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No princípio, este Blog seria sobre História, Educação, Arte, Ciência e Tecnlogia. Agora é qualquer coisa que a cabeça pensa, o coração sente e os dedos teclam na redondeza e que possa contribuir para a formação do professor no Brasil.

Novas Tecnologias E Formação De Professores – Parte I

Filed Under Aprendizagem Compartilhada | Posted on Maio 15, 2008

Novas Tecnologias E Formação De Professores – Parte I

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Nos anos de 2006 e 2007, especificamente no segundo semestre de cada um desses anos, fui responsável pela disciplina “Educação, comunicação e mídias”, no Curso de Pedagogia, UFG – Catalão. Eu não tinha e não tenho formação em Educação e nem em tecnologias. Eu tenho licenciatura plena em história e pós-graduação na área. Minha indagação portanto foi: o que um historiador vai propor numa disciplina curricular deste porte?

Somando-se a isto, criei este ano uma outra disciplina de Núcleo Livre chamada “Mídias, mediações e educação”. Além de vir a dois anos indagando da minha presença profissional num território desconhecido, foi inventar de navegar nessa praia, pegando outras ondas teóricas.

O que me atraiu aqui? Acredito que foi a possibilidade pedagógica de investir, mergulhar (mesmo sem saber nadar direito) numa oportunidade de aprender e ensinar utilizando tecnologias que iriam além do giz, do quadro negro e do “guspe”, que o que dizemos comumente.

Mas já vou logo antecipando: ainda não consegui montar um formato ideal para a disciplina “Educação, comunicação e mídias” e a experiência com esta última disciplina “Mídias, mediações e educação” ainda não atendeu às minhas expectativas. Explico: tenho tentado implementar trabalhos de pesquisa online com as(os) alunas(os), procurando incentivar o compartilhamento do aprendizado e a colaboração, mas os resultados ainda estão muito tímidos. A impressão que eu tenho é que os próprios estudantes ainda não estão preparados para construírem seus próprios caminhos do conhecimento.

Mas isto leva a outra indagação. E nós, professores e professoras: estamos preparados para promover a colaboração e compartilhamento do conhecimento, expressões tão usadas entre os defensores das novas tecnologias?

Este post, de propósito, termina aqui. Mas a idéia é criar novos posts, refletindo sobre estas questões, minhas experiências e experiências que tenho encontrado na Internet.



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Como Redigir Textos

Filed Under Aprendizagem Compartilhada | Posted on Maio 13, 2008

A redação de textos na academia, principalmente para o aluno e aluna ingressantes, é algo cada vez mais difícil. Os graduandos estão trazendo do ensino fundamental e médio uma inexperiência na escritura de textos, o que tem criado sérios problemas nos primeiros anos de universidade.

Pensando nisto, convidei minha amiga Aparecida Clemilda Porto para escrever um post para este Blog, na tentativa de ajudar os alunos e alunas universitárias a pensar sobre a escrita de textos acadêmicos, principalmente a dissertação. Confiram, portanto, abaixo, as reflexões da professora Clemilda.

Como Redigir Textos

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Por Aparecida Clemilda Porto*

A prática da escrita, em especial a Dissertação, é a forma mais solicitada às pessoas envolvidas com a produção de trabalhos acadêmicos e sua divulgação por meio, principalmente, de monografias, teses, ensaios, artigos e relatórios técnico-científicos.

Mas o que significa redigir um texto? E o que é dissertar?

Redigir um texto significa construir atos de interação. Assim como na fala, também pela escrita interagimos com o outro para informar, expor idéias, persuadir, convencer, entreter, enfim, para manter contato com um determinado interlocutor.

Assim, a prática de redigir textos tem como objetivo estabelecer um tipo de interação social, esta entendida como troca de ações entre indivíduos, uma vez que normalmente ninguém fala ou escreve apenas pelo simples fato de falar ou escrever: falamos/escrevemos para alguém, sobre determinado tema, com algum propósito.

A partir do entendimento dessas definições, podemos preocupar-nos com o modo de escrever ou falar. A dissertação, por exemplo, é um tipo de texto em que expõem-se idéias a respeito de determinado tema, discutindo e interpretando-as. O modo de escrever está relacionado ao contexto de uso do texto e com o seu interlocutor. Como estamos falando da dissertação, no ato da escrita deste tipo de texto, devemos buscar lógica e clareza no desenvolvimento das idéias e obediência aos padrões de linguagem.

Estes são fatores de textualidade relacionados com o que chamamos de Coerência e Coesão textual. A Coerência “é o que faz com que o texto faça sentido para os usuários, devendo ser vista como, pois, como um princípio da interpretabilidade do texto.” (Koch & Travaglia,1989).

Na prática como isso ocorre? Ao escrever um texto, é preciso considerar, primeiramente, o que, para quem e como escrever. Tendo o autor clareza de suas intenções, ele organiza seu texto, visando: a relevância do tema: para isso o repertório textual usado deve levar em conta que este deve ser partilhado pelo leitor; a progressão temática, isto é, na elaboração do texto precisa-se observar se o tema progride com o acréscimo de novas idéias; a informatividade, ou seja, se o texto informa alguma coisa, se as informações não são redundantes, se há suficiência de dados para a interpretação do texto, se não há afirmações sobre o óbvio; a situacionalidade: observar a adequação de registro da língua, ou seja, se o vocabulário está adequado, se partes do texto exigem dados externos para a compreensão, se há emprego de clichês.

Outro aspecto relevante a se considerar é a estruturação formal: a) título: adequação título x conteúdo; b) estruturação do texto: organização em parágrafos: cada parágrafo deve expressar idéias completas; a divisão em parágrafos propicia a progressão do texto, evitando a repetição de afirmações; c) focalização, articulação entre orações e períodos justapostos, o que propiciará a construção da argumentatividade: o texto não deve desviar do ponto de vista apresentado e os exemplos devem se relacionar aos argumentos e estes ao ponto de vista principal.

A Coesão é outro importante fator de textualidade, pois para que um texto esteja bem redigido e atinja plenamente seus objetivos – o de informar e interagir com o leitor – não basta que ele apresente boas idéias, mas também deve estar bem articulado. A articulação pode se dá no nível da frase e no nível do texto, ocorrendo por meio de conectivos e operadores lógicos.

Os elementos de coesão no nível da frase são os que se referem a termos já expressos no texto, como os pronomes pessoais, demonstrativos, possessivos, numerais, relativos, indefinidos, advérbios e expressões adverbiais, e também os que ligam orações, como as conjunções que estabelecem relações de temporalidade, causalidade, oposição, conclusão, finalidade etc. Já os elementos de coesão no nível do texto são elos lingüísticos que estabelecem relação entre parágrafos e partes maiores do texto, como introdução, desenvolvimento e conclusão. São também recursos que ligam partes do texto e parágrafos expressões como: por exemplo, dessa forma, por outro lado, seqüências de numerais como primeiro, em segundo lugar etc.

Veja no parágrafo abaixo como estes recursos são usados:

A TV é sistematicamente posta no papel de vilã. É claro que, pela sua força de penetração, ela tem o poder de interferir na formação de criança e do ser humano de modo geral. Entretanto, isso ocorre não porque é a televisão, mas sim porque ela representa o modelo cultural de sociedade.

Assim, se temos que nos preocupar com algo, não é com a TV, e sim com o que somos e passamos pela TV. (…) (Francisco B. Assumpção Jr. Folha de S. Paulo, 25/5/1997, Revista Folha. In. CEREJA. Willian Roberto Cereja. MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: Linguagens. 2005, Atual Editora)

Os pronomes sua e ela são recursos coesivos referenciais, pois retomam o seu referente: a TV. O pronome demonstrativo isso faz referência à idéia apresentada na introdução do parágrafo, ou seja, ao poder de interferência da TV na formação das pessoas. Já os conectivos conjuntivos intra e interfrásticos, entretanto, mas e porque são conjunções que estabelecem relações de sentido de oposição e justificativa, respectivamente. E a conjunção Assim (introduzindo o 2º parágrafo) tem o papel de articulador no nível do texto, estabelecendo relação de conclusão com o parágrafo anterior. Além do uso dos elos coesivos, podemos perceber, no breve parágrafo mencionado, a articulação do texto por meio da introdução em que é apresentada a tese, ou idéia principal: a TV no papel de vilã; no desenvolvimento o autor apresenta a argumentação e a contra-argumentação: a interferência da TV na formação das pessoas e a razão disso ocorrer e na conclusão o fato da própria sociedade ser responsável pelo que é a TV.

Podemos dizer finalmente que escrever é um ato intencional tendo em vista um sujeito-leitor, o que torna específicos o conteúdo e a forma de expressão.

Bibliografia

CEREJA, Roberto William e MAGALHÃES, Thereza Cochar. (2002) Português: Linguagens. V.8. São Paulo: Atual

KOCH, Ingedore Grunfeld Villaça e TRAVAGLIA. Luiz Carlos. (1989) Texto e Coerência. São Paulo: Cortez

SERAFINI, Maria Teresa. (1989) Como Escrever Textos. Rio de Janeiro: Globo.

SOARES. Magda Becker e CAMPOS Edson Nascimento (1978) Técnica de Redação. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico S/A

* Professora (aposentada) de Língua Portuguesa da Escola de Educação Básica da UFU; Mestre em Lingüística Aplicada/UFU



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Brincadeiras E Jogos Cooperativos

Filed Under Estudantes | Posted on Maio 10, 2008

Brincadeiras E Jogos Cooperativos

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Por Avelina Oliveira*

Os jogos e brincadeiras são práticas muito antigas que assumiram uma função educativa. Os gregos, na antiguidade, já consideravam de grande importância os esportes em geral como elemento fundamental na construção do homem. Os jogos auxiliam no desenvolvimento de habilidades físicas e mentais. Na cultura competitiva e individualista que nós vivemos os jogos e brincadeiras, reflexo dessa sociedade, enaltecem o resultado colocando a vitória como prêmio do sucesso individual.

Por eles serem importantes elementos na difusão de valores de uma sociedade, cabe à escola trabalhar em sentido contrário para os jogos e brincadeiras funcionarem a favor da construção de uma sociedade mais solidária. É esse o objetivo dos chamados “jogos cooperativos”.

Profissionais como Terry Orlick, (apud, BARRETO) considerado um pioneiro dos jogos cooperativos, tinha objetivo de desenvolver brincadeiras cujo resultado não se desse sempre nos termos do binômio vencedor/perdedor. Assim os jogos cooperativos buscam promover experiências reais de cooperação.

Segundo BARRETO1 recuperar o papel socializador dos jogos e brincadeiras nas escolas pode ser uma opção para propiciar novas formas de relações sociais, principalmente junto a crianças, na luta contra a exclusão social. Segundo definição do Wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Cooperativismo) cooperação é a união de pessoas voltadas para um objetivo comum, visando alcançar os objetivos propostos. Busca a correção de desníveis e injustiças sociais com a repartição harmoniosa de bens e valores.

Neste sentido Terry Orlick relaciona as principais características do jogo cooperativo, comparando-o aos jogos competitivos a fim de salientar as diferenças e as vantagens deste primeiro, por ele defendido.

Jogo competitivo: divertido para alguns, alguns se sentem perdedores, alguns são excluídos por falta de habilidade, estimula a desconfiança e o egoísmo, cria barreiras entre as pessoas. Os perdedores saem e observam, estimula o individualismo e o desejo que o outro sofra. Nestes jogos é nítida a exclusão social, alguns sobressairão e a maioria será considerada perdedora.

Jogo cooperativo: divertido para todos, todos se sentem ganhadores. Todos se envolvem de acordo com as habilidades; estimula o compartilhar e confiar; cria pontes entre as pessoas; os jogadores ficam juntos e desenvolvem suas capacidades; ensina a ter senso de unidade e solidariedade; desenvolvem e reforçam os conceitos de nível AUTO (auto-estima, auto-aceitação); fortalece a perseverar frente às dificuldades; todos encontram um caminho para crescer e desenvolver. Desta forma não há exclusão, cada um auxilia com suas possibilidades para o grupo obter sucesso.

O jogo competitivo muitas vezes é defendido como sendo importante na preparação para se sobressair no mundo atual, individualista e competitivo. Porém, poucos se encaixam nos parâmetros exigidos e a maioria é excluída, uma vez que segundo pesquisas a competição diminui a auto-estima e aumenta o medo de falhar, reduzindo a expressão de capacidades. Em dinâmica contrária, o jogo cooperativo desenvolve e eleva a auto-estima e conseqüentemente as capacidades de cada um.

É função do educador, analisar as vantagens oferecidas por qualquer prática a ele apresentada e decidir quanto a sua utilização ou não. Não é tarefa fácil, exige dedicação no estudo e pesquisa. Porém, enquanto educadores, nós devemos pensar nas conseqüências de nossos atos, no que queremos construir junto a nossos alunos. Aqui especificamente falando de jogos cooperativos, lembrar as possibilidades de promover uma sociedade mais cooperativa.

1 – O autor André Valente de Barros Barreto é cientista social, mestre em ciência política, doutorando em psicologia clínica, é professor do curso de Relações Internacionais da Unopec Indaiatuba e membro do Núcleo de Cultura da Cooperação (NuCC).

BIBLIOGRAFIA
http://www.unopec.com.br/revistaintellectus/_Arquivos/Jan_Jul_04/PDF/Artigo_Andre.pdf - acesso: dia 23 de abril de 2008.
http://www.jogoscooperativos.com.br/entendendo_os_jogos.htm Revista Jogos Cooperativos por Mônica Teixeira acesso dia 06 de maio de 2008.

*Aluna do Curso de Pedagogia – Universidade Federal de Goiás – Campus Catalão



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Formação Docente: Palestra Na UFG Catalão

Filed Under Notícias | Posted on Maio 9, 2008

Formação Docente: Palestra Na UFG Catalão

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Foi realizado no dia 09 de maio no anfiteatro da UFG, em Catalão, a palestra “Formação Docente: tendências internacionais nas últimas décadas desafios futuros”, conferida pelo professor A. Akkari, da Universitè de Genève, Suíça.

O professor A. Akkari discorreu sobre os seguintes pontos:
• A formação de professores: um problema mundial
• Tendências internacionais em matéria de formação de professores
• Especificidades Brasileiras
• Desafios futuros

Contando o ensino fundamental e médio (usando os termos legais do Brasil), hoje existem cerca de 60 milhões de professores no mundo. Do ponto de vista econômico, é a mão de obra mais importante do planeta, segundo o professor Akkari.

Entre os pontos apontados na palestra, gostaria de ressaltar aqui a relação entre ensino profissional e a base pedagógica para este profissional. Explico: foi apontado como um desafio para a universidade a formação de professores em áreas como química, biologia, física, quando em geral os cursos oferecem uma profissionalização necessária em conteúdo, mas não suficiente para o professor exercer a docência. Isto porque o aspecto pedagógico deixa a desejar.

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Minha formação (graduação) é em licenciatura plena em História e eu me lembro bem que quando tínhamos aula de didática, psicologia ou estrutura, tudo isto parecia uma conspiração contrária à nossa formação. Era como que não ter sentido estudar didática/metodologias de ensino para quem queria dominar o conhecimento em História.

E um dado apontado pelo professor em suas pesquisas foi que as disciplinas pedagógicas são mais bem aproveitadas por alunos de graduação que ou fizeram o magistério, ou estão em sala de aula. Ou seja, os alunos e alunas que já têm uma certa experiência com a sala de aula.

Um outro dado não desconhecido de todos nós foi a baixa qualidade do salário do professor. Em resumo: os professores no Brasil (foi feito comparação com outros países pelo PIB per capita) ganham muito mal. O PIB per capita no Brasil em 2006 foi em torno de 12 mil reais (veja o site http://br.geocities.com/sousaraujo/pib_2004.htm).

Pois bem, se hoje fosse montar uma tabela internacional o critério padrão para se calcular o salário de um professor deveria ser de 2 ou 3 vezes o valor do PIB per capita. Nossa! Ninguém iria mais querer fazer vestibular para medicina, não é mesmo?

A pesquisa do professor A. Akkari é feita através de um convênio internacional entre a UFU – Universidade Federal de Uberlândia e a universidade de Genebra. No momento, o professor está fazendo uma pesquisa nos Estados de Goiás, Minas Gerais e Paraná. Dia 30 de junho próximo haverá um seminário em Uberlândia discutindo os resultados desta pesquisa.

obs. o evento foi organização pela Coordenação de Extensão e Cultura do Campus de Catalão - UFG



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Alunas Da UFG No XIV Endipe

Filed Under Eventos | Posted on Maio 9, 2008

Alunas Da UFG No XIV Endipe

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Por Denise, Joice e Lorena

De 27 a 30 de abril de 2008, aconteceu o ENDIPE XIV (ENCONTRO NACIONAL DE DIDÁTICA E PRÁTICA DE ENSINO) - congresso realizado em Porto Alegre – RS, na PUCRS, com a temática geral: TRAJETÓRIAS E PROCESSOS DE ENSINAR E APRENDER: LUGARES, MEMÓRIAS E CULTURAS.

A universidade PUC- Rs possui um amplo espaço e uma arquitetura fantástica. O congresso foi realizado a partir de diversos sub-temas, tendo conferências, simpósios, eventos culturais e sociais, com a presença de vários doutores e mestres na área da educação.

O congresso nos impulsionou a vivermos uma nova realidade de uma forma dinâmica em aspectos educacionais e culturais. Foi muito importante para nós graduandas participar deste evento, pois nos permitiu visualizar a produção de novos conhecimentos sobre a nossa realidade educacional.

Foram discutidos diversos temas, entre eles foram abordados os motivos pelo qual a nossa educação possui esta baixa qualidade no ensino. Mas o que teve maior repercussão foi a questão dos baixos salários pagos para os docentes no país.

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Foram relatados várias experiências metodológicas pelos professores e professoras que estão em sala de aula, os suportes utilizados e os referenciais teóricos.

O Endipe nos proporcionou uma análise diferenciada sobre a educação, e participar deste congresso com certeza trouxe um enriquecimento educacional e cultural, pois conhecemos novos pensamentos, novas teorias e novas práticas no ensino.

obs.: na foto ao lado, da esquerda para a direita: Lorena, Denise, o professor Libânio e Joice



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