Criar E Aprender Com Tecnologias Inspirado Em Paulo Freire
Filed Under Notícias | Posted on Junho 16, 2008
Criar E Aprender Com Tecnologias Inspirado
O Estado de são Paulo publicou uma matéria no último dia 15 de junho, intitulada: ”Para criar uma geração de cientistas, temos de ensinar ciência do século 21”. Trata-se de uma entrevista com o paulistano Paulo Blikstein, que está terminando seu doutorado nos Estados Unidos e está sendo assediado por várias universidades americanas. Sim, você leu certinho: ele está sendo assediado por várias universidades americanas. Estas universidades o querem estudando e pesquisando dentro do seu território.
E o interessante é que o engenheiro Blikstein faz seus estudos e pesquisas inspirado
Mais do que isso, ele dá sugestões e opina sobre o uso das TICs na Educação. Veja matéria completa Aqui:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20080615/not_imp189679,0.php
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5 Responses to “Criar E Aprender Com Tecnologias Inspirado Em Paulo Freire”
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Caro Prof Wolney
Sempre que posso dou um pulinho aqui, porém até semana passada estive sem tempo de postar um comentário. Eu acredito que o uso das tecnologias nas escolas é maravilhoso, mas o engajamento docente deve ser maior. Tenho o conhecimento de que é difícil se conseguir maior empenho docente quando nossas remunerações são tão baixas, ou seja, se vamos para a escola lecionar com alegria e a preocupação das contas e dos compromissos que assumimos de antemão, sem a certeza de cumpri-los.
Todavia, me lembrei ao longo da leitura do artigo sobre o Paulo Blikstein de duas frases de Freire, no pedag da autonomia: “Educar exige pesquisa; Ensinar exige respeito a autonomia do ser do educando” Como fazer isso se nos esquecemos de seu processo de ensino-aprendizagem e acabamos com qualquer curiosidade de seu ato de aprender?
Se acabamos com qualquer esperança de promover a pesquisa, o ato de descobrir por eles mesmos o prazer de adquirir conhecimento. Acredito, tal como o Blikstein que qualquer forma de tecnologia pode ser utilizada para o bem e para o mal. Cabe a gente se abrir ao novo e não perder de vista as possibilidades de aprendizagens presentes no nosso dia-a-dia!
Na paz!
Semíramis
Ah, visitei a página dialogando e gostaria que o senhor colocasse o link do meu blog lá, poderia ser? agradecida desde já!!!!
Oi Semíramis, que bom vê-la por aqui!
Eu tenho um amigo que diz mais ou menos assim: uma das maiores motivação de uma pessoa é o seu faturamento no final do mês. Professor, quando leva a profissão a sério, seja em qualquer nível, tem várias satisfações. Mas o salário de fato não está excluídos das principais.
Trabalhar bem, produtivamente, de fato está relacionado a ter um bom salário.
Outra coisa: eu penso também que o prazer de educar deve ter uma relação proporcional ao prazer em aprender. O nosso trabalho de docentes precisa despertar o prazer em aprender.
Abraço,
Wolney
Semíramis, eu esqueci: o seu blog foi acrescentado no Dialogando. Obrigado por lembrar. E se tiver outras sugestões, fique à vontade.
Wolney
A partir deste post procurei ler a matéria completa “Para criar uma geração de cientistas, temos de ensinar ciência do século 21″, publicada no Estadão e gostaria de destacar uma questão que o autor defende.
Ao falar do uso do computador Blikstein afirma que é a forma de usá-lo que define os resultados, em casa ele sugere que o computador permaneça em local de fácil acesso (sala) e não no quarto, pois segundo ele isso facilita a interação da família enquanto as crianças o utilizam, uma questão que vai muito além do “vigiar” e tem sim a intenção de participação. Referindo-se a escola o autor segue a lógica afirmando: “As escolas onde se faz o melhor uso de tecnologia não têm laboratório de informática isolado, a tecnologia está em toda parte”. (Paulo Blikstein)
É importante refletirmos acerca deste assunto e creio que este blog seja uma forma eficiente de fazê-lo.
Sim Avelina, compartilhar informações, sentimentos, enfim, dialogar com os filhos sempre é muito importante.
O computador é uma ferramenta que pode ajudar, principalmente quando os pais se interessarem pelos jogos, bate papos, enfim, por aquilo que os filhos escolhem fazer com a oportunidade de estarem navegando.
Eu penso que levar o computador da família para a sala tem um significado especial para esta troca de experiência e diálogo entre gerações.
Wolney