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No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.

A Escola Na Web: Uma Iniciativa Com Blogs Educativos

Filed Under Eventos | Posted on Maio 30, 2008

A Escola Na Web: Uma Iniciativa Com Blogs Educativos

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Eu estava lendo os e-mails da comunidade Internet na Educação e me interessei por dois posts do blog do NTE – Núcleo de Tecnologia Educacional de Belém, do Estado do Pará. Considero importante divulgar aqui.

O primeiro, intitulado “Quer aprender? Crie um Blog”, que comenta uma reportagem da revista Época sobre os usos positivos de Blogs na educação. Ressaltando, Blog como ferramenta pedagógica, resgatando a motivação para a freqüência à escola, bem como para o aprendizado.

O segundo post, “Primeiro concurso de Blogs de Escolas públicas estaduais do Parátraz uma interessante iniciativa de valorização dos Blogs educativos publicados pelas Escolas.

Está ai uma idéia interessante: o estímulo ao contato com as novas tecnologias, especialmente a Internet, criando e aperfeiçoando ferramentas pedagógicas para a educação contemporânea. Eu particularmente fico animado ao ler estas notícias, pois além da iniciativa ter partido do NTE do Pará, o projeto apresenta uma expectativa positiva de interação entre este importante órgão que hoje vários Estados brasileiros têm em funcionamento, e as Escolas.

Eu fico torcendo pelo sucesso desta integração no Pará e para que esta idéia pegue em outros Estados da União. Não acredito em modelos, mas em experiências que possam ser germes de outras experiências.

Se voce eh novo(a) aqui, inscreva-se ao meu RSS feed. Obrigado pela visita!

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Universidade, Faculdade Ou Escola?

Filed Under Púlpito | Posted on Maio 4, 2008

Universidade, Faculdade Ou Escola?

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Quais são as formas de representação de uma Universidade sob a perspectiva dos seus alunos e alunas?

Esta é uma questão que me ocorreu recentemente quando eu ouvi uma aluna falar ao telefone, dizendo mais ou menos assim: “eu estou aqui na faculdade”. Faculdade ou Universidade?

Outra expressão representando também a Universidade é “escola”: “fulano foi para a escola”, querendo dizer que a pessoa foi para a Universidade.

Bom, estou me referindo à minha experiência de professor na UFG em Catalão – GO. Talvez por situar-se numa região do interior do país (Centro Oeste), ainda preserve representações das instituições do ensino superior como sendo um lugar de escolarização, não precisando diferenciar o grau desta escolarização.

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Universidade, Faculdade e Escola são a mesma coisa?

Escola vem do Grego scholé(σχολεῖον) que significa lugar do ócio. Na Grécia Antiga, as pessoas que dispunham de condições sócio-econômicas e tempo livre é que nela se reuniam para pensar e refletir.

Faculdade já é uma das denominações de Universidade. Por exemplo, numa Universidade podemos encontrar Faculdade de Direito, Medicina, Ciências Humanas e outras.

Universidade significa totalidade, reunião de Faculdades. Historicamente, especialmente no Brasil, a criação das primeiras Universidades vem da união de Escolas (de ensino superior) isoladas, ou Faculdades isoladas.

Voltemos ao ponto de partida, agora um pouco mais alimentados de informações online (para estas rápidas palavras foi consultado o site http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal para os termos que dão título a este post).

Por um lado, existe aqui um desconforto. Afinal, uma aluna de Universidade não saberia distinguir a diferença entre as três modalidades: Universidade, Faculdade e Escola? Mas este desconforto não é fruto de uma tendência pensante que poderia estar considerando os conceitos como algo estável, universal ou mesmo congelados no tempo? Ou seja, Universidade é uma coisa, Faculdade outra e Escola uma terceira coisa?

Neste sentido, a aluna com certeza estaria “atrasada”, “fora do padrão”, “desconectada” do mundo sócio educacional que está participando. Em resumo, ela não teria “sacado” o fio da meada estruturante e regularizador de uma instituição secular, que é a Universidade.

Por outro lado, penso que isto pode também revelar certa transgressão, talvez não tão consciente, mostrando um lado caótico e desqualificado pelo qual passa a graduação universitária no mundo contemporâneo. Existe na expressão utilizada pela aluna uma forma de ver a relação entre o indivíduo e a estrutura social (universitária, no caso) como algo necessário, porém distante. A Universidade seria um lugar de profissionalização, talvez prazeroso, talvez não.

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O fato é que numa Universidade podemos ter várias Escolas (de pensamento) e Faculdades (áreas de formação). Porém, mesmo assim, esta mistura de sentido revela algo instável: o abalo de uma tradição que tendia a localizar na Universidade o lugar do saber. Não que a Escola (ensino fundamental e médio) pudesse estar substituindo o papel da própria Universidade. Mas que a formação da pessoa extrapolou o muro da Escola (Universidade), indo se abrigar também na fábrica, na empresa, etc.

Mas não vamos fazer disto uma tempestade num copo de água. Consideremos também que esta é uma interpretação apressada, de momento. Mas convenhamos: a Universidade, enquanto instituição de saber e local de produção de cultura, está mudando. Para onde estamos indo?

Isto mostra também que não existe apenas um sentido para o termo Universidade, e nem mesmo para Escola ou Faculdade. Estamos vivendo múltiplas perspectivas de sentido. Seria isto realmente uma novidade? Acredito que não, pois depende de quem e como se está abrindo as páginas do passado. Mas esta é uma outra história.

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O Rádio Na Escola

Filed Under Púlpito | Posted on Abril 24, 2008

O Rádio Na Escola


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Caro Leitor(a),

 

Estou fazendo uma pequena enquête e gostaria de sua colaboração. Trata-se de

um estudo que estou fazendo sobre a utilização do rádio e o perfil do ouvinte.

Para responder às perguntas acesse, logo abaixo, a sessão leave a comment (deixe seu comentário). Em seguida, responda às perguntas, da seguinte forma (sugestão):

Questão 1 – letra A – (exemplo)

Questão 2 – letra C – (exemplo)

E assim para as demais perguntas.

Sugerem-se as seguintes questões:

 

 

1) Com que freqüência, habitualmente, ouço o rádio?
a. diariamente
b. de vez em quando
c. raramente

 

 

2) Quando ouço o rádio, eu…
a. concentro-me nesta atividade
b. tento ouvi-lo enquanto faço outras coisas
c. ligo e deixo tocar sem prestar muita atenção

 

3) Quando ouço o rádio, em que estou interessado?
a. educação (cursos)
b. informação (notícias)
c. diversão (música, humor)

 

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4) Em minha escola, existem oportunidades para se ouvir o rádio?
a. quase sempre
b. eventualmente
c. raramente ou nunca

5) Dentro de um projeto pedagógico, na minha opinião, o rádio pode ajudar…
a. muito
b. um pouco
c. nada

5) Minha faixa etária está entre…

a. 9 e 17 anos

b. 18 e 28 anos
b. 29 e 45 anos
c. 46 acima

Agradeço a participação.

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Omissão Ou Manutenção Dos Mesmos Rumos Em Educação?

Filed Under Púlpito | Posted on Março 4, 2008

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By Ana Maria Gonçalves*

Pensar a educação brasileira hoje exige retomar a proposta do atual governo durante a campanha eleitoral. O programa de campanha do presidente Lula, “Uma escola para todos”, era bastante vago em relação ao financiamento federal da educação brasileira, prometendo somente o re-exame dos vetos do governo Cardoso ao Plano Nacional de Educação (Lei nº 10. 172/2001) – PNE. É certo que o re-exame não foi feito até hoje, o que de qualquer modo se configuraria em uma medida modesta, visto que ficaria aquém da proposta do Plano Nacional de Educação elaborado no âmbito do Congresso Nacional de Educação – CONED, o qual previa a aplicação de 10% do PIB.

Em relação ao PNE/CONED, denominado PNE da Sociedade Civil, cabe indagar por que as entidades que o produziu vêm se omitindo quanto a cobrar do governo federal o compromisso de cumprir a dívida de campanha. Mais do que isso, por que o governo Lula não é cobrado no sentido de ampliar a aplicação de recursos na educação. Que o Congresso Nacional e o Executivo sejam omissos e/ou estratégicos quanto aos vetos do PNE/CONED não é preciso fazer nenhum esforço para entender. Todavia, o silêncio de parcela expressiva dos educadores quanto ao PNE é que resulta incompreensível.

Cumpre lembrar que em 2007 o governo Lula lançou o Plano de Desenvolvimento da Educação – PDE, que agrega o conjunto dos programas federais para educação brasileira, mas sem nenhuma vinculação direta com as metas anunciadas no PNE. Não é demais destacar que o maior mérito do PDE refere-se ao compromisso com a qualidade do ensino, por isso mesmo foi entusiasticamente recebido pela sociedade, o que não deve impedir a percepção de que várias metas foram reduzidas. A título de exemplo, vale lembrar que em relação à educação superior, quando o governo fixa para as universidades federais a meta de duplicar as vagas até 2017, “o PDE fica aquém do PNE, que, na meta 1, se propôs a atingir, até 2010, um número total de vagas capaz de absorver 30% da faixa etária de 18 a 24 anos, o que significa a triplicação da totalidade das vagas atuais” (SAVIANI, 2007, p. 1240)**.

Assim, se há algo inadiável em termos de educação é a necessidade de a sociedade assumir a tarefa de pensar a escola. Todavia, isso não deve ser feito segundo a lógica do voluntariado. Aqui vale retomar o que o PDE apresenta como proposta de piso para o magistério - R$ 850.00. É bom lembrar que os cálculos foram feitos sobre 4.28 salários mínimos (hoje o mínimo é de R$ 415.00). Cabe salientar, também, a previsão de sua implantação gradativa até 2010. Além disso, é bom destacar a tendência de se colocar o piso mínimo como teto máximo.

É óbvio que a questão salarial não é o único elemento a ser considerado quando se pensa a educação brasileira, mas é difícil acreditar na melhoria da qualidade do ensino sem melhores condições salariais. A perspectiva que se desenha é, pois, de manutenção da precarização do trabalho docente, que resulta em um profissional sobrecarregado de tarefas e com pouco ou nenhum tempo para o exercício refletido e partilhado de sua profissão.

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Finalmente, é preciso registrar que a escola sofre críticas generalizadas, que se aprofundam à medida que os índices insatisfatórios são divulgados. Qual a saída então? Abrir um amplo debate acerca do papel que queremos que a escola desempenhe, sobre os seus limites e possibilidades. Nesse debate público, nós professores devemos desempenhar um papel central no sentido de celebrarmos um novo contrato educativo. Não há mágica. A melhoria da educação é uma tarefa da sociedade. Se a política que aí está revela continuísmo é porque a sociedade não vem participando da construção da educação que se quer para o século XXI.

*Ana Maria Gonçalves - Doutora em Educação Escolar pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP, e professora do Curso de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás - Campus de Catalão.

**SAVIANI, Dermeval. O Plano de Desenvolvimento da Educação: análise do projeto do MEC. Educação & Sociedade, out. 2007, vol.28, nº 100, p.1231-1255. ISSN 0101-7330. Disponível em www.scielo.br.

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Cinema Na Escola I

Filed Under Cinema | Posted on Dezembro 8, 2007

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