Um Dia Sem Internet
Filed Under Tecnologias da Informação e Comunicação | Posted on Junho 26, 2009
Um Dia Sem Internet
Acordei, tomei meu banho e antes do meu café da manhã, fui até ao quarto/biblioteca, liguei o estabilizador, porque sem estabilizador ficamos meio perdidos a tantas ondas volúveis de energia prós e contras à boa navegação, ventos, como dizem os marinheiros, que ora você pensa bater de um lado, ora vem do outro, e te pega de surpresa; liguei também meu speedtouch, o Modem, para os mais íntimos, virei as costas e fui providenciar minha refeição matutina.
Para minha surpresa, logo depois, ao voltar os olhos para a telinha do computador percebi que não havia navegação. Foi uma sensação de morte. Como irei ler meus EMAILS? Como vou acessar ao que as pessoas que freqüentam as listas que eu freqüento estão teclando, pensando, indagando sobre o mundo desde o dia anterior? Como vou receber notícias do mundo?
A primeira reação foi ligar para a operadora da Internet. Alguns de vocês, leitores e leitoras, têm esse intrépido hábito? Sim, hábito, ou melhor, um verdadeiro sacrilégio contra a vossa pessoa, pois ligar para operadoras de telefone talvez seja pior do que enfrentar fila no INSS. Mas eu liguei, fui atendido, não muito rapidamente, e me disseram, depois de me fazer testar meu Moldem, conexão, etc., que havia um defeito na área. O termo “área” é dito secamente, mas a impressão que temos ao ouvir é que parece aquela idéia de área de gangue, onde todos sabem o lugar e ninguém quer passar por perto. Ou seja, o jeito é ficar quieto e sem a bendita Internet.
Desconectado do mundo. Passei então a imaginar esta possibilidade, a de voltarmos a nos comunicar por cartas, recados escritos, bilhetes. Ora, isto me fez valorizar ainda mais as vantagens da Internet como meio de comunicação, fundamentalmente pela sua velocidade. No meu trabalho, por exemplo, posso enviar um EMAIL para um colega logo pela manhã, sabendo que ele o vai ler a qualquer hora e que eu não o estarei perturbando com um telefonema fora de hora. Eu posso participar, ler, ou iniciar uma discussão em listas que sou membro, interagindo minhas idéias, posições, com idéias e posições favoráveis ou até contrárias às que eu tenho a inclinação de defender. Posso receber uma convocação de reunião de última hora. Posso enviar e receber textos de colegas. Posso receber trabalhos de alunos e alunas, ou mesmo uma indagação sobre algum ponto da aula anterior. Posso editar um Blog e ampliar as discussões que faço com minhas alunas em sala de aula, trazendo-as para o mundo virtual.
Enfim, aquela sensação de morte novamente: o que fazer sem Internet? Ora, a resposta seria simples, para quem é professor e não está em sala de aula, nem em reuniões: ler, ou escrever, ou mesmo ir conversar, trocar idéias com alguém. Porém, é justamente ai a sensação de morte, pois, para começar o dia, o hábito é justamente ler notícias online, acessar a diversos sites de notícias, nacionais e internacionais, conferindo inclusive o horóscopo (por que não?), ou a loteria (quem sabe…?). E agora, mudo de hábito?
Mas, num instante, não muito demorado tendo em vista o passar das horas mecânicas, porém uma eternidade, dado a carga sentimental envolvida, eu pensei: haveria algo ainda mais grave do que esse problema técnico (chamado de problemas na área) de conexão? E o pior, para a minha aflição, era que sim: o cercear a utilização livre da Internet. De onde poderia vir tamanha teo(teco)cracia? (será que eu poderia utilizar esta palavra? Estou inventando?)
Olhando mais detidamente a sociedade em que nós vivemos, eu diria que uma possível avalanche coibindo o uso livre da Internet poderia brotar em dois cantos: o dos políticos, que com suas propagandas de boas intenções dizem que, em nome da lei e da boa convivência entre os cidadãos, urge regulamentar o funcionamento da Internet. Veja os exemplos do senador de Minas e as manifestações contrárias ao Projeto Azeredo, e, agora, recentemente, as regras criadas para o uso da Internet em 2010. Há aí sempre uma distância a considerar entre a propaganda bem/mal intencionada e os interesses econômicos que frequentemente ameaçam a liberdade na rede mundial de computadores.
E há também os próprios cidadãos imersos nas teias sociais, que ou por um rompante tradicionalista ou mesmo por ignorância, no bom sentido da palavra desconhecimento, temem as tecnologias da informação e por isto as combatem, combatendo também seus fiéis usuários, como este que vos fala aqui. Os interesses não se restringem, neste caso, a apenas às questões econômicas.
Mas não vamos atolar nossa imaginação nesses pensamentos. Afinal, no outro dia um grande sorriso voltou a brilhar: a Internet funcionou e a revolução copernicana que a Ciência produziu no século XX com a rede mundial de computadores ainda vivia. Depois de um suspiro profundo, justificado pela auto-explicação de que pelo menos vivemos só um dia sem Internet, acessei os EMAILS, as notícias e voltei para o livro que comecei a ler quando o buraco negro da ausência da Internet se manifestou sobre nossas cabeças: “Diagnóstico do nosso tempo”, de K. Mannheim.
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O Diálogo Com Autores E Consigo Mesmo No Trabalho Científico
Filed Under Trabalhos Científicos | Posted on Junho 24, 2009
O Diálogo Com Autores E Consigo Mesmo No Trabalho Científico
A proposta de trazer colegas para o debate sobre o texto/trabalho científico está tomando corpo. Além do post da Clemida, Como redigir textos, do Sergio, Por quem e por que foi silenciado o debate sobre o esteticismo, na cultura brasileira, outros colegas, poucos ainda, parabenizaram a iniciativa e disseram que tentarão contribuir com o debate.
A inspiração para abrir este debate aqui no Blog nasceu quando me deparei, este semestre, com dois tipos de produções acadêmicas com problemas semelhantes. As produções eram: um trabalho de uma disciplina da graduação e uma monografia de especialização. Ambos, pressupostamente, de graus de conhecimento diferentes.
Porém, os dois trabalhos apresentaram uma perspectiva de apropriação indevida dos autores, com quem estavam dialogando. O primeiro, fazia uso de grandes partes do texto consultado, sem citar o autor, ou colocar a referência bibliográfica que consultou. O segundo, transformando, o que um conjunto de autores dizia sobre a infância, em sua auto-reflexão sobre a infância. Ou seja, o resumo de determinados autores estava sendo considerado como uma produção própria e alternativa, constando como capítulo de uma monografia.
No primeiro caso, podemos dizer que isto não é fato isolado. É comum, alunos que estão no primeiro ano da Universidade (como também foi o caso aqui relatado) comporem seus trabalhos acadêmicos dessa forma, ou seja, copiando os autores pesquisados. Lembro-me quando estava no ensino fundamental e alguns professores pediam para fazer pesquisa na biblioteca pública. Quando o grupo de alunos(as) lá chegavam, havia uma senhora muito comportada que nos dirigia até uma mesa, perguntava sobre o que era nossa pesquisa, pedia para nós aguardarmos e em seguida trazia um livro aberto, dizendo mais ou menos assim: podem copiar daqui até acolá. Nossa pesquisa se restringia a uma cópia. Sim, a uma cópia.
Até parecia que a professora havia combinado com a bibliotecária. E isto era a pesquisa que fazíamos. Claro que nem sempre foi assim.
Os primeiros trabalhos acadêmicos são talvez um rito de passagem para o(a) aluno(a) iniciante. Trata-se de aprender novas linguagens e procedimentos educacionais, mais próximos do ensino superior no país. Traduz-se do aprendizado do diálogo com autores e consigo mesmo. Digo diálogo consigo mesmo porque penso que a escrita tem sempre um pé nos conhecimentos adquiridos e, outro, na impressão, interpretação que a pessoa faz destes conhecimentos para si, para sua vida individual e coletiva. Não se trata de buscar a objetividade na escrita, mas a solidariedade, a compreensão e colaboração.
Diálogo com autores na medida em que a leitura de teóricos sejam eles clássicos ou não, oferecida nas disciplinas, é imprescindível a quem está iniciando. E é imprescindível também a compreensão dos mesmos, tendo em vista um distanciamento do(a) leitor(a) em relação ao autor. Ou seja, ao ler um determinado autor, o(a) leitor(a) estará num cenário de diálogo com quem lê e consigo mesmo, na medida em que é levado a refletir os significados possíveis daquelas leituras. E tirar significados da leitura é um passo importante para o(a) aluno(a).
Isto, certamente, é um elemento significativo na produção de textos do alunado. Produzir compreensão do texto, distanciando-se dos autores que leram, e mostrando suas próprias interpretações. Trata-se de arriscar a dizer o que entendeu, como entendeu e dizê-lo.
No segundo caso, o excesso de outros autores, compondo o capítulo, indicava uma ausência de objeto de pesquisa. O objeto da pesquisa é substituído pelo resumo de algumas referências bibliográficas. Um capítulo inteiro de uma monografia, resumindo autores diferenciados, é muito pouco ou quase nada em termos de conteúdo para uma pesquisa. Utilizar-se de autores (referências bibliográficas) para pensar um tema, um recorte de um objeto de pesquisa seria sim aconselhável e teria uma produção de efeito diferenciada sobre a proposta da monografia. É colocar-se como autor(a) em relação a outros autores(as) (referências bibliográficas).
Acredito que estas atividades do pensar e expor-se, através da escrita, são fundamentais no aprendizado de qualquer ser humano, seja ele/ela aprendente, ou mesmo o(a) professor(a). Pode-se dizer que é uma outra característica do letramento do humano, numa perspectiva mais específica do ensino superior. Ler e escrever estão vinculados à idéia da escolarização moderna contemporânea. E na Universidade a expectativa/exigência aponta novos desafios ao aprendente, nesta arte/ciência da escrita e da leitura.
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Por quem e por que foi silenciado o debate sobre o estetismo, na cultura brasileira?
Filed Under Trabalhos Científicos | Posted on Junho 22, 2009
Por quem e por que foi silenciado o debate sobre o estetismo, na cultura brasileira?
O professor Dr. Sergio Pereira da Silva, atendendo ao convite deste blogueiro, dá o ponta pé inicial para a publicação de posts tendo como temática principal o trabalho científico. Vejam abaixo.
O recente convite do professor Wolney para escrevermos sobre “os trabalhos científicos na Academia” nos ressuscitou a indagação que intitula esse breve texto. Penso que a problemática que envolve as práticas de ensino e as, digamos assim: práticas de aprendizagem, atualmente (início do século XXI), na cultura educacional brasileira, ainda é refém do estetismo. Este não se trata de resquícios culturais no nosso jeito brasileiro de ser. Trata-se de um elemento norteador de condutas “imorais”, “estéticas e não éticas”, ainda muito relevante no nosso cotitiano, que condiciona o que pensamos, como pensamos, como agimos e a intensidade do nosso agir.
Mas, afinal, o que é o estetismo? Algumas coisas nos vêem à mente para caracterizá-lo: seria fazer para inglês ver; seria o grande empenho retórico no ponto de partida dos projetos e perda desse empenho ao longo do mesmo, até culminar o tempo do projeto, sem que os objetivos tenham sido alcançados; seria um grande empenho na aparência (primeira capa) dos trabalhos e fragilidade ou superficialidade no conteúdo e extensão dos mesmos; seria excessiva ornamentação nos projetos de estudo, de ensino e improviso na sua implementação; seria leitura superficial e panfletária, assim como ausência de aprofundamento nas questões polêmicas, sejam políticas, culturais ou científicas, em função da crença de que a ornamentação do enfoque (o fazer-de-conta-que-se-faz) e intenção alardeada, bastam; seria a presença física em sala de aula, ou através da assintura no trabalho em grupo, como condição suficiente (ornamentação) e legitimadora da aprovação no curso, na disciplina; seria ainda o cristalizado “ethos” de que a intenção é suficiente e de que a não conclusão dos empenhos é devido às determinações, quase sempre macro e, portanto, alheias à força de vontade do indivíduo etc..
Esse estetismo não aparece somente nas práticas discentes. Para cada ação do discente há uma correlação estimulante nas práticas docentes e conivência dos gestores da educação. É, portanto, um fenômeno cultural, não há culpados individualizados no ponto de chegada desse fenômeno cultural. Como fenômeno cultural, não há uma consciente intencionalidade que organiza e implementa essas posturas e atitudes.
De onde vem esse estetismo? Regis de Morais (Cultura Brasileira e Educação,2002); Mário Vieira de Mello(O conceito de uma Educação da Cultura1980 e Desenvolvimetno e Cultura – O problema do Estetismo no Brasil,1986) culpam os portugueses, sua colonização de exploração e sua superficial acolha do estetismo renascentista italiano. Os portugueses teriam se apropriado do estetismo via França, não beberam direto das fontes italianas. Além disso, são famosas a incompetência e superficialidade lusitanas na compreensão e apropriação da densa filosofia européia.
Para estes autores, nossos primeiros acadêmicos, na “República dos Bacharéis”, foram os juristas, formados em Portugal, inclusive estes juristas eram responsáveis pelas primeiras aulas de Filosofia no Brasil. Ora, com o brilho retórico e espetaculoso, que tem sido o timbre das escolas e grupos jurisconsultos no Brasil, não é de se admirar que nossos primeiros professores universitários trouxeram, de Portugal, os germes do estetismo no interior de suas boas intenções formativas. Para esses juristas, o belo antecedia em valor moral ao verdadeiro, o empolgante ao idôneo, o brilho à seriedade, a complacência ao rigor. O conceito de estética de Mello e Morais é inspirado em Kierkegaard, filósofo dinamarquês e difere da versão nietzschiana correspondente.
Essa cultura educacional estetizante, segundo Morais e Mello, recebeu o reforço de uma emergente nação sem consistentes bases éticas. Esses autores acusam o catolicismo brasileiro de fragilidade ética enquanto os protestantes de outras colônias eram mais rigorosos nesse quesito. De fato, são famosas as diferenças entre a ética protestante e a católica no que diz respeito ao modo de lidar com as coisas desse mundo, com os valores de conduta, com a interferência nos desafios cotidianos de subsistência, de produção, de colonizar para construir uma nova pátria (em vez de explorar e pilhar a colônia em proveito da “Metrópóle”), dentre outros desafios imanentes.
Desse modo, nosso Brasil “ocidental”, rescém-emancipado de Portugal, nasceu num contexto imoral, habituado a exemplos de pilhagem, superficialidade, descontinuidade e fragilidade nos projetos sociais. Nasceu sem raízes fincadas nos mananciais éticos forjados pelas grandes e seculares culturas européias. De lá prá cá, modismos e descontinuidade se alternam e somos cada vez mais espetaculosos, histriônicos e superficiais. Nosso empenho e rigor tem fôlego curto porque o espetáculo da nossa retórica já nos satisfaz; nossa catarse, numa cultura estetizante, já basta por si só.
A argumentação desses autores não pode ser resumida nessas breves linhas sem que contradigamos ou superficializemos suas idéias, mas o essencial é isso: não somos sérios, somos superficiais em quase tudo que fazemos e o motivo é nossa colonização cultural, sem a vontade/intenção do colonizador de projetos a longo prazo, sem consistência ética na cultura de exploração desse colonizador.
Pôxa!! Que banho de pessimismo desses autores em relação à nossa brasilidade! É quase uma difamação. Difícil é afirmar que eles não têm alguma razão no que dizem e, mais difícil ainda, é ignorar ou negar que, nos trabalhos acadêmicos e científicos e demais atividades na universidade, agimos tal qual descrevem.
Inspirados nesses autores, concluímos que carecemos de um “choque cultural”, uma espécie de quimioterapia cultural, porque seria algo arrojado, com danos colaterais, mas imprescindível. Nos mais diversos espaços sociais: família, igreja, sindicato, escola, universidade, nas ruas, nos shopping centers, na tv, no rádio, na internet etc.., precisamos fazer a catequese ética dos cidadãos. Mostrar, com exemplos concretos, que precisamos mais ser éticos do que estéticos, na perspectiva que foi descrita.
Finalmente, cabe indagar: por que esse debate relevante e pertinente, da década de sessenta e setenta foi calado, ignorado nas décadas de oitenta e noventa do século passado?
Uma resposta provável e plausível é a de que o marxismo emergente, nos debates acadêmicos na segunda metade do século XX, profundamente estetizante na sua versão brasileira, aliado ao poder do catolicismo na vertente tradicional tanto quanto na “Teologia da Libertação”, também impregnado de práticas estetizantes, estigmatizaram as análises de Mello (em quem se inspira Morais especificamente nesse tema) como sendo “moralistas e reacionárias” e lograram o êxito político de expulsá-las do debate cultural, pedagógico e político hegemônicos.
Qualquer que seja a resposta à pergunda que intitula esse breve texto, urge recuperarmos esse debate como mais uma perspectiva a contribuir na compreensão da nossa brasilidade e sua implementação nas práticas educacionais.
Prof. Sérgio Pereira da Silva - UFG- Catalão
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Elas Cantam Roberto Carlos
Filed Under Musica | Posted on Junho 21, 2009
Elas Cantam Roberto Carlos
O que mais me lembro quando vejo as Divas da música brasileira cantando é do meu pai. Sentado em seu sofá, de olho atento na telinha, programa do Chacrinha, gritava meu nome para ir ver algum cantor ou cantora soltando a voz.
Talvez por isto, e não só, claro, acabei gostando também de cantoras brasileiras. Fiz até tese sobre uma delas.
O vídeo abaixo, Elas Cantam Roberto Carlos, é um presente, para aqueles e aquelas que também gostam das Divas da música popular brasileira, cantando velhas/novas canções do Rei Roberto Carlos. Lembranças dos anos setenta e início dos oitenta.
Bom Domingo a todos!
cantoras divas Musica Roberto CarlosShare This
A Iniciação Aos Trabalhos Científicos Na Academia
Filed Under Trabalhos Científicos | Posted on Junho 20, 2009
A Iniciação Aos Trabalhos Científicos Na Academia
É comum, na academia, universidades, alunos e alunas mostrarem dificuldades na leitura e produção de textos. Talvez este seja um ritual de passagem, o pulo do gato, como dizia uma amigo, que faz do(a) discente crescer, amadurecer no que diz respeito à sua produção intelectual.
Em 2008, minha amiga Aparecida Clemilda Porto nos brindou com um texto, o qual está neste link aqui: Como Redigir Textos
Tendo em vista a importância do tema, principalmente para alunos e alunas que acabaram de entrar na Universidade, ou mesmo os que ali já estão estudando, estou projetando convidar professores para, através da produção de pequenos textos, indicarem, colaborativamente, sugestões, suas próprias perspectivas sobre:
- Resumo
- Trabalhos acadêmicos numa determinada disciplina
- Textos monográficos
- Objetos de pesquisa
- Metodologias
- Resenhas
- Monografias
- Outros…
Irei publicar aqui no Blog sob a TAG = TRABALHOS CIENTÍFICOS, que ficará fácil de ser localizado, bastando o nosso visitante deste Blog localizar, numa das colunas ao lado, o Título CATEGORIA e, logo em seguida a TAG = TRABALHOS CIENTÍFICOS. Creio que assim estaremos contribuindo para o melhor aprendizado de nossos alunos e alunas, bem como de todos aqueles que ancorarem suas visitas onlines no Soprando.Net.
E se algum aluno ou aluna quiser sugerir algum professor, ou outra pessoa que não seja necessariamente docente, para a produção de algum destes textos, basta sugerir nos comentários abaixo que tentaremos fazer contato.
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