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No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.

Jogando e Aprendendo! A tecnologia na Educação Física Escolar: O videogame como ferramenta educacional.

Filed Under Estudantes | Posted on Abril 10, 2012


Jogando e Aprendendo! A tecnologia na Educação Física Escolar: O videogame como ferramenta educacional.

 

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS – CAMPUS CATALÃO

CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E MÍDIA

PROFESSOR: Wolney Honório Filho

ALUNO: Luan Carlos Neto

 

 

Quando nos referirmos ao videogame, logo vem, na cabeça da grande maioria das pessoas, diversão, entretenimento, sedentarismo, jogos violentos, dentre várias outras ideias pré-estabelecidas pelo senso comum.  Porém, esta ferramenta tecnológica pode e deve ser usada como uma grande ferramenta pedagógica dentro do âmbito escolar.

 

Mas, como seria essa inserção do videogame dentro da escola, mais especificamente dentro das aulas de Educação Física?

 

Pois bem, vivemos em um mundo em que o acesso á mídia eletrônica está crescendo de forma avassaladora, e os jogos eletrônicos estão inseridos neste contexto.  Como afirma (MENDES, 2005), estes jogos são um dos objetos mais consumidos no mundo inteiro, ultrapassando 2,8 milhões de produtos comercializados apenas em nosso país. Por que não pensarmos o videogame como espaços de aprendizagem e ressignificação de desejos dentro da Educação Física Escolar? É preciso superar essa interpretação simplista de que os jogos eletrônicos são necessariamente um mal social. E entendermos o jogo eletrônico como algo produtivo, algo que produz conhecimento.

 

Na Educação Física escolar, esses jogos eletrônicos podem ser usados e pensados de duas formas: primeiramente, como um objeto de estudo, onde o professor levaria o aluno a refletir de forma crítica sobre esses jogos, trazendo uma discussão cultural, pois é nítido que esses jogos já entrelaçam imagens, valores e marcas dentro do mercado midiático e cultural; Por outro lado, estes jogos podem ser usados como uma forma de ensinar outros conteúdos da Educação Física, como esportes, dança e lutas. Onde o jogo eletrônico pode ser utilizado como forma de maior entendimento de movimentos, gestos motores, facilitando e dando mais motivação ao ensino do conteúdo.

 

Entender que este tipo de inovação dentro do âmbito escolar é de fundamental importância para o aumento da motivação do aluno com o conteúdo, como ressalta Johnson (2001), dizendo de forma sucinta que precisamos de um ambiente de aprendizagem que englobe recursos de interatividade, conteúdo didático, gerenciamento acadêmico, etc. O professor precisa entender que a forma de focar a atenção dos alunos é trabalhar de forma dinâmica e criativa. Porém, os professores não foram ensinados a trabalhar desta maneira. Más, esta já seria outra discussão.

 

Trabalhar com esses jogos eletrônicos dentro do âmbito escolar é um desafio, mas esse desafio a cada dia se transforma em uma necessidade, pois estamos deparando com uma nova educação não somente no âmbito tecnológico, mas também em função das transformações humanas já vivenciadas.

 

Os jogos eletrônicos estão cada vez mais presentes nas vidas das crianças, jovens e adolescentes. Por que não utilizá-lo como algo que irá produzir conhecimento?

 

 

Referencias:

 

ALVES, Lynn.  Game over: jogos eletrônicos e violência. 2004. Tese (Doutorado em Educação). Programa de pós-graduação em educação. Universidade Federal da Bahia, 2004.

 

JOHNSON, Steven. Cultura da Interface: Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de janeiro: Jorge  Zahar Ed., 2001.

 

MENDES, Cláudio Lúcio. Como os jogos eletrônicos educam? Presença Pedagógica, VII, n.62, p18-25, mar/abr. 2005.

 

SILVEIRA, Guilherme C. F. da. TORRES, Livia Maria Zahra Barud. Educação Física Escolar: um olhar sobre os jogos eletrônicos.

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A importância das TICS como Tecnologia Assistiva no Processo de Ensino e Aprendizagem de pessoas com deficiências

Filed Under Estudantes | Posted on Março 27, 2012


A importância das TICS como Tecnologia Assistiva no Processo de Ensino e Aprendizagem de pessoas com deficiências

 

foto.jpgUNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CAMPUS CATALÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO E MÍDIA

                                                           

Professor: Dr. Wolney Honório Filho

Aluno: Samara Sidney Vieira, graduanda do7° período de pedagogia.

 

 

 

A Tecnologia Assistiva é um termo ainda novo e de conhecimento de poucos, abrange metodologias, produtos, serviços, ou seja, toda e qualquer ferramenta ou recurso que promovam as pessoas com deficiência, maior facilidade na realização de atividades, procurando aumentar as habilidades funcionais e proporcionar uma melhor qualidade de vida, independência e inclusão social.

 

Ela engloba áreas como mobilidade alternativa como o acesso ao computador e suas adaptações, a acessibilidade dos ambientes, a adaptação de atividades escolares, a adaptação de equipamentos de lazer e recreação, a comunicação alternativa e ampliada, a cadeira de rodas e andadores, a adequação postural com o posicionamento adequado do aluno na carteira da escola e outros. (NUNES; PELOSI, 2009).

 

Uma das maneiras de minimizar as barreiras causadas pela deficiência é desenvolver recursos de acessibilidade. As TICs - Tecnologias de Informação e Comunicação, nesse sentido, podem ser usadas como Tecnologia Assistiva, auxiliando essas pessoas a conseguirem acompanhar o desenvolvimento das demais, inserindo-as assim em ambientes ricos para aprendizagem e ampliando a possibilidade de sucesso escolar. Segundo Levy (1999), as TICs são importantes ferramentas para a inclusão e interação no mundo, seu processo de inclusão escolar  torna possível a aprendizagem autônoma, e cria possibilidades de participação na vida social.

 

O artigo 61 do Decreto nº 5296/04 aponta que as ajudas técnicas devem garantir aos deficientes, produtos, instrumentos, equipamentos e tecnologias adaptadas ou especialmente projetadas para melhorar a funcionalidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, favorecendo a autonomia pessoal, total ou reduzida. Do mesmo modo, Brasil (2006) cita que o espaço escolar deve ser estruturado para oferecer as ajudas técnicas e os serviços de tecnologia assistiva com a finalidade de promover a inclusão de todos os alunos na escola.

 

Nessa perspectiva, o MEC vem implantando o programa de salas de recursos multifuncionais. É um espaço para o atendimento educacional especializado, são salas com materiais pedagógicos e de acessibilidade que favorece o aluno na aprendizagem e comunicação. Mas ainda não é suficiente, basta voltar os olhos para educação e ver que ainda são poucas escolas que possuem adaptações para fazer com que, de fato, a inclusão educacional e sócio-digital realmente aconteça.

 

Lauand (2005) defende a tecnologia como facilitadora da inclusão escolar de alunos com necessidades especiais e considera que os recursos de computadores na tecnologia assistiva é uma das áreas de maior crescimento nos últimos anos tendo em vista que, especificamente no campo da Educação Especial, muitos alunos se beneficiariam em muito o seu aprendizado se lhes fossem proporcionados tais recursos.

 

As salas de recursos multifuncionais sozinhas não são o bastante, mesmo já sendo um grande progresso. Conforme Paulo Freire, “saber ensinar não é transferir conhecimento, mas criar possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.

 

Precisamos, no entanto de habilidades dos profissionais, de professores que tenham coragem e iniciativa em buscar se qualificar nessa área do conhecimento, para favorecer os processos de ensino e aprendizagem, e poder garantir às pessoas com deficiências a terem acesso ao seu direito, sabendo da eficácia dos mesmos na prática escolar.

 

 

 

Referencias:

 

BRASIL: Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Sala de Recursos Multifuncionais: espaços para o Atendimento Educacional Especializado. Brasília: MEC/SEESP, 2006.

 

DECRETO nª 5.296/2004. Disponível em www.81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/23/2004/5296.htm

 

FREIRE, P. PEDAGOGIA DA AUTONOMIA - saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2003.

 

LAUAND, G. B. A. Fontes de Informação sobre tecnologia assistiva para favorecer a inclusão escolar de alunos com necessidades especiais.  217f. Tese (Doutorado em Educação Especial) – Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, 2005.

 

LÉVY, P. Cibercultura. São Paulo, Ed. 34, 1999.

 

NUNES, L. R. O. P. ; PELOSI, M. B. Caracterização dos professores itinerantes, suas ações na área de tecnologia assistiva e seu papel como agente de inclusão escolar. Rev. bras. educ. espec. vol.15 no.1 Marília Jan./Apr. 2009.

 

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Corpo, Movimento, Educação e Tecnologia

Filed Under Estudantes | Posted on Março 24, 2012


Corpo, Movimento, Educação e Tecnologia

 

fabio.pngUNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS

CAMPUS CATALÃO

CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO COMUNICAÇÃO E MÍDIA

                                                           

Professor: Dr. Wolney Honório Filho

Aluno: FÁBIO DE MELO PIRES

 

 

Com o passar dos anos o homem veio se dedicando cada vez mais para a tecnologia, e isso nos possibilitou um avanço rápido em todas as áreas de trabalho, possibilitando o acesso imediato a informações que só teríamos acesso, por exemplo, em jornais, revistas e outras fontes informativas que não fossem em tempo real. Outro ponto positivo são as formas de entretenimentos voltados para a educação, como jogos educativos, formas diferentes de ensinar, chamar a atenção dos alunos.

Porém toda essa tecnologia tornou tudo muito fácil para o ser humano: máquinas substituem certos esforços que eram exigidos da força humana, tornando um mundo mais sedentário. Toda essa evolução chega mais cedo em casa, crianças já crescem frente a essa tecnologia e nem tem a chance de ter uma infância “comum”, não tendo contato com outras crianças, tendo conhecimento de assuntos que não deveriam ser de seu conhecimento.

A internet é uma fonte informativa que não tem censura, basicamente encontra-se de tudo, o que leva uma criança a se envolver em um mundo que deveria se preocupar e viver só anos e anos à frente. Sem contar as pessoas que procuram apenas fazer maldade com os outros, além de certa forma expor a vida em uma rede social e acabar se privando de uma vida social.

O que o mercado nos proporciona hoje para tentar reverter essa situação, para que tenhamos um futuro melhor para as crianças, tanto físico quanto mental, é o vídeo game Wii e o Kinect que utilizam movimentos humanos para que seja projetado na televisão para dar continuidade ao jogo. Com isso estimula tanto a criança a fazer movimento e sair do sedentarismo e, ao mesmo tempo, ajuda na reabilitação de pacientes com certas dificuldades neurológicas, traumas e entre outras patologias relacionadas ao movimento.

Outra forma de entretenimento é a lousa digital usadas em sala de aula para que desperte o interesse do aluno em participar da aula e a ter contato com o meio em que ele vive, a se relacionar melhor com os colegas de sala e indiretamente com quem ele tiver contato, e, logicamente, no aprendizado, que fica mais interessante quando feito em forma de brincadeira, pois o período escolar dura muitos anos e de forma cansativa, principalmente para crianças que estão iniciando na vida escolar.

Mas não apenas na educação infanto-juvenil a tecnologia está presente, as pessoas procuram cada vez mais uma forma de gostar de praticar exercício físico. A ideia de que academias eram apenas para dar uma forma escultural em um corpo, ou seja, apenas estética já não é valida mais. As pessoas já têm consciência de que exercício físico é sinônimo de saúde, de uma perspectiva de vida melhor, e uma terceira idade mais amena. É por isso que a procura por novas formas de exercício que venham a dar prazer em fazer e não algo monótono como musculação como tem em academias convencionais, procuram algo que deixa com vontade de praticar exercício novamente, e não com desânimo de estar frequentando aquele lugar por “obrigação”, uma forma de prevenção podemos assim dizer.

Como solução para essas pessoas que procuram algo fora do convencional, tem-se o kango jumping, que utiliza molas fixas nos pés e a pessoa além de receber estímulos proprioceptivos, para se equilibrar no aparelho, realiza também exercícios aeróbicos.       

A tecnologia também nos proporciona avaliar o estado físico de um atleta até uma pessoa sedentária, para que possamos ter uma base de anamnese, para assim dar início ao treino certo para o objetivo escolhido. Também para comprovar se seu treino foi eficaz ou não, e o que precisa ser melhorado nos próximos meses.

        Logo, o aumento da tecnologia trás mudanças a nós seres humanos, e necessidades cada vez mais rápidas e simultâneas de comunicação.

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Cultura E Memória Nos Processos Formativos

Filed Under Estudantes | Posted on Março 20, 2012


Cultura E Memória Nos Processos Formativos

 

O título deste post é o nome da Disciplina eletiva, Cultura E Memória Nos Processos Formativos, oferecida na Linha 1, do mestrado em Educação – UFG-Catalão. Aqui estão fotos tiradas hoje da turma.

ps. a data da foto não confere com a data de 20-03-2012, quando as fotos foram tiradas.

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TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

Filed Under Estudantes | Posted on Março 20, 2012


TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA

 

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS – CAMPUS CATALÃO

CURSO DE PEDAGOGIA

DISCIPLINA: EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E MÍDIA

PROFESSOR: DR. Wolney Honório Filho

ALUNA: Bruna Fleuri Castro Araújo

 

 

Confesso que quando o professor pediu para escrever esse texto eu fiquei sem reação, sem pensar como começar a escrevê-lo mesmo que em discussão em sala de aula disse que desde criança sempre tive contato com as tecnologias, que estão cada vez mais amplas, mas nunca pensei em relatar sobre esse assunto. A partir desse dia, fiquei a pensar porque não falar sobre a educação através de tecnologias, isso mesmo, educação tecnológica em sala de aula. Eu, como futura pedagoga, espero ter diferentes métodos para dar aula e penso que esse é um modelo que fazem todos os professores pensarem que podem sair um pouco do formato de uma educação tradicional ou construtivista e pensar: será mesmo que esses são os melhores métodos a serem usados nas escolas.

 

Para que uma pessoa possa ensinar a ler, deve ler e com a tecnologia não é diferente, para podermos passar adiante um conhecimento tecnológico devemos conhecer mais sobre a relação entre tecnologia e educação. Portanto, pensar nas TICs (tecnologias de informação e comunicação) sem antes prepararmo-nos como educadores para lidar com essas ferramentas não é o certo. Por isso, é importante termos a disciplina Educação, Comunicação e Mídias na graduação que nos ajuda e faça com que possamos ensinar os alunos do século XXI. A idéia é levar a todos uma ferramenta que além de facilitar o meu trabalho como professora possa dar oportunidade aos meus alunos de utilizar esses meios que por muitos motivos não têm acessibilidade.

 

Podemos somar tecnologia e conteúdos. Assim, podem nascer oportunidades de ensino significativas, fazendo as aulas ficarem diferentes e também fazer com que haja uma melhor interação entre alunos e professores. Com isso, os alunos poderão se sentir mais motivados a estudar e aprender cada dia mais. Não estou dizendo que todas as aulas devem ser feitas a partir das tecnologias. Há várias maneiras de se usar a tecnologia como internet, vídeo-game, DVD, data-show e não se limitar apenas em quadro e giz, basta nós educadores termos criatividade, para que uma aula possa ser bem dada e admirada pelos alunos.

 

Mas para que essas tecnologias possam ser usadas em sala de aula, deve-se passar pela coordenação da escola e ainda precisa ter a tecnologia disponível na escola. Por isso, na educação atual não há resultados favoráveis quando há apenas um laboratório com computadores. Além de não terem outros recursos, é necessário que o governo ajude a levar tecnologias para a sala de aula no momento em que forem necessárias. Mas essa ideia ainda é vista como uma utopia, um sonho que poderá acontecer futuramente.

 

Enfim, podemos dizer que estamos vivendo num mundo tecnológico e temos que acompanhá-lo, estudando sempre e trazendo novas maneiras de poder ensinar nossos alunos, que estão mergulhados nesse mundo tecnológico.

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