Escola SESC De Ensino Médio
Filed Under Púlpito | Posted on Março 4, 2010
Escola SESC De Ensino Médio
Liguei a televisão a pouco e sintonizei no canal do Senado. Para minha surpresa, o Senador Cristovam Buarque estava discursando. Falava sobre a grandiosidade da Escola SESC de Ensino Médio, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro.
Busquei na internet a referência e encontrei este site:
O senador conseguiu chamar a minha atenção. Encontrei no site da Escola SESC um artigo do senador. Veja Aqui. Clique no artigo do senador Cristovam Buarque, chamado “É Possível”.
O leitor, acredito, tem, agora, alguns dados para pensarmos juntos sobre essa realidade e avaliar o quão possível podemos ter uma outra realidade educacional no País.
Cristovam Buarque ensino médio escola púlpito Púlpito senador SESCMeu Primeiro Dia Na Escola
Filed Under Aprendizagem Compartilhada | Posted on Julho 20, 2009
Meu Primeiro Dia Na Escola
Eu, na verdade, não me lembro precisamente como foi meu primeiro dia na Escola. Minha mãe disse-me que com 76 anos ela não está lembrando nem dela direito. Exagero, claro. Mas, pelas histórias já contadas por ela, não fui à Escola com 6 anos por conta de bronquite asmática. Meus pais resolveram me colocar com 7 anos, em 1970, no pré-primário juntamente com meu irmão, um ano mais novo do que eu. Fomos estudar, em Catalão, na
Escola São Bernardino de Siena.
Portanto, eu não sei se são minhas próprias memórias, ou coisas que pessoas me contaram anteriormente, o fato é que tenho a impressão que o meu primeiro dia escolar não foi muito agradável. Eu não me lembro bem, já o disse, mas gostaria de ter guardado estas recordações. Quando meu primeiro filho foi à Escola, por volta dos dois anos de idade, foi inesquecível, pois, ao vê-lo em prantos, cheguei em casa, repensei o que tinha feito, e, depois daquele dia, ele ainda ficou um bom tempo sem voltar à Escola. Aquele choro me marcou. Eu já cheguei a pensar se isto me marcou porque acontecera o mesmo comigo. Ainda não tenho estas respostas.
Trazer para o presente, e para este post, as memórias do primeiro dia na escola é uma idéia que tive recentemente e supus que poderia ser interessante atrair pessoas para este espaço, para contarem suas histórias, tendo o cuidado, político e pedagógico, de ao acessar as lembranças, não isolar-se nesse passado, mas rever nossa relação entre estes tempos diferentes, passado e presente. Ao falarmos do passado estamos deslocando nosso tempo presente, mexendo com ele, alterando suas representações e, consequentemente, nossa inserção nele mesmo. Vejo, portanto, esta prática de lembrar o primeiro dia na escola não apenas como um reconstruir determinados tempos históricos passados, mas rever e agir sobre como estamos pensando e agindo sobre o primeiro dia na Escola das atuais crianças aprendentes deste novo século.
É, pois, com o intuito de conhecer melhor nosso presente, que convido o leitor, a leitora, a digitar suas memórias, recordações sobre o primeiro dia na sua vida em que foi na Escola. Então, Lembra-se?
aprendizagem compartilhada escola lembrança memória são bernardino de sienaUma Escola Sem Aula, Série E Provas?
Filed Under Aprendizagem Compartilhada | Posted on Junho 30, 2009
Uma Escola Sem Aula, Série E Provas?
O educador português José Pacheco, idealizador da Escola da Ponte, em Portugal, em visita ao Brasil, deu entrevista ao UOL Educação, falando sobre suas esperanças quanto à educação, e, em especial, seu otimismo quanto à Educação no Brasil.
Polêmico, para os mais pessimistas, estimulante, para os otimistas, vale a pena ler a entrevista. Quem sabe não está aí uma inspiração para a mutação genética da Educação Nacional?
Veja AQUI
Acessibilidade, Entrosamento E Domínio No Uso Da Internet Por Pedagogos
Filed Under Pesquisa | Posted on Julho 18, 2008
Acessibilidade, Entrosamento E Domínio No Uso Da Internet Por Pedagogos
Orientanda: Carolina Purcina Dos Santos*
Orientador: Wolney Honório Filho
Esta pesquisa trata de reflexões sobre a acessibilidade e o uso da internet por pedagogos. O ponto de partida foram pesquisas feitas por alunas do 8° período de Pedagogia no ano de 2008, na disciplina Educação, Comunicação e Mídia, da Universidade Federal de Goiás, Campus Catalão, da qual eu participei.
Considerando uso da internet em sala de aula, um elemento fundamental no processo de aprendizagem, organização e construção do conhecimento, este aponta as contradições de poder e dominação que estão associados ao processo de inserção das novas tecnologias no ambiente educacional.
A internet é um meio que nos permite informação do mundo todo e hoje essas novas tecnologias são vistas como novas ferramentas e instrumentos, capazes de alterar nossa cultura.
É importante o estudo desses avanços frente a esse novo paradigma, para percebermos que se antes a única forma de acesso ao conhecimento era através dos livros, a sala de aula e os professores, hoje esse conceito se amplia, pois a internet nos fornece conhecimentos que vão além das paredes das salas de aula e dos professores. Além disso, o estudo deste tema poderá potencializar minha formação como futura professora, pois a inclusão digital nas escolas já é uma realidade, e para encarar essa nova realidade, é preciso que o professor esteja preparado para ela.
Contudo, como tudo que é novo encontra dificuldades, no processo educativo não podia ser diferente. Questões tais como a falta de recursos tecnológicos, alguma resistência de alguns docentes e a falta de preparo dos professores são evidentes nas escolas.
O foco principal dessa pesquisa será a compreensão do avanço tecnológico e a relação educação e internet. Atualmente há constantes mudanças nas tecnologias, na qual tem produzido efeitos significativos na nossa forma de vida. O computador e a internet fazem com que parte da sociedade conviva com as praticidades criadas por suas diferentes aplicabilidades.
Essas novas tecnologias têm afetado os processos educacionais de ensino e aprendizagem, o que cria desafios e expectativas, tanto para o aluno quanto para o professor. Alguns docentes ainda desconhecem o papel do professor perante o excesso de informações, por isso a informática na educação ainda não está consolidada totalmente no nosso sistema educacional.
Algumas questões: como está sendo esta adaptação do uso da internet na sala de aula? Como o professor está lidando com essa relação professor e internet?
A emergência da tecnologia no cotidiano da sociedade contemporânea produz a necessidade de incluir nos currículos escolares as habilidades e competências para lidar com as novas tecnologias. No contexto de uma sociedade do conhecimento, a educação exige uma abordagem diferente em que o componente tecnológico não pode ser ignorado. A incorporação das novas tecnologias como conteúdos básicos comuns podem contribuir para uma maior vinculação entre o contexto de ensino e as culturas que se desenvolvem fora do âmbito escolar, pois ao colocar em prática o uso da internet sem a mediação do professor, o aluno não dará conta dos vários elementos que a internet oferece.
Portanto, esta pesquisa visa problematizar a temática Educação e internet, discutir os problemas que envolvem as novas tecnologias e analisar a situação dos professores frente a essa nova tecnologia. A composição da base teórica desta pesquisa vem se referenciando em autores como Ramal, Levy, Moran, dentre outros.
Andréa Cecília Ramal, apoia o uso das tecnologias nas escolas, para ela ao conectar à internet, as portas se abrem para um novo mundo diante dos alunos e professores, pois há uma infinidade de livros e sites que podem ser acessados, o que nos coloca em um grande desafio.
Além disso, ela mostra caminhos para alcançar uma formação neste contexto, capaz de nos tornar profissionais capazes de aprender sempre.
Pierre Levy destaca a importância de construir novos modelos de espaço dos conhecimentos, na qual rompe práticas obsoletas e estabelece uma mudança qualitativa.
Ressalta também sobre o hipertexto, a cibercultura e o cyberespaço, que é um universo de infra-estrutura e de uma interconexão mundial dos computadores, material de comunicação digital, ligados a nós que pode ser, palavras, páginas, imagens, gráficos, documentos, ou seja, dado de aquisição de informações e comunicação.
JoséManuel Moran segue o mesmo conceito de Ramal, onde o uso da internet e seus recursos na educação pode ampliar o mundo daqueles que utilizam. Ele salienta também sobre a importância da internet mediada pelo professor, pois ela é apenas um apoio indispensável para que se tenha total aproveitamento do conhecimento de modo geral.
*Aluna do Curso de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão.
A Escola Inclusiva E A Diversidade
Filed Under Estudantes | Posted on Julho 2, 2008
A Escola Inclusiva E A Diversidade
Cirlandia Rouseline Almeida Costa*
Embora não seja a Escola o único lugar onde acontece a educação, na sociedade atual a educação Escolar crescentemente se faz indispensável para a cidadania autônoma e competente. Constitui-se a Escola em espaço especialmente organizado para que se dê a construção de valores, conhecimentos e habilidades necessárias ao pleno, consciente e responsável exercício da democracia.
Estrutura-se a Escola através dos sujeitos que dela fazem parte e das relações que estabelecem entre si e com o meio. Nestas relações aparece a singularidade de cada sujeito, a sua cultura, o seu ponto de vista, a sua leitura de mundo, que comunicados aos outros, contribuem para a construção de conhecimentos reelaborados.
Na qualidade de espaço instituído pela esfera política e mediatizado pelo Estado, pela família e a sociedade, a Escola por integrar um amplo e complexo sistema social que não é neutro, pois se compõem de grupos diversos e por vezes divergentes, sofre intervenção dessas esferas, não sendo também ela uma instituição neutra, isolada, uma vez que representa os interesses da sociedade como construção histórica.
A Escola é a instituição responsável pela passagem da vida particular e familiar para o domínio público, tendo assim função social reguladora e formativa para os alunos.
A Escola é a instituição por intermédio da qual a criança se introduz no mundo público, e daí o papel do Estado em relação a todas elas. À família cabe o dever de garantir à criança o que é típico do domínio privado do lar, e ao Estado cabe garantir o direito indispensável da criança à educação Escolar, pois é ela que faz a transição entre essas duas vidas. (MANTOAN).
Acima de tudo, a Escola tem a tarefa de ensinar os alunos a compartilhar o saber, os sentidos diferentes das coisas, as emoções, a discutir, a trocar pontos de vista. É na Escola que desenvolvemos o espírito crítico, a observação e o reconhecimento do outro em todas as suas dimensões.
Entretanto, ao analisar a realidade das nossas Escolas, percebo que a mesmas estão preparadas para receber um aluno idealizado. Tem um projeto educacional elitista, meritocrático e homogeneizado, o que faz com que ela venha produzindo situações de exclusão que, injustamente, prejudicam a trajetória educacional de muitos estudantes, pois certamente um aluno diferenciado, ao ingressar nessa estrutura, será excluído, parecendo esse movimento ser próprio à estrutura e ao funcionamento da Escola. Esta privilegia determinados conhecimentos e comportamentos, negando a diversidade, e esforçando-se para codificar a produção social a partir de certos valores. Parece que a Escola e sua comunidade não estão preparadas para acolher um aluno mais diferenciado, podendo acontecer de, no ensino regular, a inclusão, por força de lei, pode ser mais desastrosa do que se possa prever.
Os sistemas Escolares também montados a partir de um pensamento que recorta a realidade, que permite dividir os alunos em normais e deficientes, as modalidades de ensino em regular e especial, os professores em especialistas nesta e naquela manifestação das diferenças. A lógica dessa organização é marcada por uma visão determinista e formalista, própria do pensamento científico moderno, que ignora o subjetivo, o afetivo, o criador. Sem os quais não conseguimos romper com o velho modelo Escolar para produzir a reviravolta que a inclusão impõe.
Pode-se dizer que as causas fundamentais que têm promovido o aparecimento da inclusão são de dois tipos: por um lado, o reconhecimento da educação como um direito, e, por outro, a consideração da diversidade como um valor educativo essencial para a transformação das Escolas.
É importante considerar e compreender que a sociedade atual é a sociedade do estereótipo, das crenças prévias. A partir de imagens estereotipadas, cultiva-se a crença de que existe um saber universal, que se coloca como um produto acabado a ser seguido por todos, produzindo preconceitos do que se acredita que os sujeitos devam ser. Porém, o saber ali apresentado é um produto externo aos sujeitos, tornando-se inconsistente, uma vez que não fala de sua realidade. Acaba emergindo um saber que se transforma em preconceitos, gerando, gradativamente, discriminação e tratamento desigual dos sujeitos.
Vale ressaltar que o que de fato vem sendo excluído da sociedade é justamente a diferença, a singularidade, as exceções. O que se espera de todos é a semelhança, o grupo, a padronização. A diversidade cultural constitui um problema para a convivência humana, pois, por meio dos “ideais” sociais, que são difundidos e assimilados por todos, são determinados os modelos, de acordo com os quais o sujeito deve agir. Temos consciência de que a sociedade possui uma visão de homem padronizada e classifica as pessoas de acordo com essa visão. Elegemos um padrão de normalidade e nos esquecemos de que a sociedade se compõe de homens diversos, que ela se constitui na diversidade, assumindo de um outro modo as diferenças. Este deve ser um trabalho necessário, o de mudar a imagem que a sociedade tem das pessoas especiais e rever esta exigência de que todos devem ser iguais e seguirem padrões e normas para demonstrarem essa igualdade.
Muito freqüentemente, as diferenças entre alunos são vistas como um problema. Muitas pessoas acreditam que as diferenças dos alunos em relação a ajustes educacionais são dificuldades que necessitam ser trabalhadas, melhoradas ou os alunos precisam estar “prontos” (homogeneizados) para se encaixarem em uma situação de aprendizagem. Essa visão pode ser um grande inconveniente, prejudicando, assim, o processo de aprendizagem nas salas de aula que tentam promover valores e oportunidades de aprendizagem inclusivas para todos os alunos.
Para que a inclusão seja bem sucedida, as diferenças dos alunos devem ser reconhecidas como um recurso positivo. As diferenças entre os alunos devem ser reconhecidas e capitalizadas para fornecer oportunidades de aprendizagem para todos os alunos da classe.
A educação inclusiva é um meio privilegiado para alcançar a inclusão social, algo que não deve ser alheio aos governos e estes devem dedicar os recursos econômicos necessários para estabelecê-la. Mais ainda, a inclusão não se refere somente ao terreno educativo, mas o verdadeiro significado de ser incluído. Está implícita na inclusão social, a participação no mercado de trabalho competitivo, sendo este o fim último da inclusão.
Sendo assim, a educação inclusiva não é tarefa somente da Escola, ela deve caminhar junto com a construção de uma sociedade inclusiva, pois a instituição Escolar precisa estar relacionada ao sistema social, político e econômico vigente na sociedade. A educação inclusiva implica na implementação de políticas públicas, na compreensão da inclusão como processo que não se restringe à relação professor-aluno, mas que seja concebido como um princípio de educação para todos e valorização das diferenças, que envolve toda a comunidade Escolar.
A Declaração de Salamanca, elaborada em 1994, na Conferência Mundial sobre Necessidades Educativas Especiais na Espanha, enfatiza a necessidade de que a educação seja assumida com a mais alta prioridade política e financeira, incluindo mudanças nas leis educacionais, incorporação de mecanismos democráticos na gestão das Escolas, implementação dessa temática em programas de formação inicial e em serviço, e existência de mecanismos favorecedores do processo de inclusão.
“Sem dúvida, a razão mais importante para o ensino inclusivo é o valor social da igualdade. Ensinamos os alunos através do exemplo de que, apesar das diferenças, todos nós temos direitos iguais. Em contraste com as experiências passadas de segregação, a inclusão reforça a prática da idéia de que as diferenças são aceitas e respeitadas. Devido ao fato de as nossas sociedades estarem em uma fase crítica de evolução, do âmbito industrial para o informacional e do âmbito nacional para o internacional, é importante evitarmos os erros do passado. Precisamos de Escolas que promovam aceitação social ampla, paz e cooperação.” (STAINBACK, 1999, p. 26 e 27)
Deste modo, é importante salientar que, a principal razão para a inclusão não é que os alunos previamente excluídos estarão necessariamente se tornando proficientes em socialização, história ou matemática, embora seja óbvio que nas turmas inclusivas há mais oportunidades para todos crescerem e aprenderem. Ao contrário, a inclusão de todos os alunos ensina ao aluno portador de deficiências e a seus colegas que todas as pessoas são membros igualmente valorizados da sociedade, e que vale a pena fazer tudo o que for possível para poder incluir todos na nossa sociedade.
A inclusão é percebida como um processo de ampliação da circulação social que produz uma aproximação dos seus diversos protagonistas, convocando-os à construção cotidiana de uma sociedade que ofereça oportunidades variadas a todos os seus cidadãos e possibilidades criativas a todas as suas diferenças.
Segundo Diniz e Vasconcelos (2004), “o princípio fundamental da Educação Inclusiva consiste em que todas as crianças devem aprender juntas, onde isso for possível, não importando quais dificuldades ou diferenças elas possam ter.”
Defendo também, desde a educação infantil, a inserção escolar da criança com deficiência no sistema regular de ensino. Isso constitui uma possibilidade de ela ter uma trajetória educacional mais favorável para suas aprendizagens, na medida em que partilha de um ambiente marcado pelo princípio do “todos”, e não pela idéia do “alguns”. E vive a possibilidade de conhecer formas de estar no mundo e de aprender que são diferenciadas da sua, podendo experimentar situações de aprendizagem mais rica para si mesma e para possibilidades de intervenção pedagógica.
Para reforçar, acredito que uma Escola inclusiva adota práticas baseadas na valorização da diversidade humana, no respeito pelas diferenças individuais, no desejo de acolher todas as pessoas, na convivência harmoniosa, na participação ativa e central das famílias e da comunidade local em todas as etapas do processo de aprendizagem. E, finalmente, na crença de que, qualquer pessoa, por mais limitada que seja em sua funcionalidade acadêmica, social ou orgânica, tem uma contribuição significativa a dar a si mesma, às demais pessoas e à sociedade como um todo.
Para uma Escola tornar-se inclusiva, ou seja, uma instituição que, além de aberta para trabalhar com todos os alunos, incentiva a aprendizagem e a participação ativa de todos, faz-se necessário um investimento sistemático, efetivo, envolvendo a comunidade Escolar como um todo. Para isso efetuar-se de maneira satisfatória, é ainda necessário que a Escola tenha estímulo e autonomia na elaboração de seu projeto pedagógico, que possa elaborar um currículo Escolar que reflita o meio social e cultural onde os alunos estão inseridos; que tenha a aprendizagem como eixo central em suas atividades Escolares e que reconheça o enriquecimento advindo da diversidade.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Declaração de Salamanca e linha de ação sobre necessidades educativas especiais. Brasília: Corde, 1994.
DINIZ, Margareth; VASCONCELOS, Renata Nunes (Orgs.). Pluralidade cultural e inclusão de professores e professoras. 1. ed. Belo Horizonte, MG: Formato, 2004.
MANTOAN, Maria Tereza Eglér et al. A integração das pessoas com deficiência: contribuições para uma reflexão sobre o tema. São Paulo: Memnon, 1997.
MANTOAN, Maria Teresa E. A solicitação do meio Escolar e a construção das estruturas da inteligência no deficiente mental: uma interpretação fundamentada na teoria de conhecimento de Jean Piaget. Tese de doutoramento. Campinas: UNICAMP/ Faculdade de Educação, 1991.
STAINBACK, Susan e STAINBACK, William. Trad. Magda França Lopes. Inclusão – Um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
*Aluna do Curso de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão.












