Charge Sobre Um Aluno Estranho
Filed Under Estudantes | Posted on Março 6, 2009
Charge Sobre Um Aluno Estranho
Encontrei no site Charges.Com.Br, do Maurício Ricardo, uma alusão divertida a uma realidade da educação brasileira, tão séria: o aluno não se interessa pela educação. Este é um tema caro à educação em geral. Dewey já diferenciava entre aqueles que eram meros espectadores e os participantes. O primeiro, indiferente ao que se passa ao seu redor e, o segundo, aquele que se interessa por tudo o que acontece. Ora, este segundo, o participante, é matéria rara na educação. Porém, a impressão que temos é que nem espectadores há mais nas salas de aula. Com certeza, não é um problema apenas do aluno, ou do professor. Há uma sociedade complexa, uma organização do Estado Nacional que historicamente pouco valor tem dado à educação. Enfim, o desinteresse não é só do aluno, perpassa meandros da nossa Sociedade, da mídia e do Estado.
Do humor da charge, podemos fazer uma pauta para a reflexão.
charge educação Estudantes interesseQuem Decide O Quê O Professor Deve Ler?
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Março 5, 2009
Quem Decide O Quê O Professor Deve Ler?
Encontrei no Blog do Luiz Nassif Online: “Negócio da Educação”, um post abordando as negociatas entre a Editora Abril e a gestão Serra, no Estado de São Paulo. Além de decidir o que os professores e professoras devam ler, o Estado de São Paulo deixa de lado qualquer consulta prévia aos docentes sobre se querem, ou o que querem ler, presenteando-os com assinaturas gratuitas da Revista Nova Escola da Editora Abril. Presente de Grego latino americano?
Leia toda a matéria aqui:
Vozes Da Maioria Silenciada
Filed Under Cinema | Posted on Fevereiro 14, 2009
Vozes Da Maioria Silenciada
No próximo dia 02 de março iniciamos o curso de especialização em Educação especial. Eu e a minha colega Maria José da Silva vamos oferecer a disciplina “Cultura e Educação Especial”. Mas o motivo deste post não é falar do curso, coisa que falaremos em outro momento, especialmente sobre esta disciplina. O que gostaria de indicar aqui é um documentário sobre a palestina – Vozes Da Maioria Silenciada - que é imperdível. O filme está aqui:
cinema cultura educação especial palestina silenciadaInscrições Especialização Em Educação Especial
Filed Under Eventos | Posted on Dezembro 19, 2008
Adiadas As Inscrições Especialização Em Educação Especial
As inscrições para o Curso de Especialização
APRESENTAÇÃO
O Departamento de Pedagogia da UFG-Campus Catalão vem, ao longo dos últimos dez anos, desenvolvendo cursos de Pós-Graduação Lato Sensu cumprindo a uma política de desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e pós-graduação.
O Curso de Especialização
O objetivo do Curso é qualificar, ao nível de pós-graduação lato sensu, especialização, educadores e profissionais que atuem ou irão atuar na Educação Especial e Processos Inclusivos de crianças e adultos com necessidades educacionais especiais, em atendimentos educacionais especializados, em salas de recursos, em centros e núcleos especializados, nas classes hospitalares, nos ambientes domiciliares, na oferta de serviços e recursos de educação especial em contextos escolares e não escolares, em equipes multidisciplinares e na gestão de projetos e propostas educacionais – planejamento, desenvolvimento e avaliação – de Educação Especial em uma perspectiva inclusiva, através de estudos, pesquisas e ensino referentes a esta área.
O curso se organiza sob a forma de disciplinas, Seminários e Fórum de Debates. Também envolve espaços de apresentação e discussão dos trabalhos de conclusão de curso.
A Carga Horária Total do Curso é de 720 horas.
INSCRIÇÕES
Período: 28 de Janeiro a 11 de Fevereiro de 2009.
Número de vagas: 30
Podem inscrever-se:Graduados
reconhecidos pelo MEC.
Local: Departamento de Pedagogia do Campus de Catalão-UFG
Av. Dr. Lamartine Pinto de Avelar – Setor Universitário
Horário: 8:00 às 12:00h e 14:00 às 18:00
Segunda-feira a Sexta-feira
Telefone: 64-34411511
Taxa de Inscrição: R$ 13,00.
DOCUMENTOS NECESSÁRIOS
No ato da Inscrição:
- Ficha de inscrição devidamente preenchida.
- Cópia do Diploma de Curso Superior ou Comprovante de Conclusão do Curso de
Graduação.
- Cópia do Histórico Escolar do Curso de Graduação.
- Cópia dos documentos pessoais: carteira de Identidade, CPF, título de eleitor (e comprovante da ultima votação) e certidão de casamento.
- Currículum vitae (comprovado).
- Carta de intenção de estudo (3 cópias).
- Uma foto 3×4.
Obs: Os documentos poderão ser autenticados no local de inscrição com a apresentação dos originais.
A estrutura da carta de Intenção de Estudo (no máximo 5 páginas)
1. Dados de Identificação.
2. Tema ou Assunto.
3. Problematização (Questão de Pesquisa)
4. Objetivos.
5. Justificativa e Fundamentação Teórica.
6. Metodologia.
7. Referências.
SELEÇÃO
Período: 12 e 13 de Fevereiro de 2009
Critérios:- Carta de intenção de estudo
- Entrevista oral.
- Análise do curriculum vitae e do histórico escolar.
Publicação do resultado: data a ser divulgada durante o processo seletivo.
DISCIPLINAS E COPPO DOCENTE
1. Cultura e Educação Especial*
2. Educação de Surdos e a Língua Brasileira de Sinais -120h
3.Pesquisa e Produção do Conhecimento em Educação*
4. Desenvolvimento Humano e Necessidades Educacionais Especiais*
5. Educação e Inclusão das Pessoas com Limitações Cognitivas*
7. Infância e Necessidades Educacionais Especiais: os processos e práticas educativas de educação especial e de educação infantil*
8. História e Políticas Públicas de Educação Especial e Inclusão*
9. Didática e Metodologia do Ensino Superior*
11. Seminários - 30h
Trabalho de Conclusão de Curso*
*60h
CORPO DOCENTE
1. Prof. Dr. Wolney Honório Filho
Graduado em História, Mestre e Doutor
Profa. Maria José da Silva
Graduação
2. Profa. Dra. Dulcéria Tartuci
Graduada em Pedagogia, Mestre e Doutora em Educação (FCH-Unimep).
Prof. Convidado.
3. Profa. Dra. Selma Martines Peres
Graduada em Pedagogia, Mestre em Educação (UFMG) e Doutora em Educação (UFSCAR).
Profa. Dra. Eliza Maria Barbosa
Graduada em Pedagogia, Mestre
4. Profa. Dra. Altina Abadia da Silva
Graduada em Pedagogia, Mestre em Psicologia (UCB-DF) e Doutora em Educação (FCH-Unimep).
Karinne Regis Duarte
Graduada em Psicologia e Ms. em Psicologia
5. Prof. Convidado
6. Prof. Convidado
7. Profa. Dra. Dulcéria Tartuci
Profa. Ms. Kátia Silene da Silva
Graduada em Pedagogia e Ms. em Educação (FE-USP).
8. Profa. Dra. Maria Marta Lopes Flores
Graduada em Pedagogia, Ms. em Educação (FE-UFU) e Doutora em Educação (FCH- Unimep).
Profa. Ms. Fernanda Ferreira Belo
Graduada em Pedagogia e Mestre
9. Profa. Dra. Ana Maria Gonçalves
Graduada em Pedagogia, Mestre
Educação Escolar (Unesp-Araraquara).
Prof. Dr. Sérgio da Silva Pereira
Graduado em Filosofia e História, Mestre
Doutor em Educação (PUC-SP).
10. Profa. Ms. Cristiane da Silva Santos
Profa. Ms. Roseane Patrícia de Souza e Silva
Graduadas
11. Profa. Pós-Danda Maria José dos Santos
Graduada em Psicologia,Doutora e Pós doutoranda-Psicologia Educacional(PUC-SP).
Pra. Dra. Neila Coelho de Souza
Graduada
As Novas Tecnologias Da Educação De Forma Interativa
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Dezembro 11, 2008
As Novas Tecnologias Da Educação De Forma Interativa
Durante o segundo semestre de 2008, ofereci a oportunidade aos meus alunos e alunas da disciplina “Educação, Comunicação e Mídia” de participarem do I Congresso de Tecnologias na Educação, coordenado pela professora Fátima Franco (coordenadora da lista Blogs Educativos e do Congresso). A grande maioria destes alunos e alunas são iniciantes no que diz respeito ao uso das TICs. Porém, aceitaram o desfio. Abaixo, reproduzo um dos textos produzidos a partir do congresso.
Universidade Federal de Goiás – Campus de Catalão
Disciplina: Mídia, Comunicação e Educação
Docente: Wolney Honório Filho
Alunas:
Luciana Maria A. Guimarães
Nayara Alves Fernandes
Cirlandia R. Almeida Costa
Cabe ao professor usar metodologias adequadas dentro de cada disciplina, observando as diferenças dos alunos e respeitando-as. O importante é usar um método que chame a atenção do aluno para o aprendizado, que envolva os educandos de forma tal que consiga despertar o interesse do aluno para determinado conteúdo e as novas tecnologias aplicadas a educação é um referencial importante.
Para que isto aconteça o educador tem que fazer uma análise, de forma refletida para avaliar qual ou quais métodos funcionam melhor dentro de cada disciplina. Não existem receitas, é preciso ser criativo para alcançar o objetivo proposto, ou seja, uma aprendizagem gradual e que com o tempo vai se tornando mais complexa e, conseqüentemente, ajuda o educando a ser agente de transformação de uma sociedade em constante mudanças.
O professor consciente de seu papel de educador deve utilizar os aparatos pedagógicos existentes na escola em que atua como forma de incrementar e dinamizar as aulas, assim como o DVD, a TV, o computador, o aparelho de som e outros. Assim, ele pode transformar o processo educacional e resgatá-lo da mesmice.
O professor poderá utilizar o DVD para aprimorar as suas aulas, um filme, um documentário pode enriquecer as aulas tornando-as mais sugestivas, participativas ou até mesmo mais atrativas. Porém, para que isso aconteça, o educador precisa planejar suas atividades de forma refletida e buscar o mecanismo necessário para despertar o interesse do aluno. Não se pode usar um jogo pedagógico, por exemplo, sem um planejamento consciente e com metas a serem atingidas. Todo trabalho requer um processo de reflexões sobre a maneira, o para que, o como e o por quê usar determinado material.
O educador não deve se prender ao quadro-negro ou livro didático, e sim procurar inovar utilizando mais o trabalho com as novas tecnologias da educação. Se utiliza uma música, deve explorar desde a expressão corporal até a interpretação das letras. Propor que os alunos façam paródias da música, que dancem e cantem de forma que a atividade lúdica proposta gere uma aprendizagem ampla e necessária ao processo no desenvolvimento integral do educando.
Segundo Cavalcante (2008)
Trabalhar com as tecnologias (novas ou não) de forma interativa nas salas de aula requer: a responsabilidade de aperfeiçoar as compreensões de alunos sobre o mundo natural e cultural em que vivem. Faz-se, indispensável o desenvolvimento contínuo de intercâmbios cumulativos desses alunos com dados e informações sobre o mundo e a história de sua natureza, de sua cultura, posicionando-se e expressando-se, de modo significativo, com os elementos observados, elaborados que serão melhor avaliados. Ao se trabalhar, adequadamente, com essas novas tecnologias, Kenski constata-se que: “a aprendizagem pode se dar com o envolvimento integral do indivíduo, isto é, do emocional, do racional, do seu imaginário, do intuitivo, do sensorial em interação, a partir de desafios, da exploração de possibilidades, do assumir de responsabilidades, do criar e do refletir juntos.” (KENSKI,1996, apud CAVALCANTE, 2008, p. 2).
As novas tecnologias da educação devem ser trabalhadas de forma interativa, é uma metodologia de trabalho que requer muita responsabilidade. Dessa forma, é indispensável o envolvimento dos alunos. Acreditam que a escola é um veículo que poderá ajudar o aluno a ter contato com tecnologias que muitos desconhecem. No entanto, é necessário ter cuidado para não deixar a criança frustrada, pois ela pode sentir-se excluída desse avanço tecnológico em função de sua carência econômica.
No nosso dia-a-dia percebemos que a criança aprende muito rápido a lidar com essa nova demanda social, a tecnologia, além da curiosidade natural as crianças têm muita facilidade para aprender sobre as coisas que lhes chamam a atenção e a modernidade desperta no educando o prazer de aprender a manusear botões de forma fantástica.
No entanto, é importante que todos participem desse processo de aprendizagem, uma vez que temos alunos tímidos e, conseqüentemente, que têm medo de serem criticados pelos colegas de sala de aula. É muito gratificante quando percebemos que eles ficam com os olhos brilhando quando assistem a um filme e que são eles que nos ajudam com o vídeo e a televisão.
Como a sociedade vive o momento da terceira revolução industrial, é importante que a escola reveja algumas ações educativas, para fazer da escola um local mais atraente e que dê condições de integrar o educando dentro de um contexto histórico-social necessário aos avanços da sociedade globalizada.
Ao nosso ver, o professor deve utilizar a tecnologia que a escola possui para despertar no aluno uma visão crítica sobre as informações recebidas e canalizá-las para a formação de cidadãos responsáveis, informados e conscientes de seu papel dentro dessa sociedade que exclui o pobre das possibilidades de crescimento.
Laboratórios de informática costumam, por exemplo, viabilizar a adoção de modelos de informatização das escolas, em que o professor regular não tem vez! Aquele professor do dia-a-dia, que ministra aulas das disciplinas curriculares, muitas vezes não entra nesses laboratórios. Um outro profissional é contratado para cuidar especificamente do laboratório de informática e dos alunos. Esse modelo é bastante comum ainda hoje, apesar do flagrante equívoco. É evidente que a responsabilidade pelo equívoco não da existência do laboratório! Pode-se, muito bem, programar um laboratório e utilizá-lo com os professores das disciplinas. (ALMEIDA e FONSECA 2000)
Sobre as novas tecnologias na educação Perrenoud (2000) diz: “Formar para as novas tecnologias é formar o julgamento, o senso crítico, o pensamento hipotético e dedutivo, as faculdades de observação e de pesquisa, a imaginação, a capacidade de memorizar e classificar, a leitura e a análise de textos e de imagens, a representação de redes, de procedimentos e de estratégias de comunicação.” Para Perrenoud, as novas tecnologias contribuem para a formação e desenvolvimento do senso crítico, tendo em vista melhorar as estratégias de comunicação da formação de opiniões e outros.
REFERÊNCIAS
CAVALCANTE, Márcio Balbino. A educação frente às novas tecnologias: perspectivas e desafios.http://www.profala.com/arteducesp149.htm. Acesso em 5/11/08.
ALMEIDA, F. J. Educação e Informática: os computadores na escola. São Paulo, Cortez, 2000.
Análise Semiótica da Sala de Aula no tempo da EAD.pdf
Aprendizagem Colaborativa na Web Fatima Franco.pdf
Comunidades de prática, comunidades de paixão e aprendizagem na web.pdf
EXPERIENCIANDO O LETRAMENTO DIGITAL - SISTEMATIZAÇÃO DE UMA.pdf
Formação de Professores para o uso adequado das Tic’s uma pf
Inclusão Digital na Comunidade.pdf
INTERNET COM EDUCAÇÃO – RISCOS JURÍDICOS.pdf
Professores conectados.pdf











