Formação de Professor|Cultura Educacional |Educação E Blog

No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.

Memória E Educação – Imagens Do VIII Simpósio de Pedagogia 2007 – Parte II

Filed Under Eventos | Posted on Outubro 3, 2007

O segundo dia do VIII simpósio de Pedagogia foi dedicado à apresentação de comunicações de pesquisas de alunos e alunas do curso de Pedagogia e de outros cursos.

Cabe lembrar a presença inquestionável dos nervosismos, tropeços em vírgulas, acentos, palavras esquecidas, outras repetidas. Vamos chamar a isto de o suor da aprendizagem, necessário a todo professor que irá usar da fala a maior parte do seu tempo para ensinar.

Um outro comentário sobre linguagens: como virou comum a moçada começar frases assim: “Igual, ….”. Quando estudei matemática a palavra igual indicava uma igualdade. Tudo indica que no nosso bom português também é assim.

Entretanto, esta gíria de começo de frase oral é no mínimo interessante. Qual o significado? O que as pessoas querem dizer quando começam uma frase assim: “igual…”. Espero que as próprias alunas digam.

Abaixo, algumas fotos das apresentações, que foram divididas em 9 salas.

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Memória E Educação - VIII Simpósio De História - 2007

Filed Under Eventos | Posted on Outubro 3, 2007

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Copyright © Marcos Manzan
Aluno Curso História CAC-UFG

O VIII simpósio de história ocorrido de 26 a 28 de Setembro, foi bastante proveitoso para todos que participaram. O mini-curso “Quando a paixão é caso de polícia”, ministrada pela Profª. Dra. Eliane Martins de Freitas (UFG) estava “bombando”, os comentários de todos que participaram, eram só elogios.

Mas algo me chamou muito a atenção.

Tenho observado que em vários simpósios a que participei, inclusive de outros cursos, que a grande maioria dos alunos fica no hall de entrada do anfiteatro “batendo papo”, enquanto a conferência é ministrada. Por vezes, o ruído produzido pela conversa atrapalha quem está ali assistindo palestra.

Na última noite do simpósio de letras um professor que fazia parte da mesa em atividade se levantou e foi pedir para que os alunos fizessem silêncio para não atrapalhar o conferencista.

Ora, geralmente estes simpósios acontecem uma vez por ano, com palestras em três noites com duração de no máximo uma ora e meia. Fica a pergunta: Porque os alunos não participam?

Gostaria de saber, colega universitário, sua opinião. Você participa sempre das conferências? Você se sente prejudicado pelos colegas que não participam e ficam no hall de entrada esperando liberar a lista de assinaturas?

Deposite seu comentário.


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Memória E Educação – Imagens Do VIII Simpósio de Pedagogia 2007 – Parte I

Filed Under Eventos | Posted on Outubro 1, 2007

Aqui estão alguns slides de fotos do primeiro dia do VIII simpósio de Pedagogia – UFG - Catalão.

Antes da abertura, todos foram convidados a conhecer o projeto: Retratando o Cerrado – Colégio Estadual Adelino A. Gomide.

A equipe do projeto é constituída por:

• Gisele Maria e Jane Ronsana - Coordenadoras
• Carolina de Oliveira - Diretora do Colégio
• Itatiana Miranda - Coordenadora Pedagógica
• Lucas Sambrana – professor
• Sonilda – professora
• Maria Lúcia de Aguiar e Raisa Sousa de Aguiar – colaboradoras
• Prof. Dra. Eliane Martins – Professora Curso História UFG – Catalão
• Liliane Timóteo – estagiária UFG
• Cesário de Aguiar Oliveira, Arlindo de Souza Lima Neto, Murilo Alex Rosa, Ruiter Cardoso de Oliveira Elias, César Augusto França, Bruno Humberto, Jeane Venâncio de Oliveira, Randra Marine, Beatriz Martins, Marta Aparecida, Arthur Rodrigo, Max Mulher, Jurinê Vasconcelos - EQUIPE

A chegada e início da apresentação do Retratando o Cerrado

Chegada e abertura

Na abertura oficial do evento, houve a fala do professor Manuel, atual Diretor do Campus de Catalão; da professora Kátia, atual coordenadora do curso de Pedagogia e do professor Sergio, coordenador da mesa.

Houve também, antes da fala do prof. Ildeu, uma fala da Professora Maria Marta, falando sobre o lançamento do seu livro “Municipalização do Ensino em Goiás”.

Em seguida o professor Sergio fez algumas considerações também sobre o livro “Antologia Bucólicas”, no qual ele participa como autor de um ensaio.

Palestra

Coquetel – A professora Maria Marta ofereceu um coquetel pelo lançamento do seu livro “Municipalização do Ensino em Goiás”.


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A XVII Turma Pedagogia – Olhares V

Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Setembro 20, 2007

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Universidade Federal de Goiás
Campus Catalão
Curso de Pedagogia
Disciplina: Educação, comunicação e mídia.
Docente: Wolney Honório Filho
Acadêmicas: Andréia
Carolina Purcina dos Santos
Célia
Cristina de Fátima
Geslaine
Josiane
Yêda Cristina

A desunião faz a força

Vem chegando final de curso, e nós acadêmicas, 8° Período de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás nestes quatro anos de curso ainda estamos agindo como adolescentes de 7° série do ensino fundamental.

Nosso grupo composto por: Andréia, Carolina, Cristina, Célia, Geslaine, Josiane e Yêda, chegamos a conclusão que esta turma é muito desunida, e cheia da chamada “panelinha”, e por sinal muito famosa.

Neste decorrer de ano já tivemos várias provas disso. Por exemplo: as fofocas que rolam, brigas de alunas na frente de professor por causa de trabalho, uma “torcendo o nariz pra outra”.

O que mais marcou mesmo foi a formação da comissão e como nós não estávamos colaborando para uma formatura legal, tadinha da comissão, chegaram até desistir ninguém colaborava, tudo que elas faziam era pra nada, ninguém concordava com nada. Mas nesse último ano a sala ficou “doida” por causa da formatura, das fotos, de tudo. Todos se uniram de uma tal forma que está até bonito de se ver. Enfim, essa é a uma visão geral que nosso grupo tem da nossa turma, e deixará saudades, principalmente das panelas.


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Revista Eletrônica Ateliê Geográfico

Filed Under Notícias | Posted on Setembro 20, 2007

Foi lançada a revista eletrônica Ateliê Geográfico. A proposta me pareceu interessante, pois irá oferecer ao professor mais elementos para comporem suas aulas.

Abaixo, reproduzi a apresentação da revista, para os mais interessados.

Caso queira acessar a revista, clique aqui:
http://www.kweik.com.br/atelie/

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Apresentação

Os viajantes naturalistas do oitocentismo eram considerados desbravadores do conhecimento. Suas expedições que resultaram em trabalhos geográficos que ainda balizam o conhecimento atual, eram forjadas sob a lupa do pensamento do lugar do qual emergiam para as viagens no novo mundo.

A sua sede de mundo era, junto, uma sede de conhecimento concatenada aos rompantes iluministas e românticos de seu tempo. Muitos deles, oriundos desses aportes filosóficos, além de usarem a percepção e as anotações de viagens para registrar as paisagens pitorescas ou sublimes que viam, pintavam-nas como se quisessem fazer da percepção um ateliê geográfico.

Era notório que eles tivessem uma paixão pela paisagem – e soubessem, pela arte pictórica, representá-las. Não à toa que a categoria paisagem cunha-se como um conceito geográfico a partir da experiência de ateliê. E continua sendo um conceito de herança pictórica fadado aos componentes da percepção e das sensações, como as formas, os cheiros, os odores, as cores etc.

O mundo mudou, assim como o modo de conhecê-lo. E mais precisamente, mudou a maneira geográfica de proceder o conhecimento das paisagens. Ao invés do cavalete feito de madeira, do planisfério instalado para os dedos agirem com pincéis, as brochas e os borrões de tinta, tem-se o laptop que é conduzido numa maleta; tem-se a Internet que arquiva um sem-fim de informações de eventos, situações e paisagens de todo o mundo. E mais importante: há paisagens imaginadas, desenvolvidas por agentes alheios aos lugares, paisagens que se alteram várias vezes no turno de um único dia.

O nome da revista – Ateliê geográfico – pretende recuperar o sentido artístico da paisagem, valorizar a aventura dos viajantes e conceber que a “pintura geográfica” do momento atual requer disposições, instrumentos e ações cognitivas que utilizem o que o mundo conquistou. Neste caso, trata-se de interpretar a complexidade do espaço contemporâneo, os problemas estruturais que afligem a vida humana e geram uma disputa territorial nunca antes vista.

Cabe, na atual ordem geográfica, descobrir novos modos de uso e de representação da natureza; a participação da cultura e de seus componentes na criação de identidades, subjetividades e territorialidades; as estratégias geopolíticas desenvolvidas por atores hegemônicos a partir da aglutinação de ciência, tecnologia, informação, economia e Estado. É da exigência desse tempo que o pensamento crítico fomente alternâncias e proposições para um novo modelo de construção do espaço e da vida.



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