Educação, Comunicação E Mídia – O Mundo É Plano
Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Setembro 16, 2007
Uma das atividades da disciplina Educação, Comunicação e Mídia, Curso de Pedagogia, UFG-Catalão, é a leitura do texto “As dez forças que abalaram o mundo”.
Este texto é de FRIEDMAN, Thomas L. O mundo é plano. Uma breve história do século XXI. Tradução de Cristiana Serra e S. Duarte, - Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.
Utilizo este texto para que as alunas e alunos tenham uma visão geral das transformações tecnológicas que aconteceram na virada do século XXI e que estão proporcionando o achatamento do mundo, segundo o autor Thomas Friedaman.
Abaixo, segue comentários das alunas e alunos.
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9 Responses to “Educação, Comunicação E Mídia – O Mundo É Plano”
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O Mundo é Plano
Acadêmicas: Walbetriz, Adriana Fernandes, Liliene, Carolina e Gleice.
O livro “O Mundo é Plano” de Thomas L. Friedman, jornalista norte americano, trata das dez forças que achataram o mundo, forças essas que possibilitaram grandes transformações, reduziram as “distâncias” entre as pessoas e fizeram com que as informações se propagassem de maneira rápida e eficiente. São elas: a Queda do Muro de Berlim; o Surgimento da Netscape; os Softwares de Fluxo de Trabalho; o Código Aberto; a Terceirização Internacional de Serviços; o Offshoring; as Cadeias de Fornecimento Globais ; a Internalização da Produção dos Clientes o Auto-fornecimento de Informações; as Tecnologias Potencializadoras.
Segundo o autor, a terceira força (a qual será por nós abordada) refere-se aos Softwares de Fluxo de Trabalho - Recursos que permitem aos sistemas aplicativos “conversarem” uns com os outros, onde quer que estejam. É interessante perceber como foram necessários: muito trabalho, criatividade e tecnologia, para que isso fosse possível.
Consideramos extraordinária a facilidade de trabalho que as empresas obtiveram por tornaram-se interoperáveis, independentemente dos equipamentos ou programas utilizados por cada uma - graças aos softwares de fluxo de trabalho.
Friedman afirma que, “o encadeamento de todas as tecnologias tem sido uma dádiva para a inovação e um grande redutor de conflitos entre as empresas e aplicativos.”.
Portanto, todas as empresas e instituições, em que faltem lideranças, flexibilidade e imaginação para se adaptarem a essas transformações e para que possam continuar operantes no mundo atual, devem rever urgentemente seus “conceitos”!
Também é fantástico pensarmos que, na próxima etapa do fluxo de trabalho baseado em serviços da web, para alguém marcar uma hora no dentista, basta emitir um comando de voz para que o computador o faça em seu lugar. O computador, então, automaticamente, converterá a voz numa instrução digital, comparará a agenda com as datas disponíveis na do dentista e oferecerá três opções de data e hora. Uma semana antes da data escolhida, a agenda do dentista vai enviar um e-mail automático para lembrar da consulta e, na noite anterior receberá, na caixa postal do celular, uma mensagem de voz gerada por computador, também para lembrar do compromisso.
Para o autor, ao juntar-se o grau de comunicação interpessoal com todos os programas de fluxo de trabalho entre os aplicativos baseados na web, o resultado é uma plataforma global inteiramente nova para as mais variadas formas de colaboração. Graças a essa plataforma, pudemos conversar mais uns com os outros, fazer mais coisas juntos, criar coalizões, projetos e produtos juntos, como nunca antes.
Afinal, até onde a inteligência humana pode nos levar, valendo-se dos recursos disponíveis criados por nós mesmos?
É impossível respondermos a essa pergunta… o que temos em mente é que o processo de achatamento está acontecendo à velocidade da luz e atinge, direta ou indiretamente, muito mais gente em todo o globo.
Sabemos, também, que o grande desafio do nosso tempo será absorver tais mudanças de forma a não atropelar as pessoas e nem deixá-las para trás. Será uma missão inevitável, mas nada fácil.
Ler parte do livro de Thomas Friedman foi um bom ponto de partida para que pudéssemos entender o que está acontecendo com o mundo, que não é mais redondo. “Ele se achatou e está ficando plano… e nós podemos começar a correr.”
UFG – CAC
Catalão, 14 de setembro de 2007.
Disciplina: Mídia e Educação
Alunas: Andréia, Cinara, Denise e Lílian
FORÇA Nº. 10
ESTERÓIDES
Digital, Móvel, Pessoal e Virtual
O livro O Mundo é Plano, de Thomas L. Friedman, nos leva a uma “viagem” pela a evolução da tecnologia da informação com a globalização do mundo. Para Friedman, o mundo passa por um processo de “achatamento”, a cada dia mais ele se torna plano.
No capítulo “Dez Forças que Achataram o Mundo”, Friedman relata como as dez forças aplanaram o mundo e da infinidade de formas e ferramentas inéditas de colaboração assim criadas.
Entretanto, o grupo irá se focar na décima força, que mostra que a “Globalização 3.0″ é os dias de hoje, em que estamos tão próximo uns dos outros, independente do lugar onde moramos, que temos uma tecnologia que nos propicia a troca de informações de onde estivermos.
A grande ferramenta da tecnologia para este século é a wireless, porém não é só esta. Friedman diz que além do wireless, ainda temos outras tecnologias que ela chama de “esteróides” que são algumas ferramentas que tornam todos os niveladores potencializados e incrementados.
O iPaq, primeiro palmtop capaz de conectar a outros computadores, celulares e entre outros, de maneiras diferentes e sem fio e ainda funciona como celular é um exemplo da tecnologia dos dias de hoje. Hoje possuímos uma tecnologia que nos propicia uma grande facilidade de se obter, armazenar e trocar informações. Há alguns anos atrás seria impossível pensar que conseguiríamos falar ao telefone com alguém e ver a imagem dessa pessoa, ou ainda mais, falar não só com uma e sim com 2,3,4,5…. ao mesmo tempo, de diferentes locais. Pois hoje temos essa “ferramenta” ao nosso alcance. É claro que não é para todos, pois ainda temos, ainda que vivemos em um mundo globalizado, diferentes condições de acesso a essa tecnologia. E não é só nos países de 3° mundo em alguns países do primeiro mundo como EUA ainda se encontra algumas dificuldades para o uso diário dessa tecnologia, hoje os grandes beneficiados são os asiáticos. No Brasil pouquíssimas cidades podem contar com a tecnologia sem fio.
Com a crescente evolução da tecnologia da informação parece que estamos sendo atropelados, ou esmagados por um turbilhão de informações, e nos perguntamos se estamos nós preparados para essa “evolução”?
Se pensarmos que ainda temos no mundo todo, pessoas que nunca ligaram um computador, que não sabe o que é uma internet, e-mail vamos ser esmagados por não estarmos totalmente preparados para essa evolução.
Hoje temos a possibilidade de sermos funcionários de uma empresa e trabalharmos on line de casa, de empresas consultarem estoques de seus fornecedores, e várias outras.
Agora vamos pensar enquanto educadoras: o que esta ferramenta poderia nos ajudar? É claro que o acesso à informação de uma maneira mais fácil e acessível possibilita ao educando e educador “n” formas de aprender. Enquanto escola, uma instituição pode fornecer informações de seus alunos aos pais através do próprio site, ou ainda, ver ao vivo, online, imagens de seu filho no ambiente escolar através do seu computador ou celular em qualquer lugar. Para o professor a possibilidade de atender seus alunos à distância. E por falar em distância o que dizer dos cursos de formação a longa distância? Inimaginável há algumas décadas atrás.
Porém como tudo não é maravilha, esse acesso incontrolável as novas tecnologias gera alguns transtornos, como alunos acessando sites inapropriados e perdendo tempo com joguinhos dentro de sala de aula e também a perda da “privacidade” que todos nós temos direito.
Pensar um mundo achatado, plano é pensar em mundo sem fios, pessoas próximas umas das outras pela tecnologia e em máquinas que “falarão” com você, te lembrando de um compromisso no seu celular por exemplo.
Será que estamos preparados?
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
CAMPUS DE CATALÃO
8º PERÍODO DE PEDAGOGIA
ALUNAS: - Luciara Araújo Zardine
- Lygia Maria Carrijo de Carvalho
- Cássia Vidal Mamede
- Avelina Oliveira de S. Martins
Força nº 6
OFFSHORING
Correndo com os Antílopes e Comendo com os Leões
Thomas Friedman, em seu livro “O Mundo é Plano”, no capítulo dois, trata das dez forças que segundo ele colaboraram para o achatamento do mundo, sendo elas:
1- 9 de Novembro de 1989 - Quando os Muros Ruíram e as “Janelas” se abriram, ou seja, a queda do muro de Berlim, que coincide com a consolidação do Windows como sistema operacional padrão dos computadores pessoais em todo o planeta;
2- 9 de Agosto de 1995 - O Dia em que o Netscape Foi para a Bolsa, que trata do surgimento da Netscape, que equivale o início da bolha das empresas ponto-com;
3- Softwares de Fluxo de Trabalho - Vamos Trocar Figurinhas: Coloque o Seu Aplicativo para Conversar com o Meu, que tratam dos Softwares de fluxo de trabalho, cujo principal exemplo é a fixação do padrão Word para processadores de textos;
4- Código Aberto - Comunodades de Colaboração que se Auto-Organizam, cujo exemplo talvez mais ilustrativo seja a enciclopédia virtual Wikipédia, que é literalmente escrita pelos usuários;
5- Terceirização - O ano 2000, que relata sobre a terceirizaçãointernacional de serviços e tem como principal ícone a Índia;
6- OFFSHORING - Correndo com os Antílopes e Comendo com os Leões, cujo maior exemplo é a transferência de fábricas para a China e outros países orientais;
7- Cadeia de Fornecimento - Comendo sushi no Arkansas, ou seja, as cadeias de fornecimento globais, cujo maior exemplo é a incrível estrutura do Wal-Mart;
8- Internalização - O que É que Aqueles Caras de Bermudão Marrom Andam fazendo, que trata da internalização da produção dos clientes e tem como maior exemplo a UPS, empresa mundial de entregas;
9- In-Formação - Google, Yahoo!, MSN Web Search, que é o auto-fornecimento de informações, cujo maior exemplo é o google, ferramenta universal de pesquisa;
10- Esteróides - Digital, Móvel, pessoal e Virtual, que trata das tecnologias potencializadoras, cujo maior exemplo é o sistema de telefonia por internet Skype.
O jornalista norte-americano, Friedman, usa um próverbio africanopara melhor ilustrar a idéia de competitividade e concorrência, o qual está inserido a seguir:
“Todos os dias de manhã, na África, o antílope desperta.
Ele saba que terá de correr mais rápido dos leões, para não ser morto.
Todos os dias, pela manhã, desperta o leão.
Ele sabe que terá de correr mais rápido que o antílope mais lento, para não morrer de fome
Não interessa que bicho você é, se leão ou antílope.
Quando amanhecer, é melhor começar a correr.’
Nossa discusão está focada na Força nº 6 - OFFSHORING, que estaremos discutindo a seguir:
O OFFSHORING cujo maior exemplo é a transferência de fábricas para a China e outros países orientais, se diferencia das empresas terceirizadas, que são aquelas que contratam uma outra empresa para realizar uma determinada função de produção e depois a coloca de volta ao conjuntode suas operações como um todo, pelo fato de que o OFFSHORING se dá quando uma empresa faz a transferência de sua fábrica por inteiro para outro local, no exterior.
Essa transferência de fábricas é feita com o objetivo de que as mesmas produzam tudo da mesma forma, só que com maiores vantagens, para uma produção de custos bem mais reduzidos, ou seja, mão de obra mais barata, carga triutária mais reduzida, energia subsidiada e menores gastos com os planos de saúde para os funcionários.
O OFFSHORING se insere nos amis variados lugares, ou melhor, setores, como eletrônicos, mobíliários, peças automotivas, diversas armações de óculos, têxteis etc. O OFFSHORING trouxe consigo também a transferência de suas produções para a China , que por sua vez entrou na OMC- Organização Mundial do Comércio, em 2001, e esse ingresso facilitou a permanência das empresas estrangeiras na China.
Concluido, pode-se destacar que se os americanos e europeus quiserem tirar proveito do achatamento do mundo e da interconexão de todos os mercados e pólos de conhecimento, vão preciar correr pelo menos tão rápido quanto o mais rápido dos leões. Desconfio seriamente que é a China que vai ser esse leão - e um leão muito bom de corrida, diga-se de passagem. (Friedman,2005, p. 150)
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
CAMPUS CATALÃO
ALUNAS: Geslaine Nunes Franco
Kelcyone de Paiva Barbosa
Lidiane Pires de Sousa
Patrícia Alves Teixeira
8° Período de Pedagogia
FORÇA N° 5
TERCEIRIZAÇÃO
O ANO 2000
A Índia, que se tornou independente, em 15 de agosto de 1947, passou por muitas situações desagradáveis, porém a sua história mudou um pouco no final do século XX. Se tornou um país de sorte, ao ter a oportunidade de ser o segundo comprador das empresas de fibra óptica, sendo os primeiros os americanos, que por investirem muito nesse setor foram levados à falência.
Talvez por não ter muitos recursos naturais, na Índia houve investimentos na qualificação de uma parcela das elites na área de ciências, engenharia e medicina.
Neste sentido, obteve-se a formação de profissionais bem gabaritados. Mas os mesmos tinham que sair de seu país de origem por este não ser desenvolvido, então seus destinos seriam os E.U.A, no qual existia um campo de trabalho amplo na área da tecnologia, e teriam facilidade de encontrar emprego, uma vez que os americanos queriam cortar custos e visto que os indianos eram mão-de-obra barata.
Com a expansão da fibra óptica, os indianos não precisariam mais sair do país para resolverem percalços nos Estados Unidos, e quem arcou com os custos deste processo foram os americanos.
Então, a crise do ano 2000, ou Bug do milênio, foi outro momento de sorte dos indianos, porque foi nesta passagem que um vasto número de computadores precisou passar por reajustes em seus relógios internos e sistemas relacionados, pois se temia uma crise global e a única solução encontrada foi contar com a capacidade indiana e com isso passaram a reconhecê-los mundialmente pela capacidade de trabalhar com a tecnologia.
Para haver um melhor entendimento do que seja o Bug do milênio ou Bug do ano 2000, iremos destrinchar melhor este tema.
Empresas e governos de todo o mundo principalmente nos Estados Unidos, gastaram muito há aproximadamente sete anos atrás, com o conhecido BUG do Milênio, onde os números do ano tinham sido escritos com dois dígitos nos programas, principalmente os que foram feitos nas décadas de 70 e 80, ocorrendo o contratempo de que quando virasse o século, ou seja, o milênio de 1.999 para 2000, os dois últimos dígitos sendo 99 pulariam para 00, levando os programas a acreditarem que era o ano de 1.900. Causando assim uma infinidade de problemas, principalmente no que dizia respeito a investimentos e aplicações financeiras.
O desastre premeditado não aconteceu, ou seja, o mundo não entrou em colapso e nem entraria, pelo menos não da forma como era anunciado aos sete ventos, mas sim tratou-se de mais um golpe de mercado do que um desastre histórico e serviu para encher os bolsos de muitas empresas.
E por este motivo no ano 2000 houve uma grande disputa por “cérebros” indianos que cuidassem da programação para enfrentar o problema do Bug.
Houve ainda, uma outra oportunidade para que os indianos pudessem mostrar seus talentos quanto à tecnologia de computadores, foi com o comércio de eletrônicos, por conta da grande aptidão na área da engenharia. E com a explosão da bolha ponto-com, os engenheiros indianos tornaram-se necessários, não por serem numerosos, mas sim por terem custos inferiores, ou seja, trabalhavam igual ou até melhor que os americanos, eram de confiança e seus serviços eram muito mais baratos, ou melhor, a Índia era um dos poucos lugares onde se encontraram, por qualquer preço, engenheiros com o domínio da língua inglesa, já que todos os engenheiros americanos haviam sido afastados pelas empresas de comércio eletrônico, e foi por isso que o mercado acionário ficou em péssimas condições.
Em suma, o que aconteceu foi que os Estados Unidos terceirizou os serviços tecnológicos da Índia, porque os indianos eram trabalhadores competentes e tinham baixos custos.
Universidade Federal de Goiás - CAC
Curso de Pedagogia
Adriana Rosa
Josiana de Avelar
Juliana R. Silveira
Ludmila Ulhôa
Força 9 - In-formação
Google, Yahoo! MSN We Search
Thomas Friedman (2005) retrata em seu livro “O mundo é Plano – Uma breve história do século XXI” sob os fenômenos que juntos convergiram para o achatamento da Terra, de forma que o mundo tem se tornado pequeno frente à gama de dados, inovações, informações, que ao longo de sua história vem se desenvolvendo.
Faremos a seguir um breve comentário de um desses fenômenos, a Força 9 – In-formação – Google, Yahoo!, MSN Web Search.
O surgimento do Google possibilitou o acesso universal a informação contida em bibliotecas do mundo todo, colocando assim o conhecimento ao alcance de nossos dedos. Criado por Brian e Page o Google se tornou o mecanismo padrão de buscas na internet. Os dois se conheceram na pos graduação em ciências da computação e desenvolveram uma formula matemática para classificar as página da internet conforme o número de acessos, o que lhes garantiram relevância frente as outras empresas de busca.
Outro conceito importante citado pelo autor, é o de in-formar, que ele afirma ser uma espécie de autocolaboração, é o individuo ter a oportunidade de estruturar e construir “sua cadeia de fornecimento pessoal, de informação, conhecimento e entreterimento” (2005, p. 179). Neste momento entra em cena o Google com o objetivo de facilitar este processo, levando empresas como Yahoo! e a Microsoft (MSN Web Search) a investir em novos recursos de in-formação.
Outra inovação tecnológica citada no texto é a TiVo, na qual cada pessoa cria sua própria programação televisiva, podendo gravar ou não comerciais ou programas e assistir quando quiser, com este sistema, assiste-se somente o que se quer, não sendo necessário a troca de canais quando entra um comercial desinteressante. Com a TiVo você pode também congelar a imagem e guarda-la na Tv e depois assistir de novo, outra possibilidade é a de dar pause ou replay em transmissões ao vivo, além de outros recursos exclusivos.
Outro aspecto abordado pelo autor quanto ao crescimento da Internet á a área do auto-atendimento, citando como exemplo o Yahoo! Groups, como uma plataforma de promoção de encontros de pessoas que são adeptas a determinado tema, esse é um exemplo claro para nós afinal todos participamos do grupo “educacufg” do Yahoo!Groups, que por sinal tem colaborado muito para a “formação tecnológica” da XVII Turma de Pedagogia.
Finalizando, acreditamos que com a globalização do conhecimento, o mundo deixou de ser redondo e passou a ser plano, pois na busca por informações não há desigualdades ou diferenças, todos são iguais, e tudo está acessível a todos. Porém toda essa velocidade de como as informações chega até nós, pode até gerar problemas, como uma pessoa ter acesso a certas informações muito cedo, ou de nossa vida ser um livro aberto, em que todos podem ter acesso, pegar nossos dados e fazer o que quiser deles. E a cada dia que passa as ferramentas tecnológicas são cada vez mais avançadas, chegando cada vez mais a um número maior e diferenciado de pessoas, seja para uso pacífico ou para cometerem delitos ou até atos terroristas.
Para onde quer que olhemos, lá está ela, a in-formação, ou seja, o mundo plano, horizontal. E questionamos, onde é que tudo isso vai dar?
os trabalhos estão muito bons! pensar em um mundo plano dá uma sensaçao de que algum dia os homes possam falar a mesma lingua, caminhar na mesma direçao e defeder os mesmos ideais. o nivelaMENTO DO MUNDO APROXIMA AS PESSOAS, deixando todas no mesmo pé de igualdade. Pelo menos no que diz respeito a informação, né?
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIAS
PROFESSOR: WOLNEY HONORIO FILHO
ALUNAS: DAYANE APARECIDA MARQUES
ALINE PERIRA NICOLAU
JULIENE DA SILVA PEREIRA
JULIANA FERREIRA DOS SANTOS
GUPO 1: 9 DE NOVEMBRO DE 1989
QUANDO OS MUROS RUIRAM A AS “JANELAS” SE ABRIRAM.
No livro “O Mundo é Plano” o autor jornalístico Thomas L. Friedman faz um relato intitulado ” dez forças que achataram o mundo”, no qual ele aponta diversos acontecimentos de caráter históricos que contribuíram para a evolução tecnológica e consequentemente, para o que ele chama de um nivelamento do mundo que segundo ele, tornou possível uma interação global entre os meios informativos, tecnológicos e comunicativos.
O autor faz um breve balanço dos últimos 20 anos iniciando com o aparecimento dos primeiros programas complicadíssimos de computadores até o mais moderno e simples aparelho digital que temos hoje. Citando momentos importantes e decisivos na história da corrida tecnológica, as conclusões da reportagem de Friedman culminam no estreitamento das relações entre as pessoas através das maquinas, do computador.
Dessa forma, iremos nos atentar para a primeira força apontada como o inicio de um mundo sem fronteiras: a queda do Muro de Berlim. Friedman faz uma clara colocação relacionando o momento histórico da queda do Muro com o avanço dos meios de comunicação que abalaram os sistemas totalitários soviéticos, possibilitando a abertura de novos horizontes e a contemplação do mundo como um todo, mais homogêneo e global.
O muro fechava não apenas a passagem de um local para o outro, mas principalmente a visão, impedindo que fosse observado o mundo como um único mercado, um só ecossistema e uma mesma comunidade. Entretanto, a queda do muro abriu novos caminhos para novos conhecimentos.
Dentre esses novos caminhos, o autor ressalta a revolução da informação, evidenciado pela invenção do computador. Friedman afirma que o primeiro PC apareceu no mercado em 1981, oito anos antes da queda do muro. No decorrer de seu texto, Friedman faz alguns trocadilhos interessantes, como por exemplo, quando ele diz que a queda do muro de Berlim abriu as janelas para o progresso e, enquanto isso, surgia no mercado o primeiro programa de computador, o “Windows” (que em português significa janela), enfatizando a abertura de novas janelas para a informação.
Essas janelas, conforme a reportagem, possibilitaram dar uma olhadinha do outro lado do muro, conhecer o que se escondia lá atrás que poderia ser tão bom ou tão terrível. Quando se desvelou o mistério e tornou viável o acesso às informações, pôde dar inicio a revolução, tanto social quanto tecnológica.
A partir do momento em que mundos diferentes puderam se conectar e conhecer a realidade um do outro, algo mudou, deu-se conta de que um mundo dividido seria sempre um mundo em guerra. Guerra de ideais, de conhecimentos, de tecnologia e de informações. As vantagens em se globalizar os ideais, os conhecimentos, a tecnologia e as informações, tornaram se evidentes, pois a interação e as trocas fortaleceriam as nações e a rivalidade só traria um enfraquecimento para uma das partes.
Sendo assim, é valido associar a possibilidade de novas informações, novos conhecimentos e avanços tecnológicos a escolha de como se organizar perante as exigências mundiais, colocando o mundo num alinhamento reto e plano em relação ás interações interpessoais, tornando comum a todos, o acesso aos avanços tecnológicos, criando uma gigantesca rede de associações e informações.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
CAMPUS CATALÃO
DISCIPLINA: EDUCAÇÃO, COMUNICAÇÃO E MIDIA
PROFESSOR: WOLNEY HONORIO FILHO
8º PERÍODO PEDAGOGIA
ALUNAS: SUENE DA SILVA RUFINO
DIANA RODRIGUES RIBEIRO
SUZIMAR APARECIDA BOTELHO
RACINÁ REGINA SILVA AVELAR
ZIZELIA LEMES MARQUES
DEZ FORÇAS QUE ACHATARAM O MUNDO
THOMAS FRIEDMAN
FORÇA Nº 8
INTERNALIZAÇÃO
O que É que Aqueles Caras de Bermudão Marrom Andam Fazendo
O autor traz em seu texto “O Mundo é Plano”, a idéia de abalar nossas forças, pois criar o mundo foi fácil, por isso foi possível descansar. Agora achatar a Terra demorou um pouco mais e deste então ninguém mais parou, pois pode ficar para trás. Acredita-se ainda que parar para descansar não será mais possível. De acordo com todas as transformações que ocorrem no mundo, na política, mais inovações, nas empresas e na sociedade é que possibilitou o nivelamento da terra. O sentido da terra achatada, um mundo plano é quebrar todas as barreiras para o avanço tecnológico. Aumentando as relações comerciais, informações, aproximação das pessoas de vários pontos do mundo ao mesmo tempo.
Segundo Friedman existiram dez forças que achataram o mundo. Uma delas, a força de nº 8 e que se dá nos bastidores da UPS (United Parcel Service). A empresa foi fundada em 1907 como um serviço de mensageiros e hoje é uma dinâmica de cadeias de fornecimento. Seu serviço consiste em receber um laptop da Toshiba por exemplo e conserta-lo na sua própria oficina, e devolve-lo ao cliente, o interessante é que esse cliente solicitou a assistência técnica do fabricante. O fabricante, porém, pede que o mesmo deixe seu produto numa loja da UPS.
Esse sistema diminui as reclamações dos clientes e o tempo do concerto, pois a UPS pega o equipamento num dia, concerta no outro e entrega no dia seguinte.
“A UPS está entrando num monte de empresas e assumindo os veículos com a sua marca para garantir a pontualidade das entregas”. Ela também está encarregada de preencher o pedido, embalar, etiquetar e entregar produtos de algumas empresas que vendem via on-line, como a Nike e Jockey.
Esse é o processo de internalização, ela surgiu porque “nem, toda empresa tem condições de arcar com o desenvolvimento e manutenção de uma cadeia de fornecimento global e complexa com a escala e escopo que a Wal Mart criou. Assim nasceu a internalização: com o achatamento do mundo, os pequenos começaram a pensar grande, isto é, as empresas adquiriram uma visão global e passaram a enxergar muitos lugares para onde vender seus produtos, ou fabricá-los ou comprar suas matérias-primas, com maior influência. Muitas por não saberem executar tais idéias ou não tinham meios de gerenciar, por conta própria, uma cadeia de fornecimento complexa e global.
Muitas empresas de grande porte, por sua vez, não queriam administrar tamanha complexidade, por não fazer parte das suas competências essências. A Nike, por exemplo, preferia investir seu dinheiro e energia no desenho de tênis melhores, não em cadeias de fornecimento”.
A UPS penetrou no coração das empresas e por meio da internalização ela analisa e supervisiona os processos de fabricação e até mesmo o trajeto da fábrica ao cliente e também da supervisão técnica, se precisar faz ater cobrança, essa é uma força niveladora sem igual.
Além de tornar a entrega de bens e serviço com super rapidez e supereficiência, a UPS ajuda a nivelar as barreiras alfandegárias e harmonizar o comércio. Possibilitando que o cliente ao comprar um produto on-line, e possa acompanhar o trajeto do produto, por e-mails enviados pela UPS, realizado pelo rastreamento da etiqueta do produto.
Desde 1997, pequenas e grandes empresas “transferiram suas operações para mais perto do centro de distribuição da UPS em Louisville”, assim os produtos não precisavam ficar estocados por muito tempo.
Para melhorar suas cadeias de fornecimento a UPS tornou-se a “maior usuária privada de tecnologia sem fio do mundo”. Além de reestruturar o sistema ela ampliou o seu financiamento por meio da UPS capital.
A UPS também tornou total aproveito da Netscape e dos niveladores do fluxo de trabalho.
A diferença entre a internalização e a cadeia de fornecimento e que ela vai muito além do gerenciamento dessa cadeia. Porque ela está sincronizada com os pacotes de seus clientes (empresas), com sua empresa (UPS) e possibilitando a interação entre consumidor e fornecedor.
Alunas: Cristina de F. do Nascimento Ponciano
Juliana C. Stoppa
Maria Fabiana da Silva
Yeda Cristina M. Ribeiro
O MUNDO É PLANO
Força n°2 – O Dia em que o Netscape Foi para a Bolsa
Na década de 90, a revolução do PC-Windows havia chegado aos seus limites, passando de uma tecnologia baseada em PC para a Internet, ou seja os e-mails e os browsers que são aplicativos capazes de recuperar documentos ou páginas da Web. Esses aplicativos entre outros, foram elaborados pelo especialista da computação Tim Berners Lee.
A partir daí outros cientistas e acadêmicos criaram novos browsers para navegar na rede, que foi desenvolvido pela Netscape convocando assim o mundo a despertar para a internet criando o 1° navegador comercial facilitando não só o acesso á todos, mas também injetou vida nova na internet.
Essa explosão despertou o interesse de vários investidores, que começaram a olhar a internet como meio de alcançar as pessoas mais rapidamente através de suas páginas, como por exemplo: comércio, música, livros entre outros. A invenção da tecnologia na Web, foi uma das invensões mais importantes da história moderna. Contudo os primeiros navegadores foram criados como ferramentas que ajudariam os pesquisadores a navegar pelas pesquisas uns dos outros.
Com essa revolução da tecnologia digital a demanda por prestadoras de serviços na Web e por cabos de fibra óptica para transportar todas essas informações seria ilimitada, então o investimento no ramo seria garantido.
A 1° instalação comercial de um sistema de fibra óptica ocorreu em 1977 tornando a internet muito mais rápida e com maior volume de dados, capaz de atingir longas distâncias. A fibra óptica é feita de filamentos de vidro de grande pureza óptica, que são reunidas em feixes chamados “cabos ópticos” capazes de transportar pacotes de dados digitalizados por longas distâncias. Sendo mais finos que os fios de cobre, cabe mais fibra óptica no mesmo diâmetro de cabo, portanto, pode-se transmitir uma maior quantidade de dados ou um maior número de vozes pelo mesmo cabo, por um custo menor.
O investimento exagerado em cabeamento dá frutos até hoje, graças à natureza peculiar da fibra óptica. Essa tecnologia vem sendo aprimorada ano a ano, de modo que a capacidade de transmissão seja cada vez melhor e maior alcançando todas as partes do mundo e cada vez mais fácil e barata.
Todo esse processo de desenvolvimento da tecnologia, desde a etapa PC-Windows até a era digital da internet, trouxe muitas oportunidades para os usuários da informática. A comunicação entre as pessoas se tornou algo simples e rápido, possibilitando uma interação em número bem maior de pessoas do que outros métodos convencionais, e com uma abrangência mundial, o que permite a proximidade de diferentes culturas.