A Escola do Futuro
Filed Under Educação, comunicação e Midia 2007 | Posted on Outubro 25, 2007
Universidade Federal de Goiás
Campus de Catalão
Curso de Pedagogia
Disciplina: Educação, comunicação e mídia
Professor: Wolney H Filho
Debate Virtual como atividade disciplinar
Texto: “A escola do futuro. Um novo perfil para o professor na era digital”
http://teclec.psico.ufrgs.br/frajola/textos/entrevistaAndrea.html
O texto acima, entrevista realizada com a Prof. Dra Andréa Ramal, coloca em questão o(a) professor(a), o(a) aluno(a), a sala de aula e a produção de conhecimento. Tudo em função do desenvolvimento e crescimento da Internet como um desafio tecnológico do(a) professor(a).
Independente do tempo e do espaço de interação desta tecnologia com docentes, o grande desafio apontado pelo texto é a comunicação entre os pares, ou seja, a comunicação entre professores(as) e alunos(as), tendo em vista que se trata de uma interação humana.
Em termos educacionais, temos por um lado um desafio na formação do professor para um outro paradigma educacional, não linear, fluido, móvel, dinâmico e multidisciplinar.
Por outro lado, a existência desafiadora de um coletivo estudantil mais autônomo e responsável pelo seu próprio percurso como autor, investigador, propositor.
Neste sentido, com o crescimento do uso da Internet na educação, indago: toda a nossa era industrial foi marcada por suposições de que a máquina iria dominar o homem. Esta tem sido uma forma catastrófica de lançar para o futuro as mazelas dos relacionamentos entre homem e máquina.
Entretanto, como diz a Prof. Andréa Ramal, a questão principal não está na máquina, mas nas posturas de professores e alunos em sala de aula. Fica então a pergunta:
Quais posturas humanas sócio-culturais deveriam ser privilegiadas frente á utilização da Internet como instrumento de educação histórica?
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39 Responses to “A Escola do Futuro”
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Oi,Volney:
vim agradecer visita e a indicaçãode meu blog a suas alunas.
Abs
Olá Fátima, prazer em vê-la por aqui. Volte sempre!
Caro Wolney
Caríssimos alunos e alunas da “Educação, Comunicação e Mídia”,
Considero oportuna e altamente relevante a postagem deste debate virtual sobre a Escola do Futuro, especialmente quando discutida na perspectiva das relações e interações possíveis entre diferentes sujeitos. Apesar do pouquíssimo tempo de que disponho no momento, confesso que esta proposta me instiga e estou muito interessada em acompanhar o debate sobre o tema.
Inicialmente gostaria apenas de indicar que tenho algumas discordâncias em relação aos postulados da autora, mas concordo com alguns aspectos que acho válido realçar. Por isso, na medida em que o debate virtual for ampliado, vou inserindo minhas reflexões.
Obrigada.
Cida, que bom que você está por aqui!
Este post está sendo um teste de uma aula virtual. Combinei com as alunos do 8 periodo e todas irão comentar o texto aqui.
Fique a vontade para colocar suas reflexões e também convidar outros colegas.
Esta entrevista com a Prof. Dra Andréa Ramal me fez relembrar uma questão que sempre discutia com os meus colegas de escola quando fazia o ensino médio, a questão de poder escolher as disciplinas que nos agradasse, pois assim as aulas seriam muito mais interessantes e com uma maior participação dos alunos, iríamos assistir as aulas por vontade própria e não por obrigação.
Acho que as comunidades e os blogs na internet trazem esta oportunidade seria ótimo fazer com que esses meios de comunicação fossem acessíveis a todos, principalmente atraves das instituições escolares, mais espero que não demore uns 50 anos.
Por mais que as novas tecnologias possam causar espanto em muitas pessoas, em ate mesmo em professores, seria ótimo considerar o que a Prof. Dra Andréa diz a respeito do uso dos computadores como recurso a ser utilizado para viabilizar a construção dos conhecimentos. Acredito que os recursos tecnológicos podem ajudar e são muito validos na educação porque são ferramentas que chamam a atenção dos alunos e estão muito presentes em suas vidas.
Ao ler este texto,ou melhor, entrevista com a profª Dr. Andrea Ramal, percebi que num futuro talvez próximo teremos o que muitos de nós sonhavamos na época de colégio, quem nunca desejou eliminar a matemática do curriculo escolar, apesar de ser uma disciplina de suma importância?
Concordo com a autora quando diz:”A aula do futuro, a meu ver, será formada por grupos, reunidos por interesses em temas específicos e não por faixas etárias, exclusivamente; equipes multidisciplinares trabalhando juntas nos colégios e não divididas em áreas como Português, Matemática, Geografia, História. Serão equipes de trabalho, formadas por professores e alunos, desenvolvendo projetos juntos”. Desta forma seria bem mais prazeroso aprender ao lado de pessoas com idéias e ideais afins.
E, neste sentido o computador, desde que usado de forma adequada vem a acrescentar, fazendo com que fique mais fácil a construçao do conhecimento.
Pois as tecnologias estão ai, e cabe a nós usarmos a nosso favor, ou seja, tirarmos o melhor que elas possam nos oferecer.
Quanto ao ensino a distância, ainda não consigo simpatizar muito com isso, pois pra mim o aluno tem sim que ser autodidatas.É muito dificil ta ali na frente de uma tv tentando aprender, sem poder perguntar e esclarecer as dúvidas no momento em que elas ocorrem.
Segundo Andrea Ramal a postura principal de utilização da internet como instrumento de educação é uma sala de aula como lugar diálogo/debate, onde os alunos aprendem cooperativamente e não apenas um lugar de trasmissão de conhecimentos como o proposto pela educação tradicional.
A internet favorece a navegação em hipertexto onde é possível relacionar conhecimentos e o aluno pode escolher em que quer se conectar,nesse sentido o conhecimento se torna móvel e dinamico e a postura do professor é dinamizador onde alunos e professores trabalham juntos.
Portanto nessa era digital não existirão mais salas de aula mas comunidades alternativas de aprendizagens multidisciplinares em que as tecnologias serão usadas para se comunicar , aprender, produzir conhecimentos e o aluno torna se sujeito da aprendizagem em todos os sentidos.
O avanço tecnológico causa encantamento e estranheza, algumas pessoas vêem este novo instrumento como um auxílio eficiente para o processo ensino aprendizagem, porém outras salientam pontos negativos, afirmando haver muitos riscos.
Mais especificamente falando do uso da internet na educação, analiso da seguinte forma: é algo que atrai os alunos e como os educadores precisam partir da realidade destes, ou não conseguirão despertar-lhe o interesse, é, portanto uma necessidade se adequar ao contexto social. Estamos vivendo a era digital, não há como ignorar.
Por outro lado, necessário se faz pensar a capacidade dos educadores para a tarefa de orientar os estudantes pelos caminhos, às vezes, traiçoeiros do mundo virtual. E ainda levanto uma questão: como fica a desigualdade social? Todos terão acesso à internet?
Mesmo tendo em mente a realidade conflituosa da utilização da internet na educação, eu sou a favor do seu uso e creio que seja dever dos educadores proporcionar aos estudantes todos os instrumentos que possam facilitar o acesso ao conhecimento. Assim, vejo o uso da internet como aliado para a educação.
Que bom que o debate esteja esquentando as idéias e os argumentos.
Ao observar detalhamente a entrevista da autora, algumas questões me chamaram a atenção. Neste ponto do debate gostaria de explicitar duas preocupações que me ocorre neste momento.
Primeira questão: a de que o discurso sobre a resistência dos profissionais da educação em utilizar e apropriar-se da internet como instrumental pedagógico - de ensino e aprendizagem - deve, no mínimo, ser situado historicamente. Tenho dúvidas em relação a determinados discursos generalistas, que não situam os sujeitos, nem as situações e circunstâncias. Explico: é muito fluído dizer que os professores são mal formados e que rejeitam as tecnologias midiáticas. Antes, é preciso saber de quem se fala e de onde se fala.
Se considerarmos as condições estruturais de aquisição e acesso às redes interativas, não é difícil perceber que um percentual mínimo de profissionais da educação (e aqui estou considerando professores e alunos) - tem condições objetivas de acesso diário ao computador e à internet. Assim sendo, não dá pra rotular a incapacidade ou a resistência ao uso como os vilões do atraso e das posturas tradicionais…
Segunda questão: não podemos fechar os olhos para apropriação da educação pelo mercado financeiro; a educação tomada do ponto de vista empresarial está se tornando um grande negócio. Imaginem que o discurso universalizante da Educação à Distância oculta cifras milionárias atrás da fachada das instituições privadas e da terceirização de vários serviços agregados, dentre os quais situam as Consultorias. Tem gente ganhando e ganhando muito bem, com a abertura de cursos à distância.
Então, ao interagir com esse debate, não podemos prescindir da reflexão crítica que nos compete, enquanto formadores e aprendizes.
A profª Dra Andrea Ramal mostra em sua entrevista como será o novo perfil para o professor na era digital.
Para ela, não serão novas ferramentas que tomarão conta das aulas futuramente, mas sim uma máquina que já algum tempo está sobre o nosso acesso… o computador/internet! Mas deve-se lembrar que a internet tem que ser usada de forma adequada onde se produza conhecimentos.
Apesar de algumas escolas serem lentas em relação as mudanças tecnológicas, seria muito interesante as mesmas terem computadores para os alunos navegarem na internet para fazerem as pesquisas adequadas para cada matéria, pois assim os mesmos vão se sentir motivados a estarem realizando os devidos trabalhos propostos pelos professores.
Muitos acham que as máquinas tecnológicas irão substituir os professores futuramente, mas de acordo com a Dra Andrea, isso não vai acontecer pois orientar o processo pautado em uma dimensão de valores que atravessa toda a educação e cuidar da relação afetiva em sala de aula só o verdadeiro educador vai poder fazer.
Andrea friza tambem que as aulas devem ser comunicativas, ou seja, tem que haver um diálogo entre alunos e professores. Pois agindo assim, a aula do futuro será formada por grupos reunidos por interesses em temas específicos e não por faixas etárias. As equipes multidisciplinares trabalharão juntas e não divididas em matérias como Português, Matemática, Geografia, História, etc. Então, serão equipes de trabalho formadas por professores e alunos desenvolvendo projetos juntos onde a avaliação não será a mesma para todos, ou seja, haverá um currículo por aluno.
Em se tratando de educação a distância, ainda não consigo concordar muito com esse avanço, pois tendo um professor ali na sua frente na hora da aula, pode-se perguntar e sanar todo e qualquer tipo de dúvida que surgir, e no caso de estar frente a uma televisão assistindo uma aula, as dúvidas se tornam difíceis de serem esclarecidas naquele momento!
Cida, estive no NTE na semana passada para agendar algumas atividades entre nossas alunas e aquela instituição.
Na ocasião, perguntei como se dá a participação dos professores e professoras quanto ao acesso e uso da Internet e novas tecnologias. Segundo a professora Luciana, a participação varia entre 20 a 65%.
Estamos realizando com as alunas do 8 periodo uma pesquisa exclusivamente com pedagogas, para verificar o acesso, utilização e manejo com a Internet.
Por um lado, vemos que mesmo com os laboratórios de informática, a utilização dos computadores ainda é tímida. Mas está crescendo e numa velocidade muito boa, na minha opinião.
O acesso em massa à Internet será uma luta de nós educadores em pouco tempo. Vamos enfrentar a questão econômica e a questão que eu chamo de tradicional - resistência dos educadores(as) às novas tecnologias. Mas isto é esperado!
Por fim: temos que correr com o ensino aprendizado das novas tecnologias, até porque para “competir” com a iniciativa privada. Este é um mercado como outro qualquer. Quem oferecer melhor produto, ganha mais. Cabe ao Estado sair na frente, o que ainda não está ocorrendo.
Wolney,
Iniciativas desta natureza são importantes, no sentido de romper as barreiras iniciais de acesso e utilização da máquina. Atividades no NTE são uma excelente oportunidade para colocar nossas alunas e alunos em contato com o instrumental que está à disposição da rede pública, com tendência a ser ampliada.
Sou otimista e acho que as mídias, ao contrário de concorrentes, são aliadas e podem acrescentar em qualidade e quantidade de informações, pelas vias de acesso e rapidez.
Em particular nos últimos dois anos, tive experiências singulares ao lançar mão da internet nas minhas atividades de ensino, pesquisa e extensão. Em 2006, acompanhei a orientação de 4 alunas do último período de pedagogia no TCC, devido a minha licença para o doutorado. Neste caso o acesso à internet serviu para reduzir as distâncias e manter o diálogo acadêmico, além de disponibilizar fontes e outros instrumentais de pesquisa com as minhas orientandas.
Em 2007, vivenciei duas situações igualmente férteis. A participação virtual no núcleo NEPEDUCA, aonde pudemos compartilhar idéias, propostas e projetos, resultando na composição do projeto enviado ao PROEXT CULTURA. Outra situação foi o desafio de coordenar um Curso de Gestão Escolar, também à distância, servindo-me da rede para repassar informações, partilhar com a equipe a formatação do Curso e acompanhar os trâmites burocráticos, desde a composição do projeto até a execução das atividades presenciais.
Nestas experiências, o aspecto decisivo para a realização das atividades foi a a disponibilidade das equipes em atuar com prontidão no pensar, no fazer e, sobretudo, no encaminhamento das tarefas e exercícios que exigiram o empenho e a colaboração ativa de todos.
Confesso que os resultados me surpreenderam, principalmente porque além de mim, os demais colegas embora ocupados com diversos compromissos, atuaram no sentido de formatar e executar os projetos, opinando e respeitando as diversas contribuições apresentadas.
Andrea Ramal define a escola do futuro num ambiente que possibilita a interação entre os alunos e professor em tenha espaço para o dialógo para se produzir o conhecimento.
Para Andrea o método de utilizar o computador como uso pedagógico é muito importante para o processo aprendizagem, mas é preciso preparo e interesse do professor em capacitar para atender essa nova demanda do ensino.
Investir em educação que proporciona os alunos ao acesso ao mundo da informação e na forma de organização do currículo requer mudanças nos aspectos político e social.
Os alunos em contato com as novas tecnólogias vão obterem um nova visão de mundo pela quantidade de informação que terão acesso que contribuem para seu próprio conhecimento.
Nesta entrevista, Andrea Ramal relata que a escola não será mais a mesma depois da relação das pessoas com o conhecimento através dos meios digitais.
Segundo ela, os novos rumos da educação estão mais relacionados à postura dos professores e alunos em sala de aula, onde para se alcançar melhores resultados com os trabalhos através dos meios digitais faz se necessério que seja um trabalho realizado cooperativamente.
Andrea relata que a aula do futuro deverá ser formada por grupos, equipes de trabalho formadas por professores e alunos para desenvolverem projetos juntos.
Destaca ainda que uma das funções mais importantes do professor hoje, deve ser informar os alunos sobre o uso da internet de forma que indique o caminho correto, pois sabemos que há uma série de desafios que são encontrados a respeito do assunto.
Andrea Ramal sugere que o professor deve utilizar esses desafios éticos em sala de aula e promover um debate com os alunos, proporcionando dessa forma uma discussão aberta sobre a vida e o cotidiano dos próprios alunos.
Segundo a Profº Dra. Andrea Ramal, a Internet representa um novo paradigma para a educação na medida em que promove ao individuo uma nova relação com o conhecimento, pois ele desenvolve um determinado tipo de estrutura mental que, para Ramal é diferente da estrutura mental produzida na escola.
A teoria de Ramal é válida, pois através da Internet e das novas tecnologias, com certeza os alunos se interessarão muito mais além de adquirir novos conhecimentos que na escola tradicional não poderia contactar.
Em relação à sala de aula, acredito que Ramal é bastante ousada em destacar que as aulas serão divididas por grupos de diferentes faixas etárias que se interessam por um mesmo assunto. Serão equipes multidisciplinares formadas por alunos e professores que trabalharão juntos. Nesse sentido a avaliação, o currículo e tudo mais estaria relacionado com as várias atividades e “navegações” produzidas. Acredito que nesse ponto deve haver mais discussões para ver o que realmente é bom e acessível para o ensino na sala de aula e o aluno.
É importante destacar que, nesse contexto, o professor deve ter uma boa formação para que ele possa estar preparado para atuar como um dinamizador de inteligência coletiva, além de ser capaz de transmitir informações acerca do uso indevido da Internet e as suas conseqüências perante a sociedade.
Dessa forma, sabemos a grande responsabilidade que nós, futuras pedagogas, temos em nossas mãos. Cabe a nós encarar essa nova realidade com disposição e preparo para que possamos ver um novo ensino nas escolas de nosso país.
Acredito que a postura de professores e alunos frente a essa nova forma de transmissão de conhecimento, deveria ser no mínimo ética, respeitando a individualidade de cada um e valorizando suas capacidades como forma de produção de conhecimento.
As novas tecnologias estão cada vez mais presentes em sala de aula e o professor deve estar preparado para essas mudanças, inovando suas técnicas, aprimorando seus conhecimentos e buscando recursos para lidar com essa nova situação.
Acredito que a interação na sala de aula favorece o aprendizado, por isso os professores deveriam fazer mais uso dessa dinâmica, evitando assim, que a relação professor/aluno se torne cada vez mais estreita.
Concordo com a Dra Andrea Ramal, quando ela diz que “a internet representa um novo paradigma na educação”,e com certeza a escola não cera a mesma ,e acredito que os alunos terá mais interesse nas aulas, com isso abrage o conhecimento em geral.
Porem concordo,mas questiono, será que os profissionais estão preparados para tantos avanços tecnologicos? Será que eles estão tendo interesse em adaptar a essas mudanças? É uma questão preocupante que tem que ser reelaborada, em questão dos profissionais.
Porque o que estamos vendo hoje é que os alunos estão cada vez mais atualizados, e seus professores não estão tão atualizado o quanto precisa. Acham que essas tecnologias(internet) é bicho de sete cabeças, e não interessam em se adaptar.
Posso ter essa afirmação devido, ao convivio com profissionais que não sabem utilizar aparelhos(como computador…) mais modernos enquanto que nos estamos ensinando como utilizar o mesmo, isso demonstra que estamos nos atualizando, enquanto que outros estão no tradicional, no básico, no antigo. Isso é muito preocupante.
A entrevista com a profºDra. Andrea Ramal nos faz pensar sobre a importância do nosso papel como professores e o quão devemos ser flexíveis com essas novas mudanças da era digital.
Concordo com a entrevistada quando ela nos coloca que a internet transmite conhecimento, nos permite uma autonomia e densenvolve uma maior capacidade de comunicação, porém é preciso saber usá-la, como ela mesma cita, o computador deveria ser uma ferramenta de aprendizagem e de construção do conhecimento e não apenas para formar usuários. Para isso, a escola deve estar preparada para essa nova relidade.
Pensar em mudnaças é pensar em romper com uma escola na qual estamos “acostumados”,que é a escola tradicional que se consolidou com o passar do tempo e cujo os contúdos do currículo são trabalhados por etapas, criando assim o que chamamaos de fragmentação do ensino. E essa com certeza foge do conceito de escola do futuro que a entrevistada tanto comenta em sua entrevista. Para ela uma escola para o futuro é aquela que o apendizado é concebido de forma coletiva, onde os integrantes interagem e são reunidos por interesses em temas específicos e não por faixas etárias, transformando assim a sala de aula em um ambiente aberto ao diálogo, a diversidade de idéias, um lugar de comunicação`. É importante ressaltar que essa comunicação, o laço afetivo entre os participantes do processo é fundamental, até mesmo na Educação a Distância que para Andrea Ramal está crescendo no Brasil e pode ser feita com qualidade desde que rompam-se os mitos que se creiaram ao redor da temática e a persistência de se repetir um método tradicional, embora o computador esteja cheio de atrativos, se aplica a mesma forma de ensino tradicional.
Sabemos que o processo de mudança dentro da escola é longo, por ter certas resistências, porém necessário, pois essa nova era tecnológica traza a tôna um novo indivíduo, que a escola precisa dar conta.
De acordo com Andrea Ramal, a internet representa um novo desfio para a educação, pois, permite uma uma nova relação com o cohecimento.
Na minha opinião o pensamento de Andrea Ramal, tem fundamento porque as novas tecnologias está presente a todo momento da nossa vida, agora cabe a cada um de nós ter sabedoria para usa-la.
Quando se fala em educação o uso dessas tecnologias pode trazer grandes contribuiçoes para o s alunos. O uso da internet pode despertar o interesse dos alunos em estar cada vez mais buscando novos conhecimentos.
No entanto, para o uso dessas novas tecnologias o professor tem que estar se preparando e buscando novos conhecimentos para estar contribuindo para uma boa formaçao de de seus alunos.
De acordo com a Dr.Andrëia Ramal,a escola do futuro fará com que professores e alunos se relacionarem melhor,não somente dentro da escola,mas em outros ambientes também,havendo assim maior participacão de todos.Através das novas tecnológias os alunos poderão ter mais acesso as informacões e notícias,podendo através dela se interagir com outros alunos de locais diversificados,trocando expêrincias e conhencimentos.
A escola do futuro será construída em um processo longo de emancipacão,onde não só os alunos precisaram se adaptar as novas tecnologias,mas os professores também terão que se preparar para essa nova fase da educacão,e sabemos que essa não será uma tarefa fácil de ser cumprida.Os processos tecnológicos implantados nessas escolas terão que serem muito bem planejados,pois caso contrário poderá difilcutar ainda mais a relacão entre professor e aluno.
Segundo Andrea Ramal, professores e alunos precisam ter contato dentro e fora da escola. Então com toda a tecnologia existente hoje em dia está tornando possivel acontecer isso. Mas para que esses alunos possam estar mais informados nas noticias é preciso que o acesso a internet seja aberto a toda comunidade em geral.Com a construção da escola do futuro será bem lenta, enquanto isso poderia estar ensinando e adaptitando tanto alunos como professores a estar usando a internet, pois não adianta apenas implantar e não ensinar quem não sabe.
Segundo a Dra.Andrea Ramal quando o professor utiliza a internet na sala de aulas estará enfrentando um novo desafio na educação promovendo assim, uma nova relação com o conhecimento.
De acordo a teoria de Andrea ataves das novas tecnologias o professor estará despertando o interesse e a participação dos alunos, buscando assim, novos conhecimentos para os mesmos.
Quando se pensa em educaçao é de fundamental importancia o professor estar preparado para poder ajudar seus alunos a enfrentar os desafios propostos por essas tecnologias.
De acordo com a Prof. Dra. Andreia Ramal, a escola do futuro vem proporcionar um espaco de interaçao entre professor, aluno, sala de aula e conhecimento. A mesma enfatiza ainda que o profissional docente deve aprimorar o seu conhecimento tecnologico, para que o ensino em sala de aula seja multidisciplinar. O uso da Internet em ambito educacional facilita o processo de aquisiçao de conhecimento, ocasionando tambem a interaçao entre professor e aluno.
De acordo com a entrevista em questão, gostaria de destacar dois pontos que considero relevantes:
Primeiro - a formação de professores no Brasil. Segundo a entrevistada, a formação dos profissionais da educação no Brasil ainda é inadequada frente aos avanços tecnológicos. Os professores pensam o currículo de maneira linear e não são dinamizadores da inteligência coletiva (algo essencial para o perfil futurista de educadores.
Segundo - a falta de preparo para o trabalho com a educação a distância. Mais uma vez, muitas pessoas tendem a repetir o ensino tradicional nesta modalidade.
Ao meu ver, ainda temos um longo, mas não impossível, caminho para percorrermos, até que o pleno uso dos meios tecnológicos possa se tornar real e eficaz. Além disso, não devemos nos esquecer que, aliado ao preparo para lidarmos com esses aparatos, devemos repensar as relações humanas envolvidas em todo processo educacional.
Eu encontrei esta matéria e penso que pode contribuir para o debate:
http://educacao-digital.blogspot.com/2007/10/riscos-e-dificuldades-da-internet-na.html
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Aluna: Marilene 8°período.
Acredito que a tecnologia pode ser um grande caminho para a educação, pois através desta, os professores terão mais recursos de trabalhar com a interdisciplinaridade.
Segundo Andrea Ramal, os novos rumos da educação está relacionado a postura dos professores e alunos, concordo plenamente pois todos devemos sempre estarmos em busca de novos conhecimentos.
Segundo a professora Dra.Andrea Ramal, o computador sendo usado pedagogicamente tende a potencializar as capacidades cognitivas das pessoas,de uma maneira que comprova que, ela própria viu crianças usando e falando coisas que, segundo Piaget em sua teoria sobre os estágios de desenvolvimento da criança isso só aconteceria anos depois e relata também que o ambiente favoreceu o desenvolvimento de certas aptidões mentais,ou seja esse ambiente propiciou a criança a ter um desenvolvimento que superou uma teoria de suma importância no âmbito educacional e com certesa outras teorias também cairão por terra, quando crianças, jovens e adultos terão oportunidades de vivenciarem experiências novas frente as novas tecnologias e o professor tem um papel importante, pois é dever do mesmo trabalhar o lado ético dessa tecnologia, pois os mesmos terão acesso à informações que muitas vezes não terão nada haver com a aula, visto que na internet se encontra um acervo muito grande sobre diversos assuntos.
Segundo a entrevista dada por Andrea Ramal, a escola do futuro não será marcada por ferramentas tecnologicas de última geração, mas sim, toda a diferença estará na forma de como o professor ira enfrentar esta realidade, a postura que ele irá tomar enquanto educador perante seus alunos.
Andrea também defende um novo perfil de professor para esta escola do futuro, o professor dinamizador, aquele que irá conduzir o aluno ao conhecimento. E para atender a este novo modelo de educação, as salas de aula serão múltiplas, onde os alunos serão reunidos por interesse de assunto,e por nível de desenvolvimento, e os currículos também serão multiplos para atender as várias indagações dos alunos.Pois o aluno será o sujeito do aprendizado, tornando-se o eixo de todo processo de educação.
Mas para que isto aconteça, segundo a autora, deverá haver uma formação mais adequada do professor, buscando estar aptos a lidar com as diversas técnologias para poderem enfrentar as mudanças que irão ocorrer no campo educacional, devido a inserção de novas tecnologias na educação.
Concordo no aspecto de buscarmos qualificação para atender as novas demandas da educação, mas com a idéia de juntar multiplos alunos reunidos por interesses em temas específicos e com faixa etária variada, e trabalhando conteúdos multidisciplinares para a construção do conhecimento, eu discordo. Pois penso que isto nunca acontecerá, “aluno com interesse em aprender, pode ser que isto dê certo”
Andrea em sua entrevista, fala sobre a inserção das novas ferramentas tecnologicas na educação.Falar em utilização dos meios digitais na educação brasileira é um pouco difícil, pois recém são dados os primeiros passos para esse caminho. Na maioria das escolas públicas, por exemplo, não há professores para trabalharem nos laboratórios de informática que acabam ficando fechados sem utilização e sucateados.
Para a autora, deve haver uma formação adequada de professores aptos ao trabalho com as diversas tecnologias. Deve-se mudar até mesmo o currículo na formação destes educadores.
Segundo a autora; existe muitos questionamentos se o professor será substituído por recursos tecnológicos.Ela acredita que que o professor terá um papel relevante nesse processo, pois ele passara a orientar todo o processo de construção de conhecimento.Eu também penso que não, o professor nunca perderá o seu posto, o de humanizador.
A questão da utilização dos meios digitais está obscura no Brasil. O país ainda dá os primeiros passos na inclusão digital e a relação feita com o ensino não tem forma definida. A entrevista sugere a utilização da internet como um meio de reestruturar o método de ensino. Essa reestruturação não deve-se somente ao uso da internet em si,mas de uma mudança das relações entre as pessoas que estão envolvidas neste processo de aprendizagem. Com a ferramenta da navegação em rede, pode-se trabalhar de uma forma mais holística e completa , a evolução cognitiva do indivíduo. Este pode tornar-se capaz de relacionar melhor o conteúdo, fazendo conexões com o que ele vive diariamente e com o que ele aprende. É importante também fazer deste ambiente, um lugar cooperativo,onde o aluno se sinta à vontade, e tenha liberdade, podendo trabalhar suas idéias de uma forma mais ampla.
Existem muitos desafios a se enfrentar. A questão ética da internet;a forma de avaliação;a dificuldade sócio-econômica do país, intrinsecamente ligada a crise educacional. O importante é que o professor e as instituições educacionais,estejam abertos para as mudanças que a utilização da internet no processo de aprendizagem traz. Estas mudanças podem provocar grandes melhorias se conduzidas de uma forma objetiva e bem intencionada
A educação à distância é um grande passo nesta jornada ,trazendo a nova perspectiva de encontrar conteúdos em rede. Pensamentos e idéias de alunos e professores, faz com que o processo seja dinâmico e multi-funcional. Mas também, é de suma importância, que haja contato e laços afetivos entre estes participantes. A distância se torna apenas nome, para esta modalidade de ensino quando há verdadeira integração e interesse entre os envolvidos.
De acordo com a Dra. Ramal cabe a nos professores trabalhar as novas tecnologias,no meio educacional,de modo que contribua para uma visao critica dos alunos e futuros cidadaos: de que as maquinas nunca dominaram o homen mas sempre estarao a serviço destes,facilitando suas vidas.
kelciony (PEDAGOGIA)
Achei maravilhosa a entrevista da profª Drª Andrea Ramal, que em sua entrevista diz que daqui a 50 (cinqüenta ) anos a tecnologia estará bastante avançada, que a mesma irá ser bastante usada na educação, mas isso não será um problema, mas sim, um grande avanço na educação brasileira. O que me chamou a atenção foi ela afirmar que a educação brasileira com o uso da tecnologia, principalmentel, o computador, nas salas de aula irá contribuir e muinto no aprendizado do aluno, e que a aula do futuro será interatira, onde o professor não será mais um transmissor do conhecimento, mas sim um dinamizador da inteligência coletiva, já que essa pessoa iráM formar comunidades que aprendem cooperativamente. O aluno vai ser o agente da construção do conhecimento, interagindo com o professor, discutindo, debatendo, dialogando e produzindo de forma coletiva o conhecimento. O professor irá debater a realidade vivida pelo aluno no seu cotidiano. O método voltado paro o “ensino”, que é aplicado hoje nas escolas, será substituído pelo método da “aprendizagem” que é voltado para a reflexão, a interação, onde a realidade vivida pelo aluno é trazida e discutida dentro da sala de aula. Para que essa concepção de ensino seja implantada e que tenha sucesso, é necessário que os governos Federal, Estadual e Municipal, invistam pesado na educação, equipando todas as escolas de todos os níveis e treinar os professores capacitando-os para a árdua tarefa. Construir uma educação de qualidade ño país não é fácil, demanda interesse, inteligência, gestão de qualidade, competência, recursos financeiros com abundância, e saber gastar bem os recursos destinados para a execução da tal tarefa. E é necessário que os Órgãos Internacionais que ditam regras e normas na educação brasileira saiam de cena, pois enquanto eles estiverem no controle da nossa educação, não será possível chegarmos a esse patamar de escolarização, pois eles impedem que isso aconteça porque isso não é de seu interesse, a formação do indivíduo que pensa, reflete e faz o uso da razão, questinando a realidade que o cerca traz grandes consequências para o sistema capilista. A exploração da mão de obra é a mina de ouro desses Órgãos, que são o carro chefe desse sistema que massacra a classe trabalhadora ( proletariado ). Será maravilhoso quando esse dia que a professora Andrea relata e todos os brasileiros almejam chegar, mas para isso demanda tempo, dinheiro, interesse e organização.
A entrevista da Profª Drª Andrea Cecilia Ramal, mostra que a sociedade encontra-se em processo de mudanças rápidas, e destacamos um dos fatores que influenciam são os avanços das tecnologias da informação e da comunicação. Neste contexto, o profissional da educação depare-se com desafios que esta dinâmica de transformação traz e influencia o processo ensino aprendizagem. Isto não pode ser destacado da sua prática docente em que pensar, refletir, analizar e discultir são acões primordiais que se apresentam aos educadores.
Nesse contexto, acreditamos que a formação do profissional em educação subsidia-se em uma gama de conhecimentos teórico-práticos, que o preparem para responder a multiplicidade de exigências da realidade social, seja no cotidiano escolar ou em espaços educativos não escolares. Portanto acreditamos na importância de um trabalho pedagógico em que o professor reflita sobre a ação escolar e efetivamante elabore projetos educacionais com a inserção das novas tecnologias da informação e da comunicação na ação educativa.
A profª Dra Andrea Ramal mostra em sua entrevista como será o novo perfil das escolas aliadas mais ainda à tecnologia, como deverá ser a capacitação dos educadores e como será a participação dos alunos.
O computador, sendo utilizado de maneira adequada, só tem a acrescentar facilitando, e muito, o ensino e a construção do conhecimento. As tecnologias cada dia mais se renovam, e nós devemos utilizá-la a nosso favor. Estamos cada vez mais incluídos na era digital.
Tudo o que é novo geralmente, no início, causa medo, receio e também encantamento. Muitas pessoas vêem este novo instrumento midiático como um auxílio eficiente para o processo de ensino, mas outras só conseguem visualizar as desvantagens.
O uso de toda a bagagem que a internet é de extrema utilidade e atrai muito os alunos, assim os educadores precisam partir da realidade deles ou não conseguirão obter êxito.
Os professores nunca vão sumir, pois quem estará junto instruindo os alunos a utilizarem a internet corretamente? Os professores que estarão capacitados para isso. No ensino à distância, quem estará sanando as dúvidas dos assuntos, temas, disciplinas abordados? Os professores. O que mudará mais será os meios de comunicação e a interatividade.
O que pode atrapalhar um pouco toda essa evolução no método de ensino/aprendizagem junto às tecnologias é o sistema tradicional, com a resistência de alguns educadores às novas tecnologias. Mas vendo como está o avanço, mesmo os que não se “familiarizarem” logo às tecnologias aliadas ao ensino, estarão fora deste novo estilo de educação.
Em relação ainda ao ensino à distância, o método de utilizar o computador como ferramenta pedagógica é muito importante para o processo de ensino/aprendizagem, mas é preciso mais capacitação e interesse dos professores em se capacitarem para atender essa nova demanda do ensino. Acredito que o ensino à distância tem muitos positivos e só tende a crescer, não deixando a desejar no seu propósito e facilitando a vida de muitos estudantes.
segundo Andrea Ramal,a escola eé linear e também estruturada em um currículo, e lenta para mudar, já o conhecimento é móvel e dinâmico.
Para ela não serão as ferramentas de ultima geração que marcarão as aulas futuras, mas coloca que a escola será diferente depois do contato com os meios digitais, pois as aulas serão por grupos com os mesmos interesses, a avaliação será diversificada e pela competencia do aluno, não por conteúdos.
Critica que as escolas adquirem computadores e não são usados para o aprendizado, e para a construção do conhecimento e sim para formar.
Aponta que a falha em nossa educação é por uma maior capacidade de comunicação entre as pessoas , para ela o ensino a ditancia não abala a relação afetiva e nem qualquer processo educacional.
Andréa Ramal traz para nós uma importante discussão, frente a realidade que vivemos hoje em relação a educação tecnológica e a importância dessa educação na formação humana.
Ramal discute sobre a aula do futuro, afirmando que esta será um lugar de comunicação de múltiplas vozes, diálogos, produção coletiva de conhecimento.
Outro aspecto muito importante é a respeito do currículo, da mudança de escola frente as escolhas dos alunos assegurando que cada individuo é co-autor de seu processo de seu processo de desenvolvimento.
Quanto ao perfil dos docentes Andréa, critica que no Brasil os professores não recebem em sua formação subsídios para serem “dinamizadores da inteligência coletiva”, que ainda são formados de forma linear e tecnicista.
Diana - diana.pedagogia@gmail.com
Andréa Ramal em entrevista à Folha Dirigida discute quanto à utilização da internet na educação, quanto à postura do professora frente as novas tecnologias, o papel do aluno e sobre o ensino à distancia.
Em relação a internet e as novas tecnologias, Ramal afirma que as novas ferramentas marcarão a “aula do futuro” que será um ambiente aberto ao dialogo no qual a comunicação coletiva na produção de conhecimento. Quanto ao professor, este segundo Andréa deverá ser um “dinamizador da inteligência coletiva”, trabalhando o conhecimento de seus alunos de forma a serem construídos coletivamente. Critica a formação atual que ainda visa aspectos lineares e técnicos não se preocupando com a inserção de novas tecnologias. Ela fala também que o professor tem que ter postura ética nos debates em sala de aula.
Para Andréa o Aluno é o “sujeito” do processo educativo, o eixo principal do trabalho do professor, assegura que as atuais mudanças tecnológicas favorecerão o surgimento de um currículo diferenciado para cada estudante, direcionado a áreas de interesses e não à disciplinas pré-estabelecidas.
Na modalidade de ensino à distancia ela afirma que está crescendo no país, mas que ainda faltam avanços no setor, quando questionada se o ensino à distancia seria um meio de elitizar a educação, Ramal afirma que o homem deve colocar a máquina a serviço da humanidade e que a educação à distancia depende da intenção presente em sua pratica.
Juliana Silveira - juliana_silveira@yahoo.com.br
Pessoal, vejam o link abaixo. Acredito que esta matéria possa complementar a reflexões que estão sendo feita neste post:
http://www.marcosmeier.com.br/index.php?pag=conteudo&id_conteudo=167&idmenu=37
Encontrei o blog do link abaixo em minhas pesquisas, achei interessante, e colabora com as discussões sobre tecnologia e educação.
http://liveineduc.blogs.sapo.pt/4073.html