroeste.
Segue, abaixo, o vídeo que estão divulgado sobre a prisão do professor de História.
Divulguem em suas listas. Aqui está o link do Blog do Comando de Greve: http://comandodegreveunir.blogspot.com/
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Filed Under Púlpito | Posted on Abril 19, 2010
Greve De Professores Em Minas Gerais
Ao ver o vídeo abaixo, lembrei-me de quando fui professor em Escola Pública, em Uberlândia, Minas Gerais. Lembrei, também, de um outro tempo anterior, em 1979, enquanto aluno de escola pública, presenciei um movimento grevista muito forte dos professores de Minas.
Publico aqui no Blog esse vídeo, na intenção de saudar os professores da Rede estadual de Minas Gerais, apoiando-os pela luta digna de um salário decente e justo ao profissional da Educação.
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Filed Under Púlpito | Posted on Março 17, 2010
Greve Na Educação Em São Paulo
A mídia publicou que a greve arrastou 1% dos professores do Estado de São Paulo. Acho que o vídeo abaixo diz outra coisa. O que você acha disso?
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Filed Under Notícias | Posted on Junho 11, 2009
Agressão Policial Na USP
Veja, abaixo, depoimento de um professor da USP, enviado via lista de discussão do HISTEDBR.
Prezados colegas,
Hoje, 09/06, as associações de funcionários, estudantes e professores haviam
deliberado por uma manifestação em frente à reitoria. A
manifestação, que eu presenciei, foi completamente pacífica.
Depois, as organizações de funcionários e estudantes saíram em
passeata para o portão 1 para repudiar a presença da polícia do
campus. Embora a Adusp não tivesse aderido a essa manifestação,
eu, individualmente, a acompanhei para presenciar os fatos que, a
essa altura, já se anunciavam. Os estudantes e funcionários
chegaram ao portão 1 e ficaram cara a cara com os policiais
militares, na altura da avenida Alvarenga. Houve as palavras de
ordem usuais dos sindicatos contra a presença da polícia e
xingamentos mais ou menos espontâneos por parte do s manifestantes.
Estimo cerca de 1200 pessoas nesta manifestação.
Nesta altura, saí da manifestação, porque se iniciava assembléia
dos docentes da USP que seria realizada no prédio da História/
Geografia. No decorrer da assembléia, chegaram relatos que a tropa
de choque havia agredido os estudantes e funcionários e que se
iniciava um tumulto de grandes proporções. A assembléia foi
suspensa e saímos para o estacionamento e descemos as escadas que
dão para a avenida Luciano Gualberto para ver o que estava
acontecendo. Quando chegamos na altura do gramado, havia uma
multidão de centenas de pessoas, a maioria estudantes correndo e a
tropa de choque avançando e lançando bombas de concusão
(falsamente chamadas de [UTF-8?]“efeito [UTF-8?]moral†porque soltam
estilhaços e machucam bastante) e de gás lacrimogêneo. A multidão subiu correndo até o prédio da História/ Geografia, onde a assembléia havia sido
interrompida e começou a chover bombas no estacionamento e entrada
do prédio (mais ou menos em frente à lanchonete e entrada das
rampas). Sentimos um cheiro forte de gás lacrimogêneo e dezenas
de nossos colegas começaram a passar mal devido aos efeitos do gás
[UTF-8?]– lembro da professora Graziela, do professor Thomás, do
professor Alessandro Soares, do professor Cogiolla, do professor
Jorge Machado e da professora Lizete todos com os olhos inchados e
vermelhos e tontos pelo efeito do gás. A multidão de cerca de 400
ou 500 pessoas ficou acuada neste edifício cercada pela polícia e
4 helicópteros. O clima era de pânico. Durante cerca de uma hora,
pelo menos, se ouviu a explosão de bombas e o cheiro de gás
& gt; invadia o prédio. Depois de uma tensão que parecia infinita,
recebemos notícia que um pequeno grupo havia conseguido conversar
com o chefe da tropa e persuadido de recuar. Neste momento, também,
os estudantes no meio de um grande tumulto haviam conseguido fazer
uma pequena assembléia de umas 200 pessoas (todas as outras
dispersas e em pânico) e deliberado descer até o gramado (para
fazer uma assembléia mais organizada). Neste momento, recebi
notícia que meu colega Thomás Haddad havia descido até a reitoria
para pedir bom senso ao chefe da tropa e foi recebido com gás de
pimenta e passava muito mal. Ele estava na sede da Adusp se recuperando.
Durante a espera infinita no pátio da História, os relatos de agressões
se multiplicavam. Escutei que a diretoria do Sintusp foi presa de
maneira completamente arbitrária e vi vários estudantes que haviam
sido espancados ou se machucado com as bombas de concusão
(inclusive meu colega, professor Jorge Machado). Escutei relato de
pelo menos três professores que tentaram mediar o conflito e foram
agredidos. Na sede da Adusp, soube, por meio do relato de uma
professora da TO que chegou cedo ao hospital que pelo menos dois
estudantes e um funcionário haviam sido feridos. Dois colegas
subiram lá agora há pouco (por volta das 7 e meia) e tiveram a
entrada barrada. Os seguranças não deixavam ninguém entrar e
nenhum funcionário podia dar qualquer informação. Uma outra delegação
de professores foi ao 93o DP para ver quantas pessoas haviam sido
presas. A informação incompleta que recebo até agora é que dois
funcionários do Sintusp foram presos, mas escutei relatos de
primeira pessoa de que haveria mais presos.
A situação, agora, é de aparente tranquilidade. Há uma
assembléia de professores que se reuniu novamente na História e
estou indo para lá. A situação é gravíssima. Hoje me envergonho
da nossa universidade ser dirigida por uma reitora que, alertada dos
riscos (eu mesmo a alertei em reunião na última sexta-feira),
autorizou que essa barbárie acontecesse num campus universitário.
Estou cercado de colegas que estão chocados com a omissão da
reitora. Na minha opinião, se a comunidade acadêmica não se
mobilizar diante desses fatos gravíssimos, que atentam contra o
diálogo, o bom senso e a liberdade de pensamento e ação, não sei
mais.
Por favor, se acharem necessário, reenviem esse relato a quem julgarem
que é conveniente.
Cordialmente,
Prof. Dr. Pablo Ortellado
Escola de Artes, Ciências e Humanidades
Universidade de São Paulo
Vejam mais fotos da agressão abaixo:
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/06/448641.shtml
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/06/448626.shtml
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2009/06/448656.shtml












