Formação de Professor|Cultura Educacional |Educação E Blog

No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.

Púlpito Eletrônico Educação E Independência

Filed Under Púlpito | Posted on Setembro 2, 2007

pulpito2.jpg

Estamos entrando na semana da Pátria, o nosso famoso 07 de setembro vem aí. A Independência do Brasil ocorreu formalmente no dia 07 de setembro de 1822, marcando a autonomia política e administrativa do Brasil em relação a Portugal.

Ocorreu-me uma idéia: como as pessoas deste nosso país, crianças, jovens, adultos, idosos, estão vendo a Educação no Brasil? Eu não estou procurando a visão da mídia, mas das pessoas.

Nasceu aqui, portanto, a idéia de um Púlpito eletrônico. Do latim, pulpitu significa: 1 Tribuna, na igreja, da qual o sacerdote prega aos fiéis. 2 fig A eloqüência sagrada; o conjunto dos pregadores. 3 Armação donde se penduram as torcidas para fazer velas. (fonte: http://michaelis.uol.com.br/)

pulpito1.jpg

Como isto vai acontecer? Ao ler este comunicado, você vai até o ícone “comentários”, abaixo e faz:

• Reclamações
• Protestos
• Elogios
• Comentários

Depois, copie e Divulgue este link:

Por que estou fazendo isto? Com certeza não será a revolução na educação. Entenda como uma pesquisa de opinião, visão, idéias sobre educação.

Segue exemplos, para aqueles/aquelas que faltam inspiração:

• A escola/universidade onde estuda – o que tem a dizer
• Algo a dizer sobre:
o Professores
o Alunos
o Funcionários
o Secretários da educação
o Ministro
o colegas
• a escola do seu(sua) filho(a) está 100%?
• Verbas e educação
• Políticas públicas
• Preservação patrimonial
• Conteúdos escolares
• Vestibular
• Cotas para estudantes
• Experiências extraordinárias

Escolha algum item acima, ou invente o seu item educação.

O objetivo aqui é fazer uma sondagem pública e ofertar visibilidade para esta sondagem. Todos podem escrever e ver o que outros escrevem.

Importante: se você gostou dessa idéia de se manifestar aqui, copie este texto e espalhe esta idéia para:

• Sua rede de amigos (emails)
• Sua rede de relacionamentos/comunidades Orkut, Via6 e outros.
• Sua família

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Exemplo de Púlpito:

Eu protesto contra os baixos salários dos professores do ensino fundamental, médio e superior no Brasil.

Wolney – UFG – Catalão.pulpito3.jpg
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6 Responses to “Púlpito Eletrônico Educação E Independência”

  1. Cinara C. Leão Teixeira on Setembro 2nd, 2007 21:23

    Eu acredito que o povo brasileiro não vê com bons olhos a educação brasileira. Afinal os dados das últimas avaliações nacionais nos revelam como anda a educação em nosso país. Péssima! Mas por tras disso tudo existe uma rede de “culpados”, mas tentarei aqui neste breve comentário me focar naquele personagem principal deste “fracasso”, que na minha opnião são os professores.
    Hoje por fazer parte de um ambiente escolar posso perceber o papel que nós professores temos na educação de nossos alunos. Hoje o que podemos encontrar em várias instituições escolares são professores totalmente indiferentes a situação e a realidade de seus alunos. E posso perceber isso nas duas realidades: na instituição pública e privada.
    Um descaso com o ensinar. E sempre a justificativa é a mesma: a baixa remuneração. É certo sim, que a questão salarial dos professores é preocupante e alarmante se pensarmos que o governo nao se preocupa nem um pouco que este fato. Porem ela não justifica por não oferecermos um ensino com qualidade. Ser professor é muito mais do que ter um bom salário, é você ser capaz de transformar e formar cidadãos críticos, letrados. Ser professor é questão de RESPONSABILIDADE, de AMOR pelo próximo, de VONTADE, de QUERER e de MUDANÇA!
    Por ser assim, o meu protesto é contra professores que figem que ensimam, que cruzam os braços diante das suas verdadeiras responsabilidades que brincam de ser “professores”.
    Isso vale também aos professores das nossas universidades.
    Att.
    Cinara C. Leão Teixeira

  2. Carlos Henrique on Setembro 3rd, 2007 20:21

    Cara Cinara
    Em parte você tem razão. Mas prefiro acreditar que o professor nasce de uma vocação e de um sonho. A realidade dos baixos salários realmente não é o maior desestimulante, tem também a falta de tempo para a auto reciclagem, a falta de estimulo para a dedicação exclusiva, a total despreocupação com o próprio ensino por parte do governo e por aí vai. Quando a sociedade perceber a importância da educação para o crescimenbto e sucesso de um país, talvez seja tarde demais…

  3. Ana on Setembro 3rd, 2007 21:14

    Foucault encerra A ordem do discurso, proferido em aula inaugural no Collège de France, em 1970, homenageando um ex-professor com as seguintes palavras:

    “É porque tomei dele, sem dúvida, o sentido e a possibilidade do que faço, é porque muitas vezes ele me esclareceu quando tentava às cegas, que eu quis situar meu trabalho sob seu signo e terminar, evocando-o, a apresentação de meus projetos. É em sua direção, em direção a essa falta – em que experimento ao mesmo tempo sua ausência e minha própria carência – que se cruzam as questões que me coloco agora.
    Visto que lhe devo tanto, compreendo que a escolha que vocês fizeram convidando-me a ensinar aqui é, em boa parte, uma homenagem que lhe prestaram; sou-lhes profundamente reconhecido pela honra que me dispensaram, mas não lhes sou menos grato pelo que cabe a ele nesta escolha. Se não me sinto à altura de sucedê-lo, sei, em contrapartida, que essa felicidade nos fosse dada, eu seria, esta tarde, encorajado por sua indulgência.
    E compreendo melhor porque eu senti tanta dificuldade em começar, há pouco. Sei bem, agora, qual era a voz que eu gostaria que me precedesse, me carregasse, me convidasse a falar e habitasse meu próprio discurso. Sei o que havia de tão temível em tomar a palavra, pois eu a tomava neste lugar de onde o ouvi e onde ele não mais está para escutar-me” (FOUCAULT, 1996, p.78-79).
    Com esse discurso, por empréstimo, quero homenagear aos meus ex-professores/professoras. E se cabe espaço para protesto eu o direciono aos que têm empurrado essa categoria à proletarização e precarização das condições de trabalho.
    Ana Maria

  4. Sergio on Setembro 4th, 2007 7:58

    Por falar em semana da Pátria, eu que vivi a infância durante o auge do período militar, percebo a confusão que se faz entre Nação e Estado. Com isso, via de regra, os crítico emergentes têm ridicularizado a bandeira nacional, o hino nacional, enfim, tudo o que é nacional por confundir este adjetivo com o adjetivo “estatal” e este último com os políticos e governantes… Quando se canta o hino nacional, deveria ter-se em mente o povo, suas lutas, sofrimentos, seus desafios e alegrias. Se historicamente os símbolos nacionais foram usados com fins politiqueiros, essa é uma outra questão. Portanto, tenhamos respeito e orgulho da nossa pátria, do nosso hino, de nossa nacionalidade. Quando dizemos “viva a pátria!” é o mesmo que louvarmos a luta da Da. Maria, do Sr. José, de todos oprimidos, ou não, de negros, brancos, mulatos e outras variações étnicas nesses últimos 507 anos. Viva! a todos nós que a despeito de tantos sofrimentos sabemos sorrir e ter esperança como poucos povos. Prof. Sérgio

  5. Giancarlo - Paraná on Setembro 6th, 2007 14:59

    por que nãos vamos unir forças e no dia 07 de setembro sairmos as ruas com camisa preta e uma faixa com os seguintes dizeres: A FALÊNCIA DO BRASIL!!!

  6. Camila Campos on Setembro 7th, 2007 8:01

    Viva 7 de setembro!
    Viva Joaquinha que não terá feriado pois deve continuar lavando suas roupas pra patroa!
    Viva o palácio em Brasilia onde provavelmente não terá feriado, mas sim futebol e pizza.
    Parabens Brasil que a TV não mostra! Viva o núcleo pobre das novelas Globais!
    Viva a domestica confundida com prostituta que apanha sem entender.
    Uma salva as mulheres negras, as empregadas do Brasil! E as brancas que morrem na fila de hospitais!
    Enfim…
    Uma viva o brasil ironico, que ri de nossa cara, passando os dias enfeitando as manchetes de escandalos.
    Triste, mas viva a incapacidade de não se indignar!

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