Formação de Professor|Cultura Educacional |Educação E Blog

No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.

Amigos Virtuais

Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Novembro 2, 2007

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É comum vermos hoje em dia crianças usando celulares, navegando na Internet e utilizando uma linguagem tecnológica que talvez os pais não entendam. A cultura dos novos meios de comunicação vem ocupando espaço maciçamente em muitos países do planeta e em especial no Brasil.

É claro, podemos intuir que isto acontece prioritariamente nas classes A e B.

Frente ao fato de a navegação pela Internet está ocupando parte significativa do tempo destas crianças, fica uma pergunta: como estão sendo construídas as amizades nesta atmosfera de altas tecnologias.

Os novos amigos estão entrando pelo tela do computador. Sim, são os amigos virtuais. Uma pesquisa do canal pago Nickelodeon mostra que 86% das crianças no Brasil acessam a Internet e que cada criança tem em média 12 amigos virtuais.

Veja matéria completa abaixo.

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Criança brasileira tem em média 12 amigos virtuais

Pesquisa divulgada pelo canal pago Nickelodeon foi realizada em dez capitais brasileiras e em outros 11 países e revela hábitos de crianças de oito a 14 anos.
Levantamento aponta que 86% das crianças do país acessam a internet, 81% usam o celular e 67% visitam sites de relacionamento

DA REPORTAGEM LOCAL

Quase 90% das crianças brasileiras dos grandes centros urbanos acessam a internet três vezes por semana ou mais. Cada uma delas possui em média 12 amigos virtuais. Os dados fazem parte de uma pesquisa divulgada ontem pelo canal infantil pago Nickelodeon.
O levantamento, chamado Playground Digital, foi realizado em dez capitais brasileiras e em outros 11 países: Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia, Itália, Índia, Holanda, Suécia, Japão, Alemanha, China e México. O estudo foi organizado e coordenado pelo grupo Viacom, dono de canais de TV como MTV e Nickelodeon e do estúdio de cinema Paramount.

Foram pesquisadas 7.000 crianças de oito a 14 anos, sendo 600 brasileiras. Só participou quem tem acesso a pelo menos duas tecnologias das listadas (câmera digital, videogame, internet, MP3 player, celular e site de relacionamento). “A pesquisa independe da classe social, mas o acesso, no Brasil, acaba ficando mais com a classe AB. Quando há o acesso, a relação com a tecnologia é similar entre crianças de diferentes condições financeiras”, diz a socióloga e publicitária Beatriz Mello, do departamento de pesquisa da Viacom Brasil.

No universo pesquisado, as crianças brasileiras são as que mais acessam a internet: 86% contra 70% da média. Também são as que mais usam celular (81%, sendo que 41% têm seu próprio aparelho) e está atrás só da China no ranking das que mais visitam sites de relacionamentos (67%). “A tecnologia funciona como forma de ganhar amigos e manter as amizades”, afirma Mello.

Segundo ela, a pesquisa demonstra que 87% crianças checam os perfis das pessoas antes de iniciar uma relação virtual. A socióloga faz um alerta: “O problema é que as crianças dominam a tecnologia mais do que os pais. Mesmo que a criança diga que checa com quem se relaciona, é preciso que os pais rechequem para entender o que elas estão avaliando”.

As crianças citaram comunidades do site Orkut. Há algumas “básicas”, como “adoro chocolate”, até as excêntricas, como “eu quero morar no supermercado”. “Nessas comunidades, acontece o contato com a diversidade, com crianças de diferentes regiões, raças etc.”, diz Mello. Cada criança tem 160 músicas no MP3 player e 850 no computador. Já CD, possui em média 36. Escutam mais música pelo computador (81%) do que pelo aparelho de som (78%) e rádio (73%).

A TV é a atividade predileta. Em seguida, DVDs, música, cinema, filmes em casa, videogame, internet, sair com amigos, tempo com a família e MSN.

Fonte: FOLHA ILUSTRADA, São Paulo, sábado, 27 de outubro de 2007

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A Escola do Futuro

Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Outubro 25, 2007

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Universidade Federal de Goiás
Campus de Catalão
Curso de Pedagogia
Disciplina: Educação, comunicação e mídia
Professor: Wolney H Filho

Debate Virtual como atividade disciplinar

Texto: “A escola do futuro. Um novo perfil para o professor na era digital”

http://teclec.psico.ufrgs.br/frajola/textos/entrevistaAndrea.html

O texto acima, entrevista realizada com a Prof. Dra Andréa Ramal, coloca em questão o(a) professor(a), o(a) aluno(a), a sala de aula e a produção de conhecimento. Tudo em função do desenvolvimento e crescimento da Internet como um desafio tecnológico do(a) professor(a).

Independente do tempo e do espaço de interação desta tecnologia com docentes, o grande desafio apontado pelo texto é a comunicação entre os pares, ou seja, a comunicação entre professores(as) e alunos(as), tendo em vista que se trata de uma interação humana.

Em termos educacionais, temos por um lado um desafio na formação do professor para um outro paradigma educacional, não linear, fluido, móvel, dinâmico e multidisciplinar.

Por outro lado, a existência desafiadora de um coletivo estudantil mais autônomo e responsável pelo seu próprio percurso como autor, investigador, propositor.

Neste sentido, com o crescimento do uso da Internet na educação, indago: toda a nossa era industrial foi marcada por suposições de que a máquina iria dominar o homem. Esta tem sido uma forma catastrófica de lançar para o futuro as mazelas dos relacionamentos entre homem e máquina.

Entretanto, como diz a Prof. Andréa Ramal, a questão principal não está na máquina, mas nas posturas de professores e alunos em sala de aula. Fica então a pergunta:

Quais posturas humanas sócio-culturais deveriam ser privilegiadas frente á utilização da Internet como instrumento de educação histórica?

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Aprendizagem, Crianças E Filmes De Animação

Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Outubro 24, 2007

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Os Filmes educam? Eu acredito que de certa forma eles são referências de comportamento, atitudes e talvez até de ideal de vida. É inegável o crescimento da área cinematográfica no mercado infantil. Filmes como Sherek, O Rei Leão, Simpsons, e outros lotam as salas de cinema, com crianças e pais acompanhando.

Ora, se isto é relevante para as questões educacionais, a questão então seria: como educar e como educam os filmes? Se a palavra educar é forte, podemos substituí-la por formação. De qualquer forma, o uso destas tecnologias é um instrumento a mais nas nossas opções metodológicas de ensino atual.

A Editora Saraiva publicou em seu site possibilidades de aprendizagem das crianças através de filmes infantis. Clique aqui e confira.

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Inclusão Digital Ou Educação Digital

Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Outubro 23, 2007

Cresce no meio acadêmico e escolar brasileiro uma necessidade premente de interagirmos com os computadores e navegar na Internet.

Por que navegar? Para acessar e enviar e-mails, fazer pesquisa de preço, de notícias, de produtos, de informações, divertir-se e aprender. Sim, haveria outros milhares de motivos, se formos contar as populações em diferentes idades.

E neste burburinho, cresce também a idéia de inclusão digital. O artigo abaixo, retirado do site Brasil Escola, faz uma interessante discussão sobre a relação entre inclusão digital e educação digital.

No Brasil, o processo de inclusão digital ainda está permeado pela necessidade de ofertar acessos públicos, e aqui friso principalmente nas escolas e universidade, aos jovens do país. Falta aparelhos e pessoas responsáveis para instruir crianças, jovens e adultos na utilização destas novas tecnologias.

Mas não podemos deixar de lado uma questão: inclusão não significa apenas acessar a Internet. Existe ai uma nova/velha educação em tramitação. Veja o artigo.

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Educação Digital

Em dezembro de 2000, os Estados Unidos aprovaram o “Children’s Internet Protection Act”, também conhecido como CIPA, que exige que escolas e bibliotecas subsidiadas pelo governo federal possuam uma tecnologia que garanta que menores não tenham acesso a conteúdos obscenos, pornografia infantil e outros conteúdos a eles inapropriados. Assim, os estabelecimentos acabaram por adotar filtros, visando evitar o contato dos alunos com tais materiais.

Devido ao fato de filtros e outras tecnologias serem imperfeitos, e poderem, inclusive, acabar por filtrar recursos educacionais úteis, alguns ainda defendiam a adoção de soluções paralelas ao problema. Neste sentido foi aprovado o “Child Online Protection Act” (COPA) e criada uma comissão para estudar métodos de redução do acesso de menores a materiais de cunho sexualmente explícito. A comissão, formada por representantes da indústria de tecnologia e serviços online, importantes agências federais, grupos defensores dos direitos de crianças e adolescentes, grupos religiosos, educadores e bibliotecários, concluiu que uma combinação de fatores (ações técnicas, legais, econômicas e educacionais) seria a melhor solução.

Por seu turno, no estado americano da Virgínia, foi aprovada uma lei que obriga às escolas públicas a ensinarem sobre Segurança na Internet. A lei – com vigência a partir do primeiro dia de julho de 2006 – exige que o Departamento de Educação daquele estado elabore instruções sobre a inclusão da disciplina na grade curricular. Antes mesmo da lei, várias escolas já haviam adotado a disciplina em período de aula ou mesmo informalmente.

Workshops também têm surtido efeito nos Estados Unidos. Em se tratando de adolescentes, impera a idéia “comigo não acontece” mas, quando se é colocado diante de grupos de pessoas que já passaram por uma situação de perigo na Internet, ou, pelos menos, os educadores usam exemplos reais detalhados para dar ênfase aos perigos online, a mensagem é recebida. “É necessário que os alunos consigam visualizar a si ou a seus amigos na história”, diz Parry Aftab, diretora da ONG americana Wired Safety.

Na Grã-Bretanha, em 2002, o Departamento de Ciência da Informação da Universidade de Loughborough conduziu auditoria em 577 escolas inglesas, visando a coleta de dados sobre o que se tem feito em relação às práticas de segurança online. Alguns dos quesitos analisados foram: existência de filtros, políticas de uso da Internet, monitoramento e educação dos alunos; métodos de ensino de segurança online; métodos de implementação das políticas de uso e de identificação da fonte de informações sobre segurança e, ainda, se estas informações recebidas são realmente colocadas em prática.

Segundo pesquisa britânica, 61% dos professores não se sentem preparados para lidar com a educação digital. Os professores não precisam entender tudo de tecnologia, mas pelo menos necessitam saber sobre os riscos online. As escolas britânicas tendem a acreditar que a educação digital se limita a aplicações que envolvam o ambiente escolar, deixando de lado assuntos como bate-papos, mensagens instantâneas e P2P, por exemplo. Acreditam que, por serem assuntos que não fazem parte do dia-a-dia escolar, devem ficar sob responsabilidade dos pais. Questionamos esta posição.

Em Portugal, ao nível do 1º, 2º, 3º ciclo de ensino e ensino secundário, não existe uma grade curricular que aborde questões da segurança online aos mais novos. O foco é todo na aprendizagem das ferramentas básicas (processador de texto, folha de cálculo, etc.) e nas aplicações básicas relacionadas ao acesso à Internet. No entanto, há margem para que os professores abordem outras questões com os alunos, mas fica sempre ao critério do professor. Assim, um ou outro professor adota atitudes louváveis mas, mesmo assim, ainda precisam de ajuda. E o mesmo acontece com os pais.

Nos restantes países de língua oficial portuguesa, o desafio é o de conseguir levar as tecnologias de informação e comunicação às populações, já que faltam equipamentos, softwares, entre outros.

No Brasil, fala-se muito em Inclusão Digital, mas pouco em Educação Digital. Enquanto governos e empresas multinacionais investem em equipamentos e no ensino sobre como usar as ferramentas básicas, falta instrução a respeito do uso correto, de acordo com princípios básicos de cidadania.

Pesquisando sobre o assunto, descobrimos uma professora brasileira chamada Cleide Muñoz, que ministra aulas de ética na informática a alunos de 5ª série a 8ª série. A atitude de Cleide é, de fato, louvável. Mas, no geral, ainda impera uma sensação de insegurança nesta “colcha” globalizada mas retalhada. “Segurança na Internet”, “Ética na Informática”, “Cidadania Digital”: é necessário organizar a disciplina e preparar os professores para um ensino completo e adequado.

É por esse motivo que estamos desenvolvendo o projeto “Educação Digital”, que engloba lições sobre Segurança e Privacidade, e Cidadania e Ética Digital. A princípio são ministradas palestras a mantenedores de escolas, professores, pais e alunos, sempre em grupos separados e com foco nas necessidades de cada grupo. Num futuro não muito distante vislumbramos a possibilidade de adicionar a disciplina à grade curricular, seja como matéria independente ou parte de disciplinas afins, como a Informática.

O importante é não perder tempo. Vivemos em uma nova era – a Era Digital – em que as informações são bombardeadas em velocidade espantosa. Somos a Sociedade da Informação! Se não dermos a devida atenção a este novo tipo de educação, as crianças de hoje serão os adultos confusos, perdidos e desinformados de amanhã. Ficaremos de braços cruzados?

Por Carolina de Aguiar Teixeira Mendes
Advogada e consultora em Direito e Educação Digital
catm@catm.adv.br

Agradecimentos:
Anne Collier, Tito de Morais e Parry Aftab.

Fontes:
http://www.internetsuperheroes.org
http://www.washingtonpost.com
http://www.lsj.com
http://safety.ngfl.gov.uk/schools
http://image.guardian.co.uk
http://br.buscaeducacao.yahoo.com/…/atica_online_vi.html

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A XVII Turma Pedagogia – Olhares V

Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Setembro 20, 2007

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Universidade Federal de Goiás
Campus Catalão
Curso de Pedagogia
Disciplina: Educação, comunicação e mídia.
Docente: Wolney Honório Filho
Acadêmicas: Andréia
Carolina Purcina dos Santos
Célia
Cristina de Fátima
Geslaine
Josiane
Yêda Cristina

A desunião faz a força

Vem chegando final de curso, e nós acadêmicas, 8° Período de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás nestes quatro anos de curso ainda estamos agindo como adolescentes de 7° série do ensino fundamental.

Nosso grupo composto por: Andréia, Carolina, Cristina, Célia, Geslaine, Josiane e Yêda, chegamos a conclusão que esta turma é muito desunida, e cheia da chamada “panelinha”, e por sinal muito famosa.

Neste decorrer de ano já tivemos várias provas disso. Por exemplo: as fofocas que rolam, brigas de alunas na frente de professor por causa de trabalho, uma “torcendo o nariz pra outra”.

O que mais marcou mesmo foi a formação da comissão e como nós não estávamos colaborando para uma formatura legal, tadinha da comissão, chegaram até desistir ninguém colaborava, tudo que elas faziam era pra nada, ninguém concordava com nada. Mas nesse último ano a sala ficou “doida” por causa da formatura, das fotos, de tudo. Todos se uniram de uma tal forma que está até bonito de se ver. Enfim, essa é a uma visão geral que nosso grupo tem da nossa turma, e deixará saudades, principalmente das panelas.


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