Formação de Professores|Cultura Educacional |Educação E Blog

No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.

Google Lança Knol

Filed Under Tecnologia | Posted on Julho 25, 2008

Google Lança Knol

knol.JPG


Segundo o site Web Para Educadore, o Google lançou o Knol, uma Wikipedia melhorada.

 

Vejam detalhes aqui:

Knol é a Wikipedia melhorada do Google



Share This

Se voce eh novo(a) aqui, inscreva-se ao meu RSS feed. Obrigado pela visita!

Leave a Comment

Matrícula Segundo Semestre 2008 Na UFG

Filed Under Notícias | Posted on Julho 22, 2008



Matrícula Segundo Semestre 2008 Na UFG

 

O semestre passado eu tive vários alunos e alunas me enviando emails dizendo da dificuldade em fazer a matrícula pela Internet. Bom, vou logo adiantando que não sou responsável por matrícula na UFG.

 

Meu intuito aqui é divulgar as datas da matrícula para o segundo semestre de 2008. Portanto, aos alunos e alunas leitores deste Blog, ai vai:

 

A Pró-Reitoria de Graduação (Prograd) da UFG informa que a matrícula do segundo semestre de 2008 dos alunos veteranos ocorrerá no período de 28 de julho a 7 de agosto, e será feita exclusivamente via internet. Para realizar a matrícula, o aluno deverá verificar os dias de acesso, que correspondem ao seu ano de ingresso na UFG, conforme o que se segue:

 

JULHO:

 

Dia 28/7 (seg): para alunos ingressos em 2004, 2003, 2002, 2001 e anos anteriores.

Dia 29/7 (ter): para alunos ingressos em 2005

Dia 30/7 (qua): para alunos ingressos em 2006

Dia 31/7 (qui): para alunos ingressos em 2007

 

AGOSTO:

 

Dia 1/8 (sex): para alunos ingressos em 2008

Dia 2/8 (sáb): para todos os alunos

Dia 3/8 (dom): para todos os alunos

Dia 4/8 (seg): para alunos ingressos em 2005, 2004, 2003, 2002, 2001 e anos anteriores.


Dia 5/8 (ter): para alunos ingressos em 2006

Dia 6/8 (qua): para alunos ingressos em 2007

Dia 7/8 (qui): para alunos ingressos em 2008

Dias 8 e 9/8 (sex e sáb): efetivação da matrícula

Dia 10/8 (dom): disponibilização da Notificação de Matrícula


Novidade: O trancamento de matrícula voltou a ser feito pela internet. Basta acessar o Portal do Aluno no mesmo período da matrícula e, conforme escalonamento, efetuar o trancamento.

 

Fonte: http://www.ufg.br/page.php?noticia=4462



Share This

Leave a Comment

Férias Com Pica Pau

Filed Under Púlpito | Posted on Julho 22, 2008

Férias Com Pica Pau

Olhando rapidamente no Dicionário do UOL, férias significa:

1 Dias em que se suspendem trabalhos oficiais. 2 Descanso, repouso. 3 Interrupção relativamente longa do trabalho; dias santificados. 4 Dias consecutivos, após um período anual ou semestral de trabalho ou atividades, destinados ao descanso de funcionários, empregados, escolares etc.

De fato, descansar é fundamental. Portanto, férias é fundamental. Entretanto, no nosso caso de professores e professoras, parece que esta prática não é muito comum. Isto significa que os docentes não têm férias?

Não, não. Oficialmente tiram férias, assinamos inclusive documentos dizendo que estamos de férias. Porém, efetivamente temos sempre alguma coisinha para fazer referente ao trabalho de ensinar.

E férias de meio de ano então nem se fala! Até parece que somos enganados. Isto não significa que somos iludidos com este ou aquele objetivo. Mas é uma situação que vai do social ao pessoal. Oficialmente estamos de férias, de recesso, mas em casa colocamos diários em dia, corrigimos provas, lançamos notas, atualizamos leituras, etc.

E mesmo fazendo estas atividades dizemos a nós mesmos: estamos de férias, que alívio!

Eu acredito que se o(a) leitor(a) for um(a) professor(a) irá concordar comigo: o(a) docente deveria sim ter 2 períodos de descanso ao ano, mas com uma política pública de que ele teria que ter condições financeiras suficientes para ou ficar em casa de pijama, ou, se quisesse, fazer viagens, ir mais ao teatro, cinema, conhecer museus, lugares históricos. Bom, cada um escolheria o que bem lhe conviesse, não é mesmo?

O importante seria que o descanso fosse uma política de qualidade de vida, aliada à melhoria da remuneração e oferta de oportunidades múltiplas de que, durante as férias, ele ou ela pudessem deixar de ser professor(a) e tornar-se um(a) turista.

Isto mesmo, férias passaria a ter mais um significado: fase em que o profissional da educação transitasse de professor a turista.

E para que a gente não seja pego de calças curtas, talvez é bom tomar umas aulas com o Pica-pau. Boas Férias!

Pica-pau - Férias Forjadas



Share This

Leave a Comment

Dia Do Amigo

Filed Under Poesia | Posted on Julho 20, 2008


Dia Do Amigo

 amizade.jpg

Acordei neste domingo com aquela preguiça costumeira que você, leitor, sabe sem dúvida qual e como ela é. Na verdade, ela não parece ser, ela se estabelece como um estado domingueiro, apesar de que em certas idades juvenis, ela se transfigura em coisa ontológica. Sim esta preguiça tem várias caras e modos de ser.

 

Levantei-me e a primeira coisa rotineira que faço quando estou em casa é ligar o micro, antes de ir fazer o café. Mas vamos deixar deixar destas histórias.

 

Quando fui acessar meus e-mails me deparei com um texto escrito pela minha amiga Amélia, de Maringá – PR. E o texto era uma homenagem que ela estava fazendo aos amigos e amigas no dia do amigo, este 20 de julho.

 

Coincidentemente ela estava no Bate-Pago do Gmail e imediatamente agredeci, emocionado, e pedi autorização para publicá-lo.

 

Pois bem, abaixo está o texto e gostaria de ofertá-lo a todos os meus amigos e amigas, leitores ou não do Blog. Abraço a todos!

 

 

 

A AMIZADE      (Amélia Kimiko Noma*)

 

Para se ter um amigo é obrigatório ser um amigo. Afinal, uma relação de amizade pressupõe reciprocidade de afeto. A amizade é aquela relação social tecida no bem-querer e no bem-fazer, na qual os amigos se suprem afetivamente. Amigos se respeitam, preservam a individualidade, a liberdade e a autonomia um do outro, aceitam as mútuas diferenças e limitações.

 

Podemos dizer que a amizade é uma síntese da diversidade por articular diferenciações em seu interior. Amigos não precisam ser exatamente iguais (se é que isto é possível); não precisam ter os mesmos gostos, valores, culturas e ideologias. Somente a amizade tem a força para impedir que as diferenças de origem social, posses, capacidades e atributos resultem em divisão e separação dos amigos. Ao mesmo tempo, amigos sabem compartilhar, o que é de cada um é do outro. Desenvolvem uma impressionante relação de cumplicidade, se comunicam apenas com um olhar, com um gesto e com um silêncio. Misteriosamente, a amizade não é quantitativamente medida por dinheiro, riqueza e poder. Maravilhosamente, o seu espelho não é o interesse egoísta, a transação mercadológica nem a relação de exploração e opressão.

 

Como explicar a amizade? Talvez ela seja a manifestação primeira da necessidade de nos vermos no outro e de nele e por ele descobrirmos o mundo. Ao compartilhar vínculos afetivos e sociais dessa natureza nos tornamos capazes de plasmar e mudar nossa relação com os outros. Isto significa que a amizade possui uma dimensão social que se estende para além do âmbito individual e subjetivo. A amizade se constitui e é tecida por mediação de vínculos e interações sociais na qual se estrutura o processo de humanização. Ou seja, sem a presença de outros da mesma espécie, não há a constituição do ser humano. Esta compreensão nos permite fazer oposição à tão propalada concepção liberal do indivíduo isolado, daquele que se faz por si mesmo desprendido dos laços de dependência da família e da comunidade.

 

Estamos a falar de outra forma de sociabilidade que, não substituindo a família (e outros), coexiste com ela e se fortalece na tessitura social e cultural. Isto permite a compreensão de que a constituição da essência humana é indissociável da noção de indivíduo social. Os traços, os caracteres dos indivíduos, são também sociais porque pertencem aos homens de uma determinada época e lugar, portanto, são social e historicamente produzidos. É apenas no conjunto das relações sociais que o ser social pode ser engendrado, sua manifestação vital é expressão e confirmação da vida social, ou seja, da vida individual e a vida genérica do homem.

 

O relacionamento social mediado pela amizade tem, portanto, um papel fundamental pois significa uma das experiências individual, social e historicamente vivenciadas e que fazem parte da condição humana, que alicerça o sentimento de pertencimento e forja a identidade – individual e coletiva –  dos sujeitos sociais. Será que é por isto que os amigos se tornam a nossa bússola e são capazes de ajudar a encontrar o rumo e o prumo?

 

Vinícius de Moraes expressa a absoluta necessidade que temos dos amigos e o quanto a nossa vida depende da existência deles, quando diz: “são indispensáveis ao meu equilíbrio vital, porque eles fazem parte do mundo que eu, tremulamente construí, e se tornaram alicerces do meu encanto pela vida. Se um deles morrer, eu ficarei torto para um lado. Se todos eles morrerem, eu desabo!”

 

E por que precisamos de um amigo? De novo, é o poetinha Vinicius quem sabe o tom e, afinado, entoa a melodia. “Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade”. “Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. […] Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive”.

 

Como nada do que é humano lhe é estranho, como não poderia deixar de ser, na relação de amizade se consubstanciam a imperfeição, a incompletude e a finitude características do ser humano. Se a amizade é uma forma de amor, então, o amigo é capaz de me amar quando menos mereço pois é quando mais preciso dele? E amigo sempre nos lembra que, para se manter viva, a amizade precisa ser continuamente cultivada, alimentada, reconstruída, revigorada, retomada…

 

 

Vivo, como o ar, no meio dos seres

e saio da solidão encurralada
para a multidão dos combates,
livre, porque na minha mão vai a tua mão,
conquistando alegrias indomáveis.


Pablo Neruda

Canto Geral (Aqui termino)

 

 

* Doutora em História pela PUC-SP e professora adjunta na Universidade Estadual de Maringá, no Departamento de Fundamentos da Educação, Docente no Programa de Pós-Graduação em Educação da UEM.



Share This

Leave a Comment

Acessibilidade, Entrosamento E Domínio No Uso Da Internet Por Pedagogos

Filed Under Pesquisa | Posted on Julho 18, 2008


Acessibilidade, Entrosamento E Domínio No Uso Da Internet Por Pedagogos

 

 

Orientanda: Carolina Purcina Dos Santos*

Orientador: Wolney Honório Filho

 

carolina-e-eu1.JPG


Esta pesquisa trata de reflexões sobre a acessibilidade e o uso da internet por pedagogos. O ponto de partida foram pesquisas feitas por alunas do 8° período de Pedagogia no ano de 2008, na disciplina Educação, Comunicação e Mídia, da Universidade Federal de Goiás, Campus Catalão, da qual eu participei.

 

Considerando uso da internet em sala de aula, um elemento fundamental no processo de aprendizagem, organização e construção do conhecimento, este aponta as contradições de poder e dominação que estão associados ao processo de inserção das novas tecnologias no ambiente educacional.

 

A internet é um meio que nos permite informação do mundo todo e hoje essas novas tecnologias são vistas como novas ferramentas e instrumentos, capazes de alterar nossa cultura.

 

É importante o estudo desses avanços frente a esse novo paradigma, para percebermos que se antes a única forma de acesso ao conhecimento era através dos livros, a sala de aula e os professores, hoje esse conceito se amplia, pois a internet nos fornece conhecimentos que vão além das paredes das salas de aula e dos professores. Além disso, o estudo deste tema poderá potencializar minha formação como futura professora, pois a inclusão digital nas escolas já é uma realidade, e para encarar essa nova realidade, é preciso que o professor esteja preparado para ela.

 

Contudo, como tudo que é novo encontra dificuldades, no processo educativo não podia ser diferente. Questões tais como a falta de recursos tecnológicos, alguma resistência de alguns docentes e a falta de preparo dos professores são evidentes nas escolas.

 

O foco principal dessa pesquisa será a compreensão do avanço tecnológico e a relação educação e internet. Atualmente há constantes mudanças nas tecnologias, na qual tem produzido efeitos significativos na nossa forma de vida. O computador e a internet fazem com que parte da sociedade conviva com as praticidades criadas por suas diferentes aplicabilidades.

 

Essas novas tecnologias têm afetado os processos educacionais de ensino e aprendizagem, o que cria desafios e expectativas, tanto para o aluno quanto para o professor. Alguns docentes ainda desconhecem o papel do professor perante o excesso de informações, por isso a informática na educação ainda não está consolidada totalmente no nosso sistema educacional.

 

Algumas questões: como está sendo esta adaptação do uso da internet na sala de aula? Como o professor está lidando com essa relação professor e internet?

 

A emergência da tecnologia no cotidiano da sociedade contemporânea produz a necessidade de incluir nos currículos escolares as habilidades e competências para lidar com as novas tecnologias. No contexto de uma sociedade do conhecimento, a educação exige uma abordagem diferente em que o componente tecnológico não pode ser ignorado. A incorporação das novas tecnologias como conteúdos básicos comuns podem contribuir para uma maior vinculação entre o contexto de ensino e as culturas que se desenvolvem fora do âmbito escolar, pois ao colocar em prática o uso da internet sem a mediação do professor, o aluno não dará conta dos vários elementos que a internet oferece.

 

Portanto, esta pesquisa visa problematizar a temática Educação e internet, discutir os problemas que envolvem as novas tecnologias e analisar a situação dos professores frente a essa nova tecnologia. A composição da base teórica desta pesquisa vem se referenciando em autores como Ramal, Levy, Moran, dentre outros.

 

Andréa Cecília Ramal, apoia o uso das tecnologias nas escolas, para ela ao conectar à internet, as portas se abrem para um novo mundo diante dos alunos e professores, pois há uma infinidade de livros e sites que podem ser acessados, o que nos coloca em um grande desafio.

 

Além disso, ela mostra caminhos para alcançar uma formação neste contexto, capaz de nos tornar profissionais capazes de aprender sempre.

 

Pierre Levy destaca a importância de construir novos modelos de espaço dos conhecimentos, na qual rompe práticas obsoletas e estabelece uma mudança qualitativa.

 

Ressalta também sobre o hipertexto, a cibercultura e o cyberespaço, que é um universo de infra-estrutura e de uma interconexão mundial dos computadores, material de comunicação digital, ligados a nós que pode ser, palavras, páginas, imagens, gráficos, documentos, ou seja, dado de aquisição de informações e comunicação.

 

JoséManuel Moran segue o mesmo conceito de Ramal, onde o uso da internet e seus recursos na educação pode ampliar o mundo daqueles que utilizam. Ele salienta também sobre a importância da internet mediada pelo professor, pois ela é apenas um apoio indispensável para que se tenha total aproveitamento do conhecimento de modo geral.

 

 

*Aluna do Curso de Pedagogia, Universidade Federal de Goiás - Campus Catalão.



Share This

Leave a Comment


« go backkeep looking »

Close
E-mail It